Com o Natal chegando, é tempo de criar embalagens bonitas para valorizar o presente. Essas dicas eu "roubei"do Blog Botega Criativa da Mindi.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Coisas que um bom mineiro não pode deixar de fazer - 20 - Assistir a uma peça do Grupo Galpão em uma praça
20. Assistir a uma peça do Grupo Galpão em uma praça
O Grupo Galpão é uma companhia de teatro de pesquisa criado há 27 anos. Montando espetáculos de grande comunicação com o público, a companhia tem sua origem ligada ao teatro popular e de rua.
Sediado na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, o Galpão é um dos grupos que mais viaja, não só pelo Brasil, como também pelo exterior, tendo participado de vários festivais em dezessete países da América Latina, América do Norte e Europa.
Fundado em 1982 por Teuda Bara, Eduardo Moreira, Wanda Fernandes e Antônio Edson, teve sua primeira peça E a Noiva Não Quer Casar encenada na Praça 7, em novembro de 1982.
Sua fama veio em 1992 quando encenou Romeu e Julieta de Shakespeare, com uma montagem típica de teatro de rua, recebendo os prêmios do júri popular do Festival Nacional de Teatro de Curitiba e Shell especial, em 1993 O grupo fez também várias turnês nacionais e internacionais, embora suas temporadas geralmente sejam curtas. Em 2000 torna-se o primeiro grupo brasileiro a apresentar-se no Globe de Londres, famoso local onde se encenam apenas peças de Shakespeare, com sua versão de "Romeu e Julieta".
Já assisti a vários espetáculos do Grupo Galpão. É realmente fantástico, inesquecível. Se tiver a oportunidade de ver, não perca de jeito maneira.
Você sabia? - Censo 2010: população brasileira cresce 12,3%
Censo 2010: população brasileira cresce 12,3%
O resultado do Censo 2010 indica que o Brasil tem uma população de 190.732.694 pessoas. Em comparação com o Censo 2000, ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000).
A população urbana também cresceu. Em 2000, representava 81,25% dos brasileiros. E agora, soma 84,35%. A Região Sudeste continua a ser a mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas.
O levantamento também revela que há 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens, o que significa que há 95,9 homens para cada cem mulheres. Em 2000, a relação era 96,9 homens para cada cem mulheres.
(Fonte: Juliana Castro – O Globo em 29/11/2010)
Blog: Veja Santa Rita do Sapucaí, pelo resultado oficial publicado hoje:
Domicílios ocupados em 2010: 11.271 unidades
População em 2000: 31.264 habitantes
População em 2010: 37.784 habitantes
Crescimento %: 20,85
Homens: 18.875 (50,00%)
Mulheres: 18.906 (50,00%)
População urbana em 2010: 32.488 habitantes (86,00%)
População rural em 2010: 5.296 habitantes (14,00%)
Você sabia? - Como surgiram os nomes dos meses do ano?
Como surgiram os nomes dos meses do ano?

Você já se confundiu ao escrever o mês de setembro como 07 ou novembro como 09? Pois saiba que você não está errado. Setembro vem de Septem (sete em latim). Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. E Novembro de novem (nove em latim).
O que aconteceu?
O primeiro calendário romano, criado no século 8 a.C., ia de março a dezembro. No calendário de Rômulo, o primeiro rei de Roma e seu fundador, o ano tinha apenas dez meses e foram batizados com nomes de deuses pagãos.
Numa Pompílio, sucessor de Rômulo, querendo igualar a contagem do tempo romano à dos gregos e fenícios, reformulou o calendário de Rômulo, acrescentando os meses de Janeiro e Fevereiro. Nesse tempo os meses eram lunares, de acordo com o movimento da lua, e o ano tinha 355 dias. A diferença de dez dias entre o ano lunar e o solar (365 dias), fazia com que de três em três anos houvesse um mês a mais, o Intercalaris. Era muito complicado, não era?
Júlio César resolveu acabar com a bagunça e estabeleceu o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December.
Só os meses de Julho e Agosto diferem do usado hoje. Por quê? Porque os meses Quinctilis e Sextilis foram rebatizados e deixaram de ser chamados como quinto (Quinctilis) e o sexto (Sextilis).
A divisão do ano é basicamente a mesma há 20 séculos.
Janeiro
O nome deriva de Jano (Ianuarius, em latim), deus romano com duas faces e espécie de “porteiro celestial” que comandava as portas dos ciclos do tempo. A palavra latina ianua significa “porta”, e o mês de janeiro representa justamente a entrada para um novo começo, um novo ano.
Fevereiro
O termo vem do latim februmm, que significa “purificar”. Baseado também em um ritual de purificação romano, chamado februa, que acontecia sempre no 15º dia desse mês no antigo calendário criado pelos romanos. Nesse período, os romanos faziam oferendas e sacrifícios de animais aos deuses do panteão, para que a primavera vindoura trouxesse bonança.
Março
A inspiração foi o deus da guerra, Marte – o nome do mês era martius, quando março abria o ano no primeiro calendário romano. No hemisfério norte, esse período corresponde ao início da primavera, época boa para o começo de campanhas militares.
Há também a versão de que a homenagem tinha outra motivação. Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.
Abril
Existem várias versões aceitas. Uma é que o mês vem de aperire, “abrir” em latim, o que lembraria a primavera e o desabrochar das flores. Outra versão vem de uma comemoração sagrada, aprilis, feita em nome de Vênus, deusa do amor. No primeiro dia do mês, as mulheres dançavam com coroas de flores.
Ou ainda que vem do nome de um dos espíritos que seguiam o carro de Marte, deus da guerra, que deu nome ao mês de março. Assim, aprilis se relaciona com o sânscrito áparah, que significa "posterior", pois abril era o segundo mês do ano, no calendário civil de Rômulo.
Maio
Nome baseado em comemorações que honravam duas deusas romanas identificadas com a primavera e com o crescimento de plantas e flores, Maia e Flora. As celebrações ocorriam no primeiro dia desse mês. O filho de Maia era o deus Mercúrio, pai da medicina e das ciências ocultas. Por esse motivo, segundo escreveu Ovídio na obra Fastos, Maius era chamado de "o mês do conhecimento".
Junho
Outro mês com divergências sobre a origem do nome. Uma versão aponta que seria uma homenagem a Juno, esposa de Júpiter, deusa romana protetora da família e dos partos, a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres. Outra teoria diz que deriva do nome de um clã romano chamado Junius.
Julho
No primeiro calendário romano era chamado de Quinctilis, pois era o quinto mês do ano. Séculos depois, no ano 44 a.C., foi rebatizado em homenagem ao grande líder romano Júlio César (Julius Caesar, em latim), que fora assassinado.
Repare que as festas de junho são juninas (de Juno), mas as festas de julho são julianas (de Júlio), e não "julhinas" ou "julinas", nomes que não existem.
Agosto
Como era o sexto mês do ano no velho calendário romano, recebia o nome de Sextilis. De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).
Este mês tinha originalmente 30 días, porém foi aumentado para 31 dias para não ser menor que o mês do imperador Julio. O dia acrescentado ao mês de agosto foi retirado do mês de fevereiro.
Setembro a Dezembro
Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa "sete". Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem) e dezembro de December (décimo mês, de decem). Ou seja, eles conservaram no nome a mesma posição que tinham no primeiro calendário romano.
Fontes: Danilo Cezar Cabral - http://mundoestranho.abril.com.br
José Augusto Carvalho - http://linguaportuguesa.uol.com.br
Álvaro Oppermann - http://historia.abril.com.br)
domingo, 28 de novembro de 2010
Saúde - A partir deste domingo, antibióticos só com receita médica
A partir deste domingo, antibióticos só com receita médica

Anvisa quer diminuir resistência bacteriana na população
Termina neste domingo, o prazo de adaptação das novas regras dos antibióticos para as farmácias e drogarias, que a partir de agora, deverão reter a receita médica para a venda de 93 substâncias, entre elas amoxicilina, azitromicina e benzetacil, que integram a lista dos mais vendidos no Brasil. No país, o comércio de antibióticos movimentou, em 2009, cerca de R$ 1,6 bilhão, segundo dados da consultoria IMS Health.
A medida (RDC 44/10) foi criada pela ANVISA no final de outubro com o prazo de um mês para adaptação. Quem não obedecer a nova legislação pode pagar multa de até R$ 1,5 milhão. Segundo a Anvisa, o objetivo é ampliar o controle sobre esses medicamentos e contribuir para a redução da resistência bacteriana da população.
Aclair Machado, presidente da Associação Brasileira de Distribuidores dos Laboratórios Nacionais (Abradilan), no entanto, vê alguns problemas nessa medida.
— Temos uma grande preocupação com essa resolução, pois ela trará sérios problemas para quem precisa do medicamento. Não somos contra o controle dos antibióticos, o problema é que o sistema de saúde brasileira, apesar de todo esforço do governo, não oferece à população condições adequadas para acesso à consulta médica — explica.
A partir de agora, essas substâncias só poderão ser vendidas em farmácias e drogarias do país mediante a apresentação da receita de controle especial em duas vias pelo consumidor.
A primeira via ficará retida na farmácia e a segunda deverá ser devolvida ao paciente carimbada para comprovar o atendimento. Quem prescrever as receitas deve atentar para a necessidade de entregar de forma legível e sem rasuras duas vias do receituário aos pacientes. As embalagens e bulas também terão que mudar e incluir a frase 'Venda sob prescrição médica - só pode ser vendido com retenção da receita'.
As empresas terão 180 dias para se adequar às novas normas de rotulagem. A resolução definiu também novo prazo de validade para as receitas, que passa a ser de dez dias, em função dos mecanismos de ação dos antimicrobianos.
Todas as prescrições deverão ser escrituradas, ou seja, ter suas movimentações registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados. O prazo para que as farmácias iniciem esse registro e concluam a adesão ao sistema é de 180 dias.
(Fonte: http://www.clicrbs.com.br em 28/11/2010)
A arte do Origami - Guirlanda de Natal IV
Guirlanda de Natal IV

Essa guirlanda também não é difícil de fazer. Essa da imagem acima foi feita em tecido (Orinuno) pela Carla Pedreira e ficou muito linda. Se for fazer em tecido, lembre-se que é necessário engomá-lo primeiro. O segredo está em engomar bem o tecido. Há várias maneiras de fazer isso: goma de maisena (Superziper), com goma Pox (Borbotet`s), com cola branca (Doces Pontinhos) ou passando termolina com um pincel.

(Clic na imagem para ver em tamanho maior)
Instruções
1 – Posicione o papel, à sua frente, na posição losango. Leve a ponta inferior até a superior formando um triângulo.
2 – Leve a ponta lateral direita até a ponta de cima do triângulo.
3 – Dobre o triângulo formado à sua direita ao meio trazendo a ponta superior até a inferior. Desdobre.
4 – Perceba que seu triângulo a direita está agora dividido em duas partes. Torne a dividir o triângulo de cima em duas partes trazendo a ponta superior até a ponta à direita. Desdobre. Segurando a parte inferior, abre o triângulo superior (veja a seta) levantando apenas uma folha do papel e pressione. Veja que agora você formou um pequeno losango do lado direito do trabalho.
5 – Dobre ao meio e para trás o triângulo maior do trabalho até atingir a base.
6 – Dobre para trás a ponta esquerda do trabalho.
7 – Você deve ter obtido uma unidade igual a essa. Faça mais 7 unidades iguais.
8 – Posicione duas unidades como na figura 8 e encaixe o losango menor no maior.
9 – Vire o trabalho e coloque um pingo de cola ou dobre para dentro a pontinha como na figura 9.
10 – Desvire o trabalho e repita o passo 8 e 9 com as outras unidades até finalizar a guirlanda. Enfeite como desejar.
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sábado, 27 de novembro de 2010
Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Affonso Romano de Sant´Anna
Carta poética

Dizes que levas minhas cartas de amor
quando viajas
como se me levasses contigo.
Contigo levas o corpo
de minha letra
para me amar
continuamente
sem hiatos de aeroportos.
Amada, toma este poema,
flor oferta à luz do dia.
Enquanto não regressas,
inscrevo tua ausência
com poesia.
(Affonso Romano de Sant’Anna)
Na vitrola aqui de casa - Pé com pé
Minha filha me pediu que postasse esse vídeo. Ela o adora e como eu também o acho muito interessante, ele está aqui para seu deleite.
Veja o trabalho do Palavra Cantada aqui.
A Palavra Cantada tem o orgulho de ajudar com seu trabalho musical a formação da criança do nosso tempo.
O Selo Palavra Cantada existe desde 1994, quando os músicos Sandra Peres e Paulo Tatit propuseram-se a criar canções infantis dentro de um novo padrão de qualidade que julgavam merecer as crianças de nossos dias. Dentro dessa perspectiva, procuraram elevar a música infantil a um patamar superior construindo suas melodias, letras e arranjos com extremo cuidado e minuciosidade.
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Na vitrola aqui de casa
Vinte álbuns de Chico Buarque serão comercializados em bancas de jornal
Vinte álbuns de Chico Buarque serão comercializados em bancas de jornal

Lançado originalmente em 1978, trazendo apenas o nome do cantor e compositor no título e canções que logo viraram clássicos, como "O meu amor", "Pedaço de mim", "Pivete", "Tanto mar" e "Trocando em miúdos", o disco "Chico Buarque" inaugura a coleção que a Editora Abril botará semanalmente nas bancas, a partir de sábado.
Por ser o primeiro dos 20 CDs da série, ele tem o preço promocional de R$ 7,90, mas mesmo o dos seguintes, a R$ 14,90, compensa o investimento. Além do conteúdo musical e das reproduções de capa e contracapa, cada disco vem acompanhado de um libreto de 46 páginas com um texto situando o trabalho, uma biografia resumida do artista, as letras e a ficha técnica completa, com os nomes de músicos, arranjadores e produtores.
A coleção compreende diferentes períodos da carreira de Chico. Sem seguir uma ordem cronológica, traz discos de todas as gravadoras por que ele passou em quatro décadas e meia de carreira: da estreia, em 1966, na extinta RGE, com "Chico Buarque de Hollanda" (a reboque do sucesso de "A banda"), ao seu último disco de estúdio, "Carioca", em 2006, na Biscoito Fino passando pelos álbuns da PolyGram (atual Universal), como o que inaugura a coleção e o clássico "Construção" (1971), e os da BMG Ariola (hoje incorporada à Sony), como "Francisco" (1987) e "Paratodos" (1993).
(Fonte: Antônio Carlos Miguel – O Globo em 26/11/2010)
Gostei... - Uma ode à música brega
Uma ode à música brega
1) Sandra Rosa Madalena, de Sidney Magal: um Raul Seixas diluído em propaganda de xampu. Quando a pieguice inventa de ser filosofante: 'Queria ser o seu princípio e ser seu fim'. Brega total. Para cantar no engarrafamento de SP.
2) Borbulhas de Amor, de Fagner: campeão do karaokê, talvez pelo beicinho no momento de cantar o refrão do peixe. Para nadar, nadar e morrer na praia.
3) No Hospital, de Amado Batista: legítimo representante do amor dodói, coitadismo em estado puro. Traz a viuvez como prova de que o macho pode ser fiel. Para cantar na fila da Previdência.
4) Pare de Tomar a Pílula, de Odair José: o terror das empregadas é um injustiçado, merecia bem mais crítica. Um grito do varão preguiçoso, que não deseja nem se mexer para colocar camisinha. Para cantar na Vara de Família no momento de acertar a pensão.
5) Garçom, de Reginaldo Rossi: é um hit engraçado, com uma nostalgia ébria dos anos 50. Uma homenagem ao terapeuta mais barato do mundo, que somente cobra 10% para escutar nossas lamúrias. Para cantar ao pedir a conta.
6) Macarena, de Los del Río: é a típica música-enjoada, de brinquedo de criança. Ninguém sabe a letra e vai enrolando. O importante é a coreografia. Foi responsável por mais da metade das broxadas no final dos anos 90. Quase entrou como um extra ocidental do Kama Sutra.
7) Como uma Deusa, de Rosana: é a nossa Celine Dion, é o nosso Titanic. Depois dela, muitas mulheres abandonaram o Olimpo, aceitaram a celulite e desistiram de imitar a Vera Fischer. Para cantar no velório.
8) I Will Survive, de Gloria Gaynor: conhecida como clássica música GLS. Todo homem que se preza deve enfrentar o teste. Se dançar é gay. Se não dançar é gay. Praticamente impossível não rebolar e mexer os braços. Um desabafo escrachado para viver o amor sem nenhuma vergonha.
9) Pelados em Santos, de Mamonas Assassinas: irreverência nunca tem medida certa. Virou hit da torcida do meu time. Não há como ser elegante no estádio. Para cantar levantando o caneco.
10) Purple Rain, do Prince: marcou toda a minha geração. Nas reuniões dançantes, era o golpe derradeiro para beijar o pescoço da menina. Ela ficava tão paralisada com a breguice que não reclamava. Para cantar no asilo.
11) Can’t Stop Loving You, de Van Halen: banda formada no ano em que nasci, coisa boa não é. Canção que nasceu para trilha internacional de novela, dor-de-cotovelo e choro no escuro. Para cantar após descobrir que sua mulher tinha um caso com o porteiro.
12) A Lua me Traiu, de Calypso: essa vale por todas as anteriores e ainda sobra. Para nunca cantar.
(Carpinejar - Publicado no jornal O Estado de São Paulo em 04/09/2010)
Do Blog
Impossível dormir com a festa que rola na casa ao lado da minha. Já estava prevendo que ia ser triste, porque à tarde tocaram o interfone para pedir que tivéssemos um pouco de paciência com o que ainda ia acontecer à noite. Essa semana tinha lido esse texto do Carpinejar e quando tocou Macarena resolvi verificar a autenticidade da lista. Vamos lá:
1) Sandra Rosa Madalena, mais de uma vez e ainda por cima acompanhada de "O meu sangue ferve por você".
2) Borbulhas de Amor, ainda não entraram na fase romântica. Espero que a festa termine antes dessa fase.
3) No Hospital, ainda não, apesar do vizinho, dono da festa, ser médico.
4) Pare de Tomar a Pílula, ainda não. Graças a Deus.
5) Garçom, claro que sim.
6) Macarena, mais de uma vez. Fico até imaginando a coreografia dos convidados.
7) Como uma Deusa, no último volume.
8) I Will Survive, com plumas, paetês e trejeitos.
9) Pelados em Santos, esqueceram dos pobrezinhos, mas em compensação teve "Não se reprima" com os Menudos.
10) Purple Rain, não devem gostar do Prince.
11) Can’t Stop Loving You, tive que entrar no Youtube para conhecer. Acho que eles também não conhecem.
12) A Lua me Traiu, de Calypso: também fui ver o que era. Como pode? É breguice em dose cavalar. A cantora canta mal, dança mal e consegue se vestir pior ainda.
E ainda teve Adocica, Ursinho Blau-blau, Fuscão Preto e outras “cositas” mais.
Agora está tocando uma música tão barulhenta que já estou ficando com saudade das bregas.
Saúde - Como combater o mau hálito
Como combater o mau hálito
Se você quer combater esse problema, seguem algumas dicas para isso.
1) Beba água: Além de vários outros benefícios, a água ajuda a evitar o mau hálito porque, em muitos casos, este é causado pela boca estar seca ou com pouca saliva. É por isso, inclusive, que o hálito não costuma estar assim tão “fresco” quando acordamos.
2) Escove os dentes: OK, essa é básica, mas não custa lembrar. Você faz três refeições ao dia (ou seis, se for muito saudável e consciente que a alimentação deve ser fracionada), certo? Então não se esqueça de escovar os dentes sempre após as refeições e, também, antes de dormir (já que é no período da noite que as bactérias têm mais tempo para agir).
3) Não pule o fio dental: O gosto ruim na boca pode vir, muitas vezes, da sujeira acumulada entre os dentes ou do próprio tártaro. Passe fio dental ao menos uma vez ao dia (ou mais, dependendo do que o seu dentista recomendar).
4) Escove a língua: Escovou os dentes e passou fio dental? Calma – a higiene bucal não está completa ainda. Para fechar bem, você deve também gentilmente escovar a língua (pode com a escova e pasta de dentes mesmo), para retirar acúmulos de comida que ficam na superfície dela e retirar uma camada de bactérias que pode se concentrar nela.
5) Cuide da alimentação: Dietas radicais que cortam carboidratos totalmente tendem a causar mau hálito – reconsidere e tente ao menos comer uma fatiazinha de pão ao dia. Além disso, há certos alimentos como maçã, cenouras e pepino que, quando comidos crus, “raspam” os dentes e funcionam como ajudantes do fio dental.
6) A boca não é a única suspeita: Em alguns casos, o problema pode ser mais embaixo – literalmente. O esôfago ou estômago podem ser a causa, em especial em casos de refluxo ou gastrite. Na dúvida, comece o diagnóstico num dentista, mas não descarte uma ida a um clínico geral ou gastroenterologista se as coisas não estiverem melhorando.
7) Evite café: O café pode criar uma espécie de “cobertura” na sua língua, o que evita a oxigenação e ajuda na proliferação de bactérias (as maiores culpadas pelo mau hálito). Que tal trocar por chá?
8) Masque chiclete (sem açúcar): A ajuda não vem (só) do sabor artificial do chiclete, mas sim do aumento de produção de saliva. Como a boca seca é uma das principais causas do mau hálito, mantê-la úmida ajuda a reduzi-lo.
(Fonte: Gabriel Miranda - Redação Saúde Plena em 22/11/2010)
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Dica de diversão - Mercado aberto da Algodoin
Não deixe de conferir. Minha amiga Cláudia Lemos faz verdadeiras obras de arte em tecido. São toalhas de mesa, bolsas, almofadas, jogos americanos, etc. Excelente dica para você adquirir presentes de Natal originais e de bom gosto.
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Historinhas - Houve ou não ouve?
Houve ou não ouve?

Essa historinha faz parte do folclore da família Sancho-Telles. Provavelmente ela vai ser contada mais uma vez (Milésima??? Talvez mais.) nesse Natal, quando estaremos todos reunidos. É nessas horas que a memória aflora e a lembrança coloca a cabeça para fora e vem tomar um pouco de ar para estar sempre revigorada. Pena que a protagonista do fato não esteja presente (Será???) para tornar o nosso riso mais fácil. Certamente nosso coração ouvirá a vozinha da irmã que ganhou asas e foi alegrar outro lugar.
Quando éramos crianças morávamos em uma casa com três quartos. Família grande, casa pequena. Havia a seguinte divisão: quarto do pai e da mãe, quarto dos homens e quarto das mulheres. Como as mulheres eram em maior número, foi preciso até colocar camas-beliche para caber todo mundo. Era o mais animado, era lá que aconteciam as melhores brincadeiras e os risos mais escandalosos.
Nove horas, todo mundo para a cama. Essa era a lei.
Todo mundo sem sono. Era hora das brincadeiras sussurradas e dos gritinhos contidos para não chamar a atenção do pai, que assistia à televisão, na sala ao lado.
Adorávamos brincar de Sílvio Santos com “A palavra é...”. Alguém dizia uma palavra e as outras tinham que adivinhar qual era a música pensada pela pessoa e que continha essa palavra. A cada acerto, ganhava-se um ponto. Era um campeonato e os pontos eram acumulados dia após dia até não sei quando.
Fernanda era bem pequena, quase que só conhecia cantigas de roda, mas insistia em participar. Se não deixássemos, abria um berreiro. Então, a melhor política era ceder e tentar descobrir as que ela pensava. Era uma boa chance de ganhar uns pontos, pois suas músicas, quase sempre, eram facílimas.
Ela dizia:
_ A palavra é CRAVO.
E alguém respondia cantarolando:
_ O cravo brigou com a rosa...
Ou então, na rodada seguinte:
-A palavra é ROSA.
_O cravo brigou com a rosa.
Estava ganho o ponto.
Nesse dia, ela falou:
_ A palavra é HOUVER.
Lúcia, que era a melhor no jogo e ganhava sempre, logo atacou de Dolores Duran e iluminou “A noite do meu bem”:
_ Hoje, eu quero a rosa mais linda que houver...
E a Fê, toda empolgada:
- Não, não é essa!!! Desiste?
Eu tirei do fundo do baú da memória a Vingança do Lupicínio Rodrigues que eu cansava de ler no caderno de música do meu pai. (Achava linda essa música e todo aquele desabafo de coração partido):
_ Mas enquanto houver força em meu peito, eu não quero mais nada. Só vingança, vingança, vingança...
E ouvi.
_Não... Não... Desiste?
E a gente respondia:
-Não.
Vasculhávamos todo o repertório conhecido e nada. Íamos do Noel Rosa até Roberto Carlos, ídolo de quem sabíamos todas as músicas, e não achávamos um “houver” sequer. Dentro de nossa cabeça rodopiavam os boleros, os sambas e todos os gêneros musicais. Repassamos até as cantigas de roda mais conhecidas e nada.
Pela luz que entrava pelas gretas da janela era possível ver a carinha de satisfação da minha irmã caçula. Naquela hora, a vingança era dela.
-Desiste?
Nessas alturas, já estávamos quase gritando:
-NÃO...
Era uma questão de honra. Aquela menininha não podia saber mais que nós.
Durante algum tempo foram repetidas a pergunta e a resposta.
_Desiste?
_Não...
Depois de um tempo, respondemos:
_SIM... Desistimos.
Ela então, mais que satisfeita, cantou a plenos pulmões:
_ Quando o HOUVER no chegar, eu quero estar junto a ti... Pode o outono voltar, eu quero estar junto a ti...
Rimos muito alto até ouvirmos o psiu que vinha do lado de fora da porta. (Se o Tim Maia já estivesse morto, até ele iria se revirar no túmulo).
Vocês acreditam? Ela, além de entrar para a história da família, ainda queria ganhar o ponto...
Comercial legal - Varig Natal
Esse jingle da Varig ficou inesquecível. Garanto que qualquer pessoa tão "antiguinha" como eu se lembra dessa musiquinha tão gostosa. Até hoje canto com minha filha e ela adora.
Em 1967, quando foi criado.
Mudaram o trecho "estrela brasileira" para "estrela das Américas" em algum momento dos anos 70.
Foi cantado de forma diferente pelos funcionários da empresa.
Quando ouço a melodia, imediatamente penso na letra que teima em cantarolar dentro da minha cabeça. Realmente faz parte do Natal.
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