quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tempo

A todos que dão uma passadinha por aqui, desejo um Bom Natal e um 2011 pleno de paz, saúde e realizações.

Abraços,

Nidia Telles

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Affonso Romano de Sant´Anna

Dificuldades manuais


Sempre tive dificuldades em escrever
à mão.
Com a esquerda nunca
pude executar bem as coisas
que me pedia.
A firmeza da direita nunca tive.
Trêmula se me mostra às vezes.
Com a idade não poderei tomar sequer uma xícara
de café.
Mas posso ainda dar um murro na mesa
ante a atual situação ou sobraçar um montão de rosas.
Bem, neste caso, quem treme
-é o coração.
(Affonso Romano de Sant’Anna)

Na vitrola aqui de casa - Happy Xmas (War is over)

Serviço - Verão começa nesta terça-feira com previsão de ser menos chuvoso que o anterior

Verão começa nesta terça-feira com previsão de ser menos chuvoso que o anterior

O verão começa oficialmente às 21h38 desta terça-feira e deve ser menos chuvoso do que o anterior, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura de São Paulo.
O último verão foi marcado por um alto volume de chuvas e grandes enchentes em todo o país, como as que atingiram Alagoas, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Janeiro de 2010 foi o mês mais chuvoso da década na cidade de São Paulo, acumulando 461,3 mm (cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado), que corresponde a quase o dobro do previsto para o mês (239 mm).
A estação sofreu a influência do fenômeno El Niño (aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico), em que a região Sul do país recebe mais umidade vinda da Amazônia. Em condições especiais, essa umidade pode seguir também para São Paulo.
Este ano a estação deverá sofrer a influência do fenônemo La Niña, que promove o resfriamento anormal das águas do oceano Pacífico. Os dias devem ser chuvosos, úmidos e com temperaturas mais amenas.
Na maior parte do Sudeste e na cidade de São Paulo deve chover dentro da média, com pequenos desvios para cima ou para baixo.
Frentes frias tendem a agir com mais frequência na região Sudeste. Podem ocorrer também eventuais ondas de frio, principalmente no Sul do país.
(Fonte: Folha de São Paulo em 21/12/2010)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Historinhas - O presépio lá de casa

O presépio lá de casa

Espero que meu pai tenha montado o presépio lá de casa. Creio que ele esteja fazendo 50 anos neste Natal e foi armado todos esses anos. Acompanhou-nos sempre, nos Natais alegres e também nos mais tristes, quando algum membro da família já não estava mais conosco. Graças a Deus, permanecemos unidos como as peças que eram guardadas juntinhas dentro da caixa a espera do próximo dezembro.
Quando éramos crianças, a tarefa de montar o presépio era nossa, agora ficou por conta do papai, já que cada um tomou seu rumo na vida e não estamos lá para participar do ato que era tão prazeroso para nós.
Todo ano havia o ritual do presépio. Primeiro saíamos em busca de material para fazermos o piso. Com uma faca afiada recolhíamos musgos dos cantos úmidos dos muros e íamos colocando dentro de uma caixa vazia de sapato. Depois partíamos para o pomar da casa da vó Quininha. Das árvores antigas retirávamos a barba-de-pau, um líquen cinzento e ondulado que serviria para cobrirmos o chão da casinha.
Preparávamos o local (quase sempre sobre a grande caixa acústica que ficava na sala), forrando com o papel verde já um tanto amassado. Colocávamos o pedaço de espelho para fazer o lago e escolhíamos onde seria posta a casinha feita com tanto capricho pelo meu pai. Ela era de madeira com o teto de sapé. Depois cobríamos todo o chão com o material colhido anteriormente. Colocávamos as imagens. Tinha um anjinho e também um galo cantando e todo ano ficávamos sem saber quem deveria anunciar data tão importante. Por via das dúvidas, colocávamos ambos sobre o telhado.
Apenas o menino Jesus e os Reis Magos eram reservados para serem colocados na noite de Natal. Algumas vezes esquecíamos onde tínhamos guardados essas peças e era um corre-corre quando chegava a hora do nascimento do menino Deus.
Os Reis Magos eram colocados no começo de um caminho sinuoso feito de areia e todo dia iam andando um pouquinho até que no dia 6 de janeiro (Dia de Reis) chegavam para adorar o menino Jesus.
Até hoje não sei como aquelas estátuas, feitas em gesso, sobreviveram ao toque de tantas mãos infantis. Nada foi quebrado, só a pintura passou por uma restauração feita pela minha irmã Fernanda que hoje participa da ceia na casa do Pai.
Obrigada, papai e mamãe, por todos os Natais que passamos reunidos em família. Obrigada por terem conseguido fazer minhas lembranças serem tão agradáveis.

De onde vem? - Presépio de Natal

Presépio de Natal

Ao lado do pinheiro e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.
Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III, mas a tradição do presépio, na sua forma atual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI e, no século seguinte, a primeira réplica da gruta no Ocidente foi construída em Roma.
A palavra "presépio" significa "um lugar onde se recolhe o gado, curral, estábulo" e teria sido criado pela mãe do Imperador Constantino, Santa Helena.
Se Santa Helena fez a primeira representação plástica, foi S. Francisco quem fez a primeira encenação teatral, no século XIII, em 1223.
São Francisco de Assis em companhia de Frei Leão e com a ajuda do senhor Giovanni Vellina, montou em uma gruta da floresta na região de Greccio (comuna italiana da região do Lácio), Itália, a encenação do nascimento de Jesus.
Na época já havia 16 anos que a Igreja tinha proibido a realização de dramas litúrgicos nas Igrejas, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, desejoso que estava de lembrar ao povo daquela região a natividade e o amor a Jesus Cristo.
O povo foi convidado para a missa e ao chegarem à gruta encontraram a cena do nascimento vivenciada por pastores e animais. Ele levou para a gruta um boi, um burro e feno de verdade completando a cena com as imagens do Menino Jesus, da Virgem Maria e de S. José. Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo. São Francisco nos deixou um presépio mais humano e o povo de Assis pode vivenciar aquele episódio de um modo novo, diferente, que os levava a se sentirem também testemunhas do nascimento de Jesus.
São Francisco morreu dois após, mas os Frades Franciscanos continuaram a representação do presépio utilizando imagens.
Tal encenação repercutiu fortemente em todo o território italiano e em pouco tempo as famílias européias da nobreza já tinham um presépio montado em seus lares.
Somente a partir do século XVI é que começaram a aparecer presépios com pequenas figuras naturais. As figuras plásticas pintadas se soltaram da parede e passam a serem representadas tridimensionalmente. A princípio foi aceito nas casas ricas onde sua presença investia o ambiente de ternura e emoção para depois ser copiado pelos menos abastados.
Na Espanha, a tradição chegou pela mão do monarca Carlos III, que a importou de Nápoles no século 18. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século 19 e na França não o fez até inícios do século 20.
No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do jesuíta José de Anchieta.
Talvez devêssemos olhar os presépios contemporâneos com os mesmos olhos de São Francisco, com humanidade para com a humanidade.

Peças do presépio

- Menino Jesus (filho de Deus e o Salvador)
- Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo)
- José (pai de Jesus Cristo)
- Manjedoura com palhas em um curral (local onde nasceu Jesus)
- Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral), representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu
- Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus)
- Estrela de Belém (orientou os reis Magos quando Jesus nasceu)
- Pastores (representam a simplicidade das pessoas do local em que Jesus nasceu)
- Reis Magos (Melquior, Baltazar e Gaspar)
(Adaptado de textos da Internet)

sábado, 18 de dezembro de 2010

Na vitrola aqui de casa - Estrela do mar

Sempre adorei esse texto. Quando criança, eu também queria ser trapezista. Nos espetáculos que fazíamos no quintal de nossa casa, na Vista Alegre, eu usava um galho da goiabeira como trapézio e me dependurava de cabeça para baixo, ora nas duas pernas outras em apenas uma, e me sentia como se estivesse lá no alto, pertinho da lona do circo.


“Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora. Eu queria ser trapezista, minha paixão era o trapézio. Me atirava do alto na certeza que alguém segurava-me as mãos não me deixando cair. Era lindo mas eu morria de medo, tinha medo de tudo quase: cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encostada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo. Do que não ficava pra sempre.
Era outra vez outro parque, outro circo, ciganos e patinadores. O circo chegou a cidade, era uma tarde de sonhos e eu corri até lá. Os artistas se preparavam nos bastidores para começar o espetáculo e eu entrei no meio deles e falei que queria ser trapezista. Veio falar comigo uma moça do circo que era a domadora, era uma moça bonita, mas era uma moça forte, era uma moçona mesmo. Me olhou, riu um pouco e disse que era muito difícil mas que nada era impossível. Depois veio o palhaço Polly, veio o Topsy, veio Diderlang que parecia um príncipe, o dono do circo, as crianças, o público... De repente apareceu uma luz lá no alto e todo mundo ficou olhando, a lona do circo tinha sumido e o que eu via era a estrela Dalva no céu aberto.
Quando eu cansei de ficar olhando pro alto e fui olhar pras pessoas, só aí eu vi que estava sozinha.” (Texto de Antônio Bivar - Extraído do Disco Drama 3°Ato – 1973)

Na vitrola aqui de casa - Fire and rain

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Serviço - Minas proíbe uso de celular em agências bancárias

Minas proíbe uso de celular em agências bancárias

O uso do telefone celular em agências bancárias e outras instituições financeiras será proibido em Minas Gerais nos próximos dias, tão logo o governador Antonio Anastasia (PSDB) sancione a lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado na noite de quarta-feira (15).
Por meio de sua assessoria de imprensa, o tucano informou que vai sancionar a lei, que visa conter os crimes batizados de "saidinha de banco" solicitada pelo comando da Polícia Militar.
Comum nas grandes cidades, esse tipo de crime consiste no assalto a clientes na saída das agências logo após sacarem dinheiro.
Pela lei, os usuários dos bancos e instituições financeiras poderão portar o celular dentro das agências, mas ficam impedidos de discar ou atender a chamadas. A lei não especifica a situação dos empregados dessas instituições, mas permite o uso com autorização da gerência.
Algumas cidades do país já adotam essa medida como forma de segurança.
Em junho deste ano, durante audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o coronel Cícero Nunes Moreira, comandante do CPC (Comando de Policiamento da Capital), apresentou dados da PM indicando que, em média, 74 pessoas por mês são vítimas da "saidinha de banco" em Belo Horizonte.
A lei aprovada determina ainda que os bancos tenham câmeras externas de segurança e que coloquem biombos nos caixas eletrônicos para dificultar a visão de quem está sacando dinheiro.
Apesar de ser fora das agências onde a maioria dos assaltos ocorre após pessoas de dentro das agências indicarem via celular a pessoa a ser roubada do lado de fora, esse tipo de monitoramento não existe, segundo o deputado Délio Malheiros (PV).
A maior parte dos bancos faz o monitoramento por meio de câmeras apenas na parte interna das agências.
(Fonte: Paulo Peixoto – Folha de São Paulo em 17/12/2010)

De onde vem? - Direita, Centro e Esquerda

Direita, Centro e Esquerda

Ao ligarmos a televisão, é comum ouvirmos as expressões “Direita”, “Esquerda” e “Centro” utilizadas para se referir a determinadas personagens e grupos políticos antagônicos em um jogo político.
Se ouvimos falar em Direita, pensamos em conservadores; o termo Esquerda nos faz imaginar revolucionários ou progressistas e Centro denota aqueles indivíduos mais moderados ou conciliadores.
Mas o que vem a ser, de fato, cada um desses termos?
Tudo começou na França do final do século XVII, quando o rei Luis XVI organizou uma eleição para formar uma Assembléia Nacional Constituinte, em que os escolhidos debateriam e votariam medidas para tentar solucionar as tamanhas dificuldades enfrentadas pela França atolada em dívidas que atingiam a sustentação econômica.
O sistema político da França era composto por três grupos, os chamados Estados Gerais: o clero (Primeiro Estado), a nobreza (Segundo Estado) e o Terceiro Estado formado pelo “resto” da população (banqueiros, comerciantes, médicos, artesãos, etc.). O Terceiro Estado era o único que tinha a obrigação de pagar os impostos, além de terem inúmeras limitações, como o fato de não poderem ocupar cargos públicos, por exemplo. Foi assim, em razão da adoção de um modelo político injusto e dos privilégios dados a uma pequena parte da população, que se iniciou a Revolução Francesa.
A princípio, os termos, centro-direita-esquerda, tinham uma conotação espacial. Posteriormente foram adquirindo um perfil ideológico como nos dias atuais.
À Direita do plenário instalaram-se os representantes da alta burguesia chamados de Girondinos. Era um grupo conservador composto por integrantes do funcionalismo real, nobres proprietários de terra, burgueses enriquecidos e alguns clérigos que recusavam qualquer tipo de reforma que atingisse seus antigos privilégios e tentavam evitar que as classes populares pudessem chegar ao poder ou tivessem suas reivindicações atendidas. Não pretendiam grandes mudanças e sim reformas que os beneficiassem. Os representantes da esquerda os chamavam de reacionários.
À Esquerda se posicionaram os representantes da pequena e média burguesia, os trabalhadores em geral e aqueles das camadas mais oprimidas. Esse grupo se reunia em um partido denominado de Jacobinos que buscavam uma grande reforma que aplacasse a grave crise nacional. Estes eram mais radicais e queriam destruir toda a ordem política, econômica e social existente. Lutavam por reformas que levassem às conquistas e melhorias sociais. Eram progressistas e revolucionários e a direita os chamava de agitadores e radicais.
No Centro da assembléia acomodavam-se os membros da Planície, representantes de uma parte da alta burguesia, parte da pequena e média burguesia, alguns membros da aristocracia, ou seja, a composição era variada. Não eram radicais e procuravam uma conciliação. Ora apoiavam a esquerda, ora apoiavam a direita. Não se comprometiam. Viviam "em cima do muro", de acordo com a sua conveniência. Eles tinham fracos ideais e mudavam de lado conforme quem tivesse no poder.
A primeira disputa entre Direita e Esquerda da história acabou com a vitória da oposição. Os Jacobinos conseguiram aprovar a proibição da venda de cargos públicos, acabaram com as isenções de impostos dos nobres e decidiram elaborar uma nova Constituição, de onde nasceria a primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
Foi assim que se originaram os conceitos: Direita é um grupo conservador, Esquerda é um de oposição e Centro é o conciliador.
Hoje, o fato de ser da Direita, do Centro ou da Esquerda é algo relativo e não permanente, uma vez que um partido, por exemplo, pode estar de um lado em um momento e de outro em outra instância, agindo conforme seu jogo de interesses.
(Adaptado de textos da Internet)

Fragmentos - “Chupetas Punhetas Guitarras”

“Eu sou a recessiva bússola
a cegonha a garça
com um único presente na mão:
Saber que o amor só é amor quando é troca
E a troca só tem graça quando é de graça.”
(Elisa Lucinda em “Chupetas Punhetas Guitarras”)

A arte do Origami - Guirlanda de Natal VI

Guirlanda de Natal VI

Essa guirlanda é muito fácil de fazer. Eu a consegui no blog "O que é meu é nosso". Tem muita coisa legal por lá.
Ainda dá tempo de fazer uma assim para o Natal. Vamos colocar as mãos em ação?



1 - Você vai trabalhar com a metade de um papel quadrado, isto é, um retângulo. Dobre o retângulo ao meio, levando o lado inferior para cima e vinque bem.
2 - Leve a lateral esquerda até a base formando um triângulo. Repita a operação para a lateral direita.
3 - Dobre o trabalho ao meio levando a lateral esquerda até a direita.
4 - Repita os passos até obter 8 unidades iguais.

Montagem

1 - Introduza as abras (pontas) da unidade 1 nos bolsos da unidade 2. Se necessário coloque uns pontinhos de cola para fixar melhor. Repita a operação até completar a guirlanda. Complemente com enfeites natalinos e laços de fita.

Serviço - 10 dicas para fazer compras online em segurança

10 dicas para fazer compras online em segurança

A Check Point, especializada em segurança de redes corporativas, divulgou uma lista de 10 recomendações para fazer compras online neste fim de ano sem passar por dores de cabeça com a questão da segurança.
Reproduzimos as recomendações aqui:
"1: Sempre acesse o website legítimo da companhia digitando diretamente o endereço em uma barra nova de navegação.
2: Ter cuidado com qualquer email que afirme ser uma empresa, mesmo que mencione informações que levem a acreditar na legitimidade dos dados. Os golpes de phishing normalmente são enviados para o email ou por sistemas de mensagem instantânea. É aconselhável não abrir nenhum link de acesso que não seja familiar.
3: Não inserir informações pessoais em telas de poup-up ou em um novo website. Por meio de um poup-up ou de uma nova página, os criminosos podem roubar dados pessoais. É importante durante a navegação se o endereço na tela do website segue sendo o original.
4: Ter um software antiphishing confiável com firewall habilitado para bloquear automaticamente sites suspeitos.
5: Navegar apenas em websites que sejam assegurados com SSL (Protocolo de Conexão Segura, que proporciona autenticação e privacidade por meio de criptografia). Os sites que levam SSL mostram um ícone em forma de cadeado na parte inferior direita da tela. Uma URL deve começar com https://.
6: Manter sempre atualizados todos os programas instalados e os sistemas operacionais com os últimos patches de segurança.
7: Nas operações de compra online utilize cartão de crédito no lugar de cartão de débito. O cartão de crédito é mais seguro para operações desta natureza, principalmente por que em caso de furto, o consumidor tem condições de avisar em tempo e não é responsabilizado em caso de operações indevidas.
8: Ter uma senha segura para as contas utilizadas na realização de compras online. Para criar uma chave complexa é preciso mesclar letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais como * ou #. A senha deve ter, no mínimo, oito caracteres.
9: Ter cuidado com "scareware" (golpes que causam choque, ansiedade ou percepção de uma ameaça). É aconselhável nunca responda a uma oferta inesperada de software de segurança em um poup-up ou bolha que informe que o computador está em risco.
10: Em caso de cobrança indevida e fraudulenta é importante contatar a instituição bancária imediatamente e reportar a fraude para as autoridades."
(Fonte: O Globo em 17/12/2010)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Fragmentos - "Sobre o vulcão"

''Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na lagartixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça. '' (Caio Fernando Abreu em “Sobre o vulcão”- Caio 3D: o essencial da década de 1980)

Você sabia? - E ainda ri de todos

No reencontro do presidente Lula com os ministros que passaram pelo seu governo, o ex-todo-poderoso ministro da Casa Civil José Dirceu, demitido no auge do escândalo do mensalão, foi um dos mais abordados e cumprimentados durante sua primeira solenidade pública no Palácio do Planalto desde que saiu pelas portas dos fundos.
Todos os ex-ministros foram convidados para a solenidade de registro em cartório do balanço de oito anos de gestão petista, inclusive os que caíram em desgraça. Mas muitos deles não foram, inclusive a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.
Sorridente e falante, Dirceu circulou bastante e, no momento do ato oficial, se sentou numa das últimas fileiras. Mas foi cumprimentado e mais de uma vez citado pelo presidente Lula em seu discurso.
Depois da solenidade, foi um dos poucos que subiram para o terceiro andar com Lula e a presidente eleita, Dilma Rousseff. Perguntado sobre como se sentia ao estar voltando ao Planalto, deu uma grande gargalhada e respondeu:
— Mas eu nunca saí daqui!.
(Fonte: Maria Lima, Eliane Oliveira e Cristiane Jungblut - O Globo)
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