sábado, 14 de maio de 2011

Persona - Frank Sinatra

Francis (Frank) Albert Sinatra (Hoboken, 12 de dezembro de 1915 – Los Angeles, 14 de maio de 1998)

Gostei... - Os livro mais interessante estão emprestado

Com relação ao post anterior, leia essa publicação:

Os livro mais interessante estão emprestado

Do blog de Augusto Nunes

A menção a leituras informa que a frase reproduzida no título do post não foi pinçada de alguma discurseira de Lula. Mas os autores do livro didático “Por uma vida melhor” decerto se inspiraram na oratória indigente do Exterminador do Plural para a escolha de exemplos que ajudem a ensinar aos alunos do curso fundamental que o s no fim das palavras é tão dispensável quanto um apêndice supurado.
Escrever errado está certo e é correto falar errado, sustenta a obra aprovada pelo MEC.
A lição que convida ao extermínio da sinuosa consoante é um dos muitos momentos cafajestes dessa abjeção impressa que louva “a norma popular da língua portuguesa”. Não é preciso aplicar a norma culta a concordâncias, aprendem os estudantes, porque “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”.
Assim, continuam os exemplos, merece 10 em redação quem escrever “Nós pega o peixe”.
E só podem espantar-se com um medonho “Os menino pega o peixe” os elitistas incorrigíveis. “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas”, lamenta um trecho da obra. Por isso, o estudante que fala errado com bastante fluência “corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”.
A isso foram reduzidos pelo país de Lula e Dilma os professores que efetivamente educam: não passam de “preconceituosos linguísticos”.
“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação”, alega Heloísa Ramos, uma das autoras da afronta. Em nota oficial, o MEC assumiu sem rubores a condição de cúmplice. “O papel da escola”, avisam os acólitos de Fernando Haddad, ” não é só o de ensinar a forma culta da língua, mas também o de combater o preconceito contra os alunos que falam linguagem popular”.
A professora Heloísa sentiu-se ofendida com a perplexidade provocada pelo assassinato a sangue frio da gramática, da ortografia e da lucidez. “Não há irresponsabilidade de nossa parte”, garantiu.
Há muito mais que isso. O que houve foi um crime hediondo contra a educação, consumado com requintes de cinismo e arrogância. O Brasil vem afundando há oito anos num oceano de estupidez. Mas é a primeira vez que o governo se atreve a usar uma obra supostamente didática para difundi-la.
Poucas manifestações de elitismo são tão perversas quanto conceder aos brasileiros desvalidos o direito de nada aprender até a morte. As lições de idiotia chanceladas pelo MEC prorrogaram o prazo de validade do título: a celebração da ignorância é um insulto aos pobres que estudam.
A Era da Mediocridade já foi longe demais.

Fiquei muito triste quando li isso - Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado

Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado

Não sei se vocês assistiram ao Jornal Nacional de dia 13/05/2011. Fiquei chocada com essa notícia e com os argumentos dados por uma das autoras do livro didático. Ela quer e defende um ensino plural e não ensina nem o plural corretamente.
Acho que tudo pode ser resumido em: É as companheira justificando os companheiro!!!
Por que o Google insiste em corrigir o título dessa postagem? Estou sendo vítima de preconceito linguístico!!!
Leiam a reportagem que foi ao ar:

MEC defende que aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta

O livro de português distribuído pelo Ministério da Educação defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada.

Um livro de português distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) para quase meio milhão de alunos defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada, dependendo da situação.
Na semana em que o Jornal Nacional tem discutido os maiores problemas do Brasil na educação, os argumentos da autora do livro e as reações que provocaram estão na reportagem de Júlio Mosquéra.
A defesa de que o aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta está na página 14 do livro “Por uma vida melhor”. O Ministério da Educação aprovou o livro para o ensino da língua portuguesa a jovens e adultos nas escolas públicas.
Ele apresenta a frase: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado", com a explicação: "Na variedade popular, basta que a palavra ‘os’ esteja no plural". "A língua portuguesa admite esta construção".
A orientação aos alunos continua na página 15: "Mas eu posso falar 'os livro'?". E a resposta dos autores: "Claro que pode. Mas com uma ressalva, ‘dependendo da situação a pessoa corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico’”.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a intenção é mostrar que o conceito de correto e incorreto deve ser substituído pela ideia de uso adequado e inadequado da língua. Uso que varia conforme a situação. Ela afirma que não se aprende o português culto decorando regras ou procurando o significado de palavras no dicionário.
“O ensino que a gente defende e quer da língua é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas, diferentes situações de comunicação para que essa desenvoltura linguística aconteça”, declarou ela.
O Ministério da Educação informou em nota que o livro “Por uma vida melhor” foi aprovado porque estimula a formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade. Segundo o MEC, é preciso se livrar do mito de que existe apenas uma forma certa de falar e que a escrita deve ser o espelho da fala.
O Ministério da Educação disse que a escola deve propiciar aos alunos jovens e adultos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas, para que os alunos tenham segurança para expressar a "sua voz".
A doutora em sociolinguística Raquel Dettoni concorda que é preciso respeitar o falar popular, que não pode ser discriminado. Mas ela enfatiza que a escola tem um objetivo maior, que é ensinar a língua portuguesa que está nas gramáticas.
“Se a escola negligencia em relação a este conhecimento, o aluno terá eternamente uma lacuna quando ele precisar fazer uso disso no seu desempenho social. Nós não podemos desconsiderar que a função social da escola, com relação ao ensino de língua portuguesa, é - em princípio - prioritariamente ensinar os usos de uma norma mais culta”, destacou.
O Ministério da Educação informou ainda que a norma culta da língua portuguesa será sempre a exigida nas provas e avaliações.
(Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional)

Vejam a reportagem aqui.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Gostei... - Proibição do uso de sacolas plásticas pode se espalhar por Minas

Proibição do uso de sacolas plásticas pode se espalhar por Minas

Em vigor desde o dia 18 na capital, proibição de uso de embalagens plásticas tradicionais pelo comércio se espalha pelo interior de Minas Gerais.

A onda da substituição das sacolas plásticas tradicionais, produzidas à base de petróleo, por materiais biodegradáveis se alastra em Minas. Em vigor desde o dia 18 em Belo Horizonte, a proibição de uso de sacos plásticos está sendo incorporada em pelo menos 24 municípios do estado. Desse total, seis já aprovaram a legislação proibitiva. É o caso de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e Juiz de Fora, na Zona da Mata, onde as sacolinhas estão com os dias contados, já que o prazo para adaptação do comércio vence em julho e agosto de 2012, respectivamente. Em pelo menos cinco municípios, há projetos de lei em tramitação e em 13 a questão está na pauta de discussões de prefeituras e câmaras municipais. A Associação Mineira de Supermercados (Amis) recebe solicitações de prefeituras interessadas em projetos de lei nos moldes da legislação da capital.
Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a discussão também tem ganhado espaço. Está marcada para esta quinta-feira audiência pública para debater o Projeto de Lei nº 1.023/11, do deputado Leonardo Moreira (PSDB), que determina a troca das sacolas tradicionais pelas retornáveis ou biodegradáveis em todo o território mineiro. “O fim da sacola convencional e a diminuição da biodegradável segue tendência mundial”, afirmou o superintendente da Amis, Adilson Rodrigues.
Pioneira nesse tipo de proibição no país, BH pode servir de modelo para São Paulo. “O governo do estado assinou compromisso com a Associação Paulista de Supermercados (Apas), que estabelece, a partir de 25 de janeiro de 2012, a substituição das sacolas por biodegradáveis, ecobags e outras em todo o estado”, explicou o diretor de Sustentabilidade da Apas, João Sanzovo.
Como em Belo Horizonte, a campanha paulista “Vamos tirar o planeta do sufoco” não prevê o uso de sacolas oxibiodegradáveis, que têm tempo de decomposição menor, mas também são produzidas com petróleo.

Já é lei: Montes Claros, Uberlândia, Paracatu, Uberaba, Ipatinga e Juiz de Fora.
Em projeto: Patos de Minas, Timóteo, Araguari, Nova Lima e São José da Lapa.
Em debate: Sete Lagoas, Itabira, João Monlevade, Matozinhos, Pirapora, Poços de Caldas, Varginha, Unaí, Lavras, Coronel Fabriciano, Janaúba, Lagoa Santa e Ouro Preto.
Fontes: Secretarias municipais de Meio Ambiente e de Serviços Urbanos
(Fonte: Valquíria Lopes – Estado de Minas em 12/05/2011)

Blog: Santa Rita do Sapucaí também tem que fazer sua parte!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Gostei... - Salvador Dalí

O senhor mire e veja. E ouça também, pois a música é muito boa.

Persona - Salvador Dali

Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech, (Figueres, 11 de maio de 1904 - Figueres, 23 de janeiro de 1989)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft

Todas as águas


Quando pensei que estava tudo cumprido,
havia outra surpresa: mais uma curva
do rio, mais riso e mais pranto.

Quando calculei que tudo estava pago,
anunciaram-se novas dívidas e juros,
o amor e o desafio.

Quando achei que estava serena,
os caminhos se espalmaram
como dedos de espanto

em cortinas aflitas. E eu espio,
ainda que o olhar seja grande
e a fresta pequena.
(Lya Luft)

Em poucas palavras - André Gide)

Quando já não me indignar, terei começado a envelhecer. (André Gide)

Modos e modas - Sacolas ecológicas

Sacolas ecológicas

Aqui em Belo Horizonte já não há mais sacolas plásticas nos supermercados e se você quiser usar as biodegradáveis terá de desembolsar R$ 0,19 por unidade, digamos R$ 0,20, porque o um centavo nunca te é devolvido como troco.
Li que as sacolinhas também serão abolidas em São Paulo, a partir de janeiro de 2012.
Resolvi então postar novamente a sacola feita com a técnica do Furoshiki. Primeiro é preciso aprender o nó básico (vídeo 1), ecobag simples que dá até para carregar melancia (vídeo 2) e depois a sacola mais sofisticada (vídeo 3). Fácil de fazer e ecológica, basta você andar com um pedaço quadrado de tecido dobradinho no fundo da bolsa. Precisou? Vapt! Vupt! Tem se uma sacola.

(Vídeo 1)

(Vídeo 2)

(Vídeo 3)

Gostei... - Muito... - Na Ponta da Língua

Na Ponta da Língua


A língua portuguesa foi reformada. Mas você pode ter as mudanças Na Ponta da Língua.

O sistema FIEMG, através do SESI Minas, oferece um jeito prático e divertido para você aprender as mudanças ortográficas da língua portuguesa.
O projeto Na Ponta da Língua, que começou com uma cartilha informativa, saiu do papel e ganhou os palcos transformando-se no espetáculo Na Ponta da Língua Em Cena, que fala sobre as mudanças ortográficas de um jeito lúdico e criativo. Serão mais de cem apresentações realizadas em diversos municípios do estado de Minas Gerais. Cerca de 50 escolas receberão o projeto que levará informação e entretenimento para 40.000 alunos.

Serviço - Cheques: devolução e sustação

Cheques: devolução e sustação

Em vigor desde 28 de abril de 2011, a Resolução 3.972 do Banco Central do Brasil, traz novas regras sobre a entrega dos cheques ao cliente e sobre os casos de devolução e sustação do cheque. Os Bancos deverão agora manter os correntistas orientados sobre como utilizar corretamente o talão de cheques e sobre as penalidades pelo uso indevido do mesmo.
Pela resolução, o fornecimento de talão de cheques aos clientes estará condicionado à existência de saldo, a restrições cadastrais, ao histórico de práticas e ocorrência na utilização dos cheques, aos registros no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF) e à regularidade dos dados e dos documentos do correntista.
Outra medida adotada pela norma é que para o pedido de sustação do cheque nos casos de furto, roubo e extravio, o cliente deverá apresentar o Boletim de Ocorrência, sem o qual não haverá a aceitação do pedido.
Outra determinação importante da resolução é que o Banco é obrigado a informar, mediante solicitação formal do interessado, o nome e endereço residencial e comercial do emitente de um cheque sem fundo, facilitando assim a vida de quem tem que correr atrás do prejuízo causado por quem emitiu um cheque com insuficiência de fundos.
Maiores informações poderão ser obtidas através do telefone do Banco Central do Brasil: 08009792345. As reclamações dos consumidores quanto ao cumprimento da Resolução poderão ser feitas no próprio Banco, no Procon e no Banco Central.
(Fonte: Marcelo Barbosa, coordenador do Procon Assembleia)

Persona - Fred Astaire


Fred Astaire, nome artístico de Frederick Austerlitz (Omaha, 10 de maio de 1899 - Los Angeles, 22 de junho de 1987)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...