segunda-feira, 23 de maio de 2011

Historinhas - Só sei que nada sei, mas posso formar uma opinião sobre qualquer coisa

Só sei que nada sei, mas posso formar uma opinião sobre qualquer coisa

Há alguns dias, a polêmica sobre o livro didático Por Uma Vida Melhor vem ganhando espaço na mídia. O livro em questão faz parte da coleção Viver, Aprender e foi distribuído para 4.236 escolas e destinado para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Li vários textos a respeito do assunto antes de me posicionar. Claro que aceito opiniões diferentes da minha. Como diz meu pai: toda história tem o lado A e o lado B.
É claro que falo diferentemente do que escrevo. Existe e existirá sempre a oralidade com seus regionalismos, vícios de linguagem, etc.
Para mim o grande problema está na afirmação: “Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar 'os livro'?”Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião.”
Sejamos práticos a despeito de todas as teorias dos linguístas e acima de toda polêmica.
Caso 1: Quando perguntei para a minha ajudante:
-Você que passar a roupa na mesa ou na tábua?
A resposta foi:
- Pode ser na mesa ou na talba, não faço questã.
Entendi o que ela queria dizer? Claro que sim. Ela pode falar assim? Claro que não. Tinha uma filha aprendendo a falar e queria que a criança aprendesse a se comunicar de forma clara e correta. Talba é uma palavra pitoresca na música do Adoniran Barbosa que aproveitava o linguajar paulistano e criava personagens que se valiam dessa oralidade em suas músicas. Eu não queria minha filha falando talba, questã ou que manga causa nódi na roupa. Fiz um combinado com ela. Não a corrijo, apenas tento lhe ensinar o pouco que sei e que também aprendi com alguém. Geralmente fazendo uso do dicionário mostro que determinada palavra não existe e apresento também a forma correta e seu significado. Ela nunca ficou aborrecida e hoje consegue se expressar muito melhor.
Pode alguém achar que há uma grande diferença entre o uso de palavras erradas e a utilização de concordância inadequada como “os livros”. Penso que em ambos os casos, há comunicação, mas que ela pode ser melhor se utilizarmos palavras e concordâncias de forma correta. Haverá, sem dúvida, uma maior clareza da informação.
Caso 2: Há algum tempo, ficou hospedada em minha casa uma jovem que dizia:
- Quando nóis vai na casa da minha tia, nóis pega dois ônibus.
Depois de várias concordâncias desse tipo, fiz o seguinte comentário:
-Você tem que se expressar melhor, tentar falar mais corretamente.
Recebi como resposta um estalar de língua, um ahhhhh e um sacudir de ombros.
Hoje, ela está procurando seu primeiro emprego. É bonita, tem dentes e corpo perfeitos, timbre de voz suave e ensino médio completo. Fez curso técnico de secretariado e básico de computação, mas continua falando “nóis vai”. Já foi direcionada para escritórios, consultórios, comércios variados e até serviço de telemarketing. Não consegue passar na entrevista. Por quê?
Posso apenas sacudir os ombros e achar que falar de forma incorreta é apenas inadequado?
Nas minhas leituras encontrei um texto do professor do Departamento de Linguística da Universidade Federal de Brasília, Marcos Bagno bastante interessante. Ele é anterior a toda essa polêmica, mas expressa (com algumas ressalvas) o que penso sobre o assunto. (Veja o texto completo aqui.)
Nas considerações finais do referido texto está escrito:
“Ora, não podemos perder de vista a “dupla personalidade” daquilo que tradicionalmente se chama de “erro”. O erro é uma moeda, e como toda moeda, ele tem duas faces: uma face lingüística e uma face sociocultural. Como já disse, do ponto de vista estritamente lingüístico não existe erro na língua, uma vez que é possível explicar cientificamente toda e qualquer construção lingüística divergente daquela que a norma-padrão tradicional cobra do falante. Mas, do ponto de vista sociocultural, o erro existe, sim, e não podemos fingir que não sabemos do peso que ele tem na vida diária dos falantes. É na face sociocultural dessa moeda que está impresso o valor que se atribui ao suposto “erro”.
Uma das tarefas de um ensino de língua mais esclarecido seria, então, discutir os valores sociais atribuídos a cada variante lingüística, enfatizando a carga de discriminação que pesa sobre determinados usos da língua, de modo a conscientizar o aluno de que sua produção lingüística, oral ou escrita, estará sempre sujeita a uma avaliação social, positiva ou negativa.”
Penso que em um livro didático, que deveria ensinar não deveria estar:
“Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar 'os livro'?”Claro que pode.”
Ao afirmar que: “O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião.” Penso que é uma consideração, no mínimo, utópica. Como uma pessoa vai falar, em seu meio social, “nóis vai” e numa entrevista de emprego “nós vamos”. Se o indivíduo tem dificuldade em se expressar em sua própria língua, vai ter discernimento para utilizar duas formas diferenciadas, dependendo da ocasião? Alguém acredita nisso?
A autora não foi convincente ao defender a supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita. Continuo pensando que a frase "nós pega o peixe" não pode ser considerada correta em nenhum contexto.
Ao aceitar apenas como ”inadequadas” as formas não corretas de expressão estaremos adiando a busca de ascensão social de milhares de pessoas que procuram a escola, mesmo tardiamente, em busca de um futuro mais promissor.
E mais, parece que a grande polêmica está no que é “erro”. Que medo as pessoas tem em dizer: “Isso está errado”. Toda sociedade tem normas, “erros” e “acertos”. É a correção do erro que nos leva ao acerto.
Blog: Qualquer oferta de emprego, no MEC, como secretária dos autores do livro didático ou da ONG Ação Educativa ou mesmo na redação da Carta Capital pode ser enviada para o e-mail desse blog que será, imediatamente, entregue à menina do caso 2.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Gostei... - Livros para inguinorantes

Ainda sobre o mesmo assunto.

Livros para inguinorantes

Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
(Fonte: Carlos Eduardo Novaes – Jornal do Brasil)

Blog: É verdade a palavra imprimida deve obedecer o que manda a Gramática.

Gostei... - O projeto ‘politicamente correto’ de país

Os livro mais interessante estão rendendo assunto. Vejam o editorial do jornal O Globo de hoje.

O projeto ‘politicamente correto’ de país

É por si só assustador que o ministério denominado de Educação aprove um livro didático que admita erros de português, e se recuse a recolhê-lo. As entranhas desta história, porém, são até mais graves.
A autora do desatino, Heloísa Ramos, tem uma justificativa articulada para admitir, em livro a ser usado em sala de aula, erros toscos de concordância verbal.
Em vez de “certo” e “errado”, a autora usa os adjetivos “adequada” e “inadequada” para qualificar a gramática utilizada, a depender do ambiente social de cada um.
A explicação enviesada serve de pista para a origem do absurdo. Este atentado à educação pública brasileira, considerada por unanimidade o maior empecilho a que o país atinja um estágio superior de desenvolvimento e se mantenha nele, se assenta numa visão ideológica da sociedade alimentada pela “mitologia do excluído”, ligada à “síndrome da tutela estatal”.
Todo aquele considerado “excluído” da sociedade precisa de um tratamento especial — de acordo —, a lhe ser concedido por um Estado que tudo sabe e toma decisões supostamente corretas para resgatar pessoas da exclusão. Aqui estão os problemas.
É por ser um projeto estruturado, de raízes bem fincadas em Brasília nestes últimos oito anos, que o MEC se curva à escolha do livro sob a alegação de que ele passou pelo crivo de professores universitários. Ora, que seja.
O MEC não pode admitir qualquer material didático, em nome do que for, com erro. “Nós pega o peixe” está tão errado quanto dizer que a soma de 2 + 2 é igual a 5. Deriva desta mesma mitologia do excluído o projeto, também engendrado no MEC, de fechar espaços de excelência há gerações a serviço do ensino de crianças com deficiências auditivas e visuais.
Por esta ideologia deformada, os alunos estão sendo “excluídos” da sociedade, ao terem um adequado atendimento especial. Mas é o contrário: fechados esses espaços (no Instituto Nacional de Educação de Surdos/Ines e no Instituto Benjamin Constant/IBC), estará, aí sim, decretada a marginalização dos portadores de necessidades especiais.
É característica desta cultura do politicamente correto produzir projetos com sérios efeitos colaterais. Um aluno que imagina poder atropelar as regras de concordância será condenado a empregos de baixa remuneração. Crianças com problemas físicos, sem professores e escolas preparados para elas, estarão de fato excluídas da sociedade.
Outro fruto legítimo deste projeto politicamente correto de país são as cotas raciais, em que o mérito fica em segundo plano, e toda a população branca de baixa renda terá barrado o acesso ao ensino superior. Ou, no mínimo, bastante dificultado.
Por trás de tudo está o entendimento de que cabe a um Estado forte, onipresente, zelar pela sociedade — mesmo que ela não queira. Decorre da síndrome da tutela estatal, num exemplo recente, a lei que estabelece a bizarra norma de roupas de baixo femininas e masculinas virem com etiquetas de alertas para cuidados com a saúde.
A mesma síndrome é responsável por tentativas ilegais da Anvisa de censurar peças publicitárias (apenas lei aprovada no Congresso tem este poder).
Até layout de farmácia foi regulamentado para evitar a “automedicação” (?!).
O livro de português com erros não é portanto algo isolado. Apenas se trata de um caso mais escabroso, decorrente da influência do politicamente correto em Brasília.
(Fonte: Editorial de O Globo em 18/05/2011)

Serviço - Frio

Frio

Minas Gerais apresenta quedas de temperatura em todas as regiões. A cidade de Maria da Fé, no Sul do estado, registrou 3,7 graus.
De acordo com o meteorologista do Centro de Meteorologia PUC Minas TempoClima, Adelmo Correia, essas madrugadas frias devem continuar, mas a previsão é que no Sul do estados os termômetro terão marcas de 4 graus.
Segundo ele, na quinta-feira haverá um ligeira elevação nas temperatura, mas o frio continua, antecipando o inverno em Minas. O tempo no estado está esfriando devido a uma massa de ar frio polar que atua entre o Sul e o Sudeste do Brasil.

Serviço - Assembleia lança concurso de redação a estudantes da rede pública de ensino

Assembleia lança concurso de redação a estudantes da rede pública de ensino

O ciclo do ouro, período fundamental da história de Minas Gerais, estará na cabeça de milhares de estudantes de instituições públicas pelo estado afora nos próximos meses. Aliado ao resgate do passado, o incentivo à pesquisa, leitura e escrita está no seio do concurso de redação “Eu, minha cidade e os 300 anos do ciclo do ouro em Minas”, lançado ontem pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com o apoio da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A solenidade reuniu cerca de dois mil alunos, de escolas de diversas cidades de Minas, na sede do Poder Legislativo estadual, no Bairro Santo Agostinho, Região Centro-Sul da capital.
O concurso é aberto a alunos de escolas municipais, estaduais e federais que estejam nos últimos anos do ensino fundamental (6ª a 9ª série) e do médio. O tema das redações terá de aliar o registro do ciclo do ouro, cujas primeiras lavras foram abertas no final do século 17 e o auge se deu ao longo do século 18, com a realidade atual da cidade do participante. Cada aluno poderá se inscrever com uma redação, que será produzida em sala de aula, com o acompanhamento do professor.
“Temos a oportunidade de incentivar os jovens a lerem, a buscarem a história do ciclo do ouro. Essa é nossa maior riqueza, resgatar nosso passado, cultivá-lo, exercitá-lo plenamente”, declarou o presidente da ALMG, Dinis Pinheiro (PSDB), que ressaltou que o concurso fortalece valores fundamentais. Ele exaltou também o estreitamento da relação entre os jovens, a comunidade escolar e a Assembleia.
Serão premiadas duas redações, uma de cada nível escolar, das 47 superintendências regionais de ensino do estado. Os alunos vencedores receberão um notebook. Os estudantes laureados, os professores que os acompanharam na feitura dos trabalhos e os diretores das escolas contempladas ganharão um passeio turístico a Ouro Preto. A cidade, além de Mariana e Sabará, completa três séculos de existência em 2011. São consideradas localidades de importância ímpar quando o assunto é a época em que o ouro iluminava os caminhos de Minas.
“A ideia fundamental do concurso é a construção da cidadania. Eles farão uma análise da mineiridade à luz da história e com projeções para o futuro, isso a partir de uma visão contemporânea”, salientou a secretária estadual de Educação, Ana Lúcia Gazzola. A secretária frisou que os participantes assimilarão conhecimentos diversos, como a importância do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico. “Uma sociedade que não valoriza sua memória está fadada a repetir seus episódios mais tristes”, acrescenta a secretária.
Os alunos que quiserem se dar bem no concurso terão de ficar atentos à originalidade do texto, à organização das ideias e à correção gramatical, principais critérios de avaliação..
As escolas deverão enviar as redações às superintendências regionais de ensino até 8 de julho. A seleção será feita até 10 de agosto. Os textos que mais se destacarem serão divulgados em 1º de setembro e a cerimônia de premiação ocorrerá em outubro.
Informações detalhadas sobre o concurso “Eu, minha cidade e os 300 anos do ciclo do ouro em Minas” podem ser encontradas no site da Assembleia Legislativa: www.almg.gov.br.
(fonte: Thobias Almeida – Estado de Minas em 18/05/2011)

Serviço - Festa de Santa Rita do Sapucaí começa na sexta

Festa de Santa Rita do Sapucaí começa na sexta

A partir de sexta-feira (20 de maio), a cidade irá comemorar o dia da sua padroeira Santa Rita de Cássia e os 119 anos de emancipação política com muita festa. Para isso, a Prefeitura, através da Secretaria de Esporte, Cultura, Lazer e Turismo organizou uma programação especial, com shows gratuitos na Praça Santa Rita nos dias 23 e 24.
Este ano, a organização da festa teve várias modificações, sendo a principal, a mudança do local das barraquinhas, da Rua Benedito Capistrano Alckmin (próximo ao Santa Rita Country Club) para a Avenida Beira Rio.
Todos os comerciantes que desejam montar sua barraca na festa da cidade devem retirar o Alvará de funcionamento, até a próxima sexta-fera, na Prefeitura, no setor de Tributos, no período das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30.
Para manter a ordem na cidade durante os três dias de festa a Polícia Militar, Guarda Municipal e Defesa Civil, juntamente com mais 296 seguranças que trabalharão em um sistema de rodízio farão a segurança a festa. Este ano com uma inovação, um sistema de monitoramento por câmeras.
Durante o período festivo, 24 câmeras de segurança farão o monitoramento da cidade. As imagens produzidas pelos equipamentos serão transmitidas para uma central que será instalada na sede da Polícia Militar. A população também terá acesso às imagens produzidas através de um telão que ficará na Praça Santa Rita.
http://www.mgsulnews.com.br/

Persona - João Paulo II

Karol Józef Wojtyła – João Paulo II - (Wadowice, Polonia, 18 de maio de 1920 - Vaticano, 2 de abril de 2005)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Comercial legal - Keep walking

Na vitrola aqui de casa - Dores de amores

Persona - Zélia Gattai

Zélia Gattai Amado (São Paulo, 2 de julho de 1916 - Salvador, 17 de maio de 2008)

Você sabia? - Dia Mundial da Internet

Dia Mundial da Internet

Hoje, a Internet é o meio de comunicação mais ágil à disposição das pessoas. Notícias em tempo real, previsão do tempo, envio de mensagens, entretenimento. Texto, áudio, vídeo. Milhares de sites. Milhões de usuários no mundo inteiro. Hoje, 17 de maio, é comemorado o Dia Mundial da Internet, data estabelecida pela ONU.
A Internet tem sua origem na Guerra Fria – ela é conseqüência de um projeto da agência norte-americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency), com apoio do Pentágono. O objetivo desse projeto, que foi denominado Aparnet (a atual Internet), era criar um canal de comunicação que não fosse centralizado e vulnerável no caso de um ataque nuclear.
Se ocorresse uma obstrução de um nó na rede, esse sistema deveria permitir que os pacotes de informação procurassem outro nó disponível e, assim, progressivamente durante o percurso da rede de informação. Em 1972, esse sistema já contava com 37 estações, e foi colocado à disposição de pesquisadores, que passaram a utilizá-lo para trocar informações sobre trabalho, colaborar em projetos e simplesmente para conversar (origem dos chats). Assim também surgiu o endereço eletrônico (e-mail). Mas foi apenas em 1989 que a rede ficou conhecida oficialmente como Internet e, em 1993, passou a ser explorada comercialmente de várias formas, como no fornecimento de serviços.
Já no Brasil, a Internet teve seu passo inicial em 1989, com a criação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. A RNP tinha o objetivo de construir uma infra-estrutura de rede Internet nacional de âmbito acadêmico e disseminar o uso de redes no país. Paralelo a isso, a RNP dedicou-se à divulgação dos serviços Internet à comunidade acadêmica, estimulando a formação de uma consciência sobre a importância estratégica para o país. Em 1995, iniciou-se a abertura da Internet comercial nacionalmente e a RNP estendeu seus serviços de acesso a todos os setores da sociedade, oferecendo apoio à consolidação da Internet comercial no Brasil.
Estar na Internet hoje é essencial num mundo cada vez mais conectado e dependente dos serviços online. Vale aqui o velho ditado: quem não é visto, não é lembrado.
(Fonte: Laura Peruchi Mezari em http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=518)

Santa Rita em vídeo - O Vale da Eletrônica

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Serviço - Sábado tem 2º Encontro Regional de Ex-Alunos em Santa Rita do Sapucaí

Sábado tem 2º Encontro Regional de Ex-Alunos em Santa Rita do Sapucaí

Dando continuidade as ações iniciadas este ano de integração com egressos da instituição, o Inatel realiza o 2º Encontro Regional de Ex-Alunos, no dia 21 de maio, no campus do Inatel, a partir das 10h.
A data foi escolhida para aproveitar a presença de muitos ex-alunos que vão a cidade acompanhar a tradicional Festa de Santa Rita e também o Showrrasco, que este ano terá show do Ultraje a Rigor.
O evento será aberto com as boas-vindas do diretor, professor Marcelo de Oliveira Marques, seguido de um coffee break, com apresentação musical de Fernanda Brito e Trio Queijo com Goiabada, além de uma visita ao campus. Os interessados em participar do Encontro Regional devem acessar o site http://www.inatel.br/nesp.
O 1º Encontro Regional de Ex-Alunos foi realizado em março, em São Paulo, e reuniu cerca de 60 egressos. Outras ações como essa devem ocorrer em Campinas e no Rio de Janeiro, e o grande Encontro Nacional de Ex-Aluno será durante a Futurecom, em setembro, na capital paulista.
(Fonte: Inatel em 16/05/2011)

Serviço -Obras interditam faixas da rodovia Fernão Dias

Obras interditam faixas da rodovia Fernão Dias

As obras de construção do Contorno de Betim, na rodovia Fernão Dias, recomeçaram nesta segunda-feira, 16. Segundo concessionária que administra a via, está prevista a finalização do pavimento, do revestimento e da instalação de cercas. O contorno terá 10 quilômetros e serve de ligação da a BR às vias expressas laterais.
Estão previstas ainda obras de restauração e recuperação do pavimento nas pistas, terceiras faixas e acostamentos de alguns trechos. As intervenções devem durar até sexta-feira, 20.

Sentido Sul
Km 585,36 ao Km 588,56, em Carmópolis de Minas – Centro-Oeste
Km 736,2 ao Km 738,2, entre Carmo da Cachoeira e Três Corações – Sul de Minas
Km 792,6 ao Km 795,5, em São Gonçalo do Sapucaí - Sul de Minas
Km 888,45 ao Km 888,8, em Cambuí - Sul de Minas

Sentidos Norte e Sul

Km 478 ao Km 618, entre Contagem e Oliveira - Grande e Centro-Oeste
Km 618 ao Km 900, entre Oliveira e Cambuí - Centro-Oeste e Sul de Minas
Km 700 ao Km 900, entre Lavras e Cambuí – Sul de Minas
Km 897 ao Km 899, em Cambuí – Sul de Minas
Km 900 ao Km 949, entre Cambuí e Extrema – Sul de Minas

Sentido Norte

Km 583 ao Km 582,5, em Carmópolis de Minas
Km 786,5, ao Km 781,2, em Campanha – Sul de Minas
Km 793 ao Km 789, em São Gonçalo do Sapucaí
Km 800,2 ao Km 797, São Gonçalo do Sapucaí
Km 812 ao Km 808,6, entre São Gonçalo do Sapucaí e Careaçu - Sul de Minas
(Fonte: Rafael Passos – Estado de Minas em 16/05/2011)

Serviço - Caixa alerta sobre erro em data de aposta da Mega-Sena

Caixa alerta sobre erro em data de aposta da Mega-Sena

A Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou uma nota nesta segunda-feira sobre um erro na data apresentada em algumas apostas do concurso 1.284 da Mega-Sena emitidas entre o último sábado, dia 14, e a manhã desta segunda-feira.
Segundo a nota, por motivos operacionais, algumas apostas do concurso 1.284 trazem impressa a data incorreta de 16 de maio de 2011 como o dia do sorteio. O concurso 1.284 será realizado normalmente em sua data prevista, ou seja, na próxima quarta-feira, dia 18, de acordo com confirmação da CEF. Os recibos com data incorreta concorrem normalmente.
(Fonte: Estado de Minas em 16/05/2011)
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