segunda-feira, 30 de maio de 2011

Persona - Mário Lago

Mário Lago (Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1911 - Rio de Janeiro, 30 de maio de 2002)

domingo, 29 de maio de 2011

Bão dimais - Bolinhos doces

Bolinhos doces

Que tal um chazinho no fim de tarde? Ou quem sabe um café com leite ou capuccino? Para acompanhar, saborosos bolinhos doces fritos, à moda da vovó mineira. A receita é do livro Cozinhando com saúde, editado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Rende em média 40 unidades.

Ingredientes: 4 ovos * 1 colher (sopa) de manteiga * 1 lata de leite condensado * 1 colher (sopa) de fermento em pó * 1 colher (sobremesa) de erva-doce * 3 xícaras (chá) de farinha de trigo * óleo para fritar * açúcar e canela em pó para polvilhar
Modo de fazer: No liquidificador, bata os ovos, a manteiga, o leite condensado e o fermento. Coloque em uma tigela. Acrescente a erva-doce e a farinha, aos poucos, batendo até a massa ficar homogênea. Molde os bolinhos com duas colheres de sopa. Frite em olho quente até dourar. Polvilhe com açúcar e canela em pó.
(Fonte: Estado de Minas em 27/05/2011)

Santa Rita é notícia - Parques tecnológicos avançam pelo interior

Parques tecnológicos avançam pelo interior

Belo Horizonte não trilha sozinha o caminho rumo à inovação e à ciência. Em Minas, novos parques tecnológicos começam a sair do papel para dar força à vocação do estado para o incentivo ao conhecimento. A bandeira até então defendida com unhas e dentes pela cidade de Santa Rita do Sapucaí, no Sul do estado, conhecida como Vale da Eletrônica, ganha novos adeptos, como Viçosa, na Zona da Mata, que inaugurou seu parque tecnológico no último mês. Em agosto, será a vez de Itajubá, no Sul, entrar para o time das produtoras de tecnologia de ponta. Até o fim do ano, a previsão da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior é de que comecem obras de complexos em Uberaba, Lavras e Juiz de Fora.
Em Viçosa, o TecnoParq foi erguido a cinco quilômetros do câmpus da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e vai abrigar espaços para capacitação e inclusão digital da população. No Núcleo de Desenvolvimento Social do complexo haverá iniciativas para favorecer a interação entre pesquisadores, alunos, professores e a sociedade. Idealizado há 10 anos, o parque recebeu investimentos de R$ 9 milhões e foi construído em parceria entre a UFV, o governo estadual e a prefeitura.
O Sul de Minas deve ganhar um novo polo de inovação em agosto, com a inauguração do Parque Científico e Tecnológico de Itajubá (PCTI), com investimentos de R$ 8 milhões. “Há um movimento de interiorização dos centros de tecnologia para aproveitar o potencial das universidades. O objetivo é abrir a excelência das pesquisas, até então conhecidas como encasteladas nas faculdades, para as empresas que usam o conhecimento para oferecer produtos e serviços de inovação”, afirma o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela. Segundo ele, já estão garantidos investimentos de R$ 8 milhões para parques em Uberaba, Lavras e Juiz de Fora. A Sectes apoia setores empresariais que são ‘portadores de futuro’, ou seja, atuam intensamente com tecnologia, em especial quatro deles: biotecnologia (com empresas consolidadas na Grande BH, Viçosa e Triângulo Mineiro), software (BH e Viçosa), bioenergia (Sete Lagoas, Itajubá e Montes Claros) e eletroeletrônica (Santa Rita do Sapucaí).
(Fonte: Cristiana Andrade – Estado de Minas em 29/05/2011)

Gostei... - Bingo!!!

Bingo!!! Ganhei!!!

sábado, 28 de maio de 2011

Persona - Volpi

Alfredo Volpi (Lucca, Itália, 14 de abril de 1896 – São Paulo, 28 de maio de 1988)

Santa Rita é notícia - Empresas podem investir R$ 57 milhões no Sul de Minas

Empresas podem investir R$ 57 milhões no Sul de Minas

Protocolos de intenções foram assinados com o governo do Estado

O governo de Minas Gerais assinou nesta semana cinco protocolos de intenção de investimentos de empresas no Sul de Minas e no Triângulo Mineiro. Ao todo, serão mais de R$ 84 milhões em investimentos, com a geração de 2,5 mil empregos diretos e indiretos. Só na região serão R$ 57 milhões.
Dos protocolos assinados para beneficiar o Sul de Minas estão a ampliação da capacidade de produção da Usina Monte Alegre, em Monte Belo, com a geração de 116 empregos diretos e um investimento de R$ 54 milhões. Em Cambuí, há a previsão de implantação de uma unidade da empresa Tecnolatina Minas Indústria e Comércio de Produtos Elétricos LTDA. A empresa fabrica componentes eletrônicos e vai investir cerca de R$ 2 milhões com uma geração de 51 empregos diretos.
Também no setor de eletrônicos, a empresa KVA Indústria e Comércio LTDA, que fica em Santa Rita do Sapucaí, assinou o protocolo para a expansão da unidade industrial. O protocolo assinado prevê recursos de cerca de R$ 1 milhão e a geração de 13 empregos diretos.
(Fonte: EPTV em 27/05/2011)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Minas são muitas - Maria da Fé

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Maria da Fé

Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes

Região: Sul
Padroeira: Nossa Senhora de Lourdes
Festa da Padroeira: 11 de Fevereiro

Localização

História

Tudo começou quando dois fazendeiros, João Carneiro Santiago e José Correia de Carvalho, adquiriram uma sesmaria próxima ao município de Cristina formada por terras do local denominado Campos.
Mais ou menos em meados do século XIX, foi a gleba dividida em duas partes. Cada um instalou sua fazenda começando, com seus escravos e familiares, as culturas agrícolas e a exploração das riquezas existentes.
Por volta de 1815, após o falecimento destes, estas terras foram subdividas a terceiros. E entre estes estavam o casal José Rodrigues Braga e Maria da Fé de São Bernardo que fundou a Fazenda Nova de Campos.
A cidade propriamente dita começou a edificar-se em terras de João Ribeiro de Paiva que foi quem primeiro instalou uma casa comercial, de sociedade com o Sr. Honório Costa. O surgimento desta casa comercial, somado com a chegada de novos moradores fez com que Campos de Maria da Fé tornasse distrito em 1859 e sob a jurisdição do município de Cristina.
O ano de 1890 foi marcante para a cidade, pois foi neste ano em que se iniciaram as obras da construção da linha férrea que passaria na cidade. Em 27 de junho de 1891 foi inaugurada a Estação Ferroviária da cidade, trazendo o nome de Dona Maria da Fé. Era a mais alta da linha com mais de 1.200 metros de altitude. E o trem alavancou o progresso do distrito, pois Maria da Fé exportava a sua produção de batatas para todo o país. Daí o título de “Cidade das batatas”. Para além de uma simples homenagem à fazendeira pioneira da região, a referida estação acabou por representar a matriz geradora da nova vila que surgia: a Vila de Campos de Maria da Fé.
O ano de 1891 também foi um marco para a história da cidade, pois o distrito era desmembrado de Cristina para ser anexado ao município de Pedra Branca (hoje Pedralva).
Em meados de 1908, é instalada a Paróquia de Maria da Fé e sua edificação se deu com a Capela de Nossa Senhora de Lourdes. Dois anos depois – mais precisamente em 1911 – a Vila de Campos de Maria da Fé passa a ser denominada cidade de Campos de Maria da Fé. Em 1923 passa a se chamar Maria de Fé.

Datas Históricas

1859 - O povoado passou a distrito e foi incorporado ao município de Cristina com o nome de Campos de Maria da Fé.
1908 - Criação da Paróquia de Maria da Fé.
1911 - Desmembra-se do município de Pedra Branca (hoje Pedralva) e passa a município com o nome de Campos de Maria da Fé.
1923 - A denominação passou a ser Maria da Fé, permanecendo até os dias atuais.

O município

Maria da Fé é um município do sul do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2010 é de 14.216 e sua área é de 202,89 km².
O município está localizado em pleno Planalto da Serra São João, maciço da Mantiqueira, o município tem relevo acidentado, com a sede a 1.300 metros de altitude.
Maria da Fé é conhecida como a cidade mais fria do Estado de Minas Gerais. No inverno, as temperaturas mínimas podem descer abaixo de 0°C.
Na cidade, a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes possui murais de Pietro Gentilli, pintor italiano que também possui obras em Americana (Estado de São Paulo) e Mariana (Minas Gerais). A cidade também possui um Centro Cultural, onde estão disponíveis informações históricas e turísticas sobre o município e também a Casa do Artesão, um espaço criado para a exposição de trabalhos de artesanato da cidade.
Na Praça Getúlio Vargas estão algumas das mais antigas oliveiras da cidade, conhecida nacionalmente como Cidade das Oliveiras.
A paisagem é montanhosa, a vegetação tem predominância de pinheiros. Sua maior produção e força econômica é a batata, para semente ou consumo.
Nos anos 70 e 80, a cidade era conhecida como a “Cidade das batatas” pela sua produção em grande escala do referido produto. Nessa época, Maria da Fé se tornou a maior produtora de batatas no território nacional, com o volume anual de 46 mil toneladas.
Entretanto, no início dos anos 90, observou-se uma acentuada crise na cultura desse gênero, tendo em vista a conjugação dos seguintes fatores: sucessivas pragas nas sementes utilizadas para o plantio; cortes sistemáticos nos investimentos governamentais; dificuldades oriundas da baixa mecanização no campo e competitividade com outros mercados. Hoje já não ostenta tal titulo.
Hoje, Maria da Fé tem uma grande vocação para o turismo rural e o ecoturismo devido ao ambiente acolhedor da região e das belas fazendas, a ótima gastronomia, às cachoeiras e matas e ao Pico da Bandeira, não confundir com o Pico da Bandeira localizado no Parque Nacional do Caparaó. A Fazenda Experimental da Epamig, com lago, vegetação exuberante e um viveiro de mudas variadas é mais uma atração turística do município.
A vantagem de Maria da Fé é que devido ao clima serrano, à hospitalidade do povo e à tranquilidade, a cidade é gostosa de visitar o ano inteiro. Para os amantes do inverno, melhor ainda nesta estação, quando as temperaturas caem bastante.
(Fontes: “Família Rodrigues de Sá – 400 anos de genealogia – Marília Sílvia Bueno, IBGE, http://www.turismo.mg.gov.br, http://www.rdvetc.com)

Modos e modas - 25 maneiras de usar uma echarpe

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Santa Rita em vídeo - Brilhante Futebol Clube

Chamada na Rede Minas da série Brilhante Futebol Clube filmada em Santa Rita do Sapucaí.

Gostei... - Chancela para a Ignorância

Quando expus minha opinião a respeito do livro didático Por Uma Vida Melhor ainda não tinha lido esse texto. Fiquei feliz ao ver que penso como a Lya Luft, sempre sensata. Haverá sempre opiniões diferentes das nossas. Isso faz parte do livre arbítrio, mas não torna as pessoas menos competentes.

Chancela para a Ignorância

Esse título me foi dado por Alexandre Garcia, no programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo: ele certamente não se importará com esse pequeno “furto” de seu talento. Referia-se ao tema que, mais do que me preocupar, me causa escândalo e assombro. Um livro didático aprovado pelo Ministério da Educação e incluído entre os livros comprados pelo Programa Nacional do livro Didático (PNLD), que consagra muitas obras didáticas no país, promove o não ensino da língua- padrão, que todos os brasileiros, dos mais simples aos mais sofisticados, têm direito de conhecer e usar. O livro e a ideia que o fundamenta começam a merecer críticas de entidades como a Academia Brasileira de Letras e de centenas de estudiosos.
Eu o vejo como o coroamento do descaso, da omissão, da ignorância quanto à língua e de algum laivo ideológico torto, que não consigo entender bem. Pois uma das ideias seria não submeter os alunos menos informados – isto é, os que devem aprender, como todos nós – a nenhum “preconceito” porque falam e escrevem errado. Portanto, nada de ensinar nada a ninguém, ou ele se sentirá humilhado em vez de estimulado a melhorar. O mais indicado seria poupar o dinheiro e fechar as escolas. Se devemos permanecer como somos, a escola será supérflua. Essa minha dedução não é maldosa nem ficcional: é apenas natural.
Educar é ajudar a crescer. A educação se divide em duas grandes salas ligadas por muitas portas. Uma das salas se chama formação. A outra, informação. A formação ajuda o indivíduo de qualquer idade a moldar seu caráter e sua visão de mundo, a se desenvolver como ser humano. A cultivar valores; a observar e buscar entender e respeitar o mundo e a natureza, o outro e a si mesmo; a construir o seu lugar na terra, por mais simples que ele seja. A discernir entre certo e errado, bom e mau,e a curtir o belo e o bom que devem ser buscados, dentro das condições de cada um; a dar um sentido a sua vida, seu trabalho, seu convívio.
A colaborar, com esse aperfeiçoamento pessoal, para que sua família, a comunidade, o país se tornem um pouco melhores.
A outra sala do complexo Educação é a informação: é onde adquirimos conhecimentos sobre ciências, arte, história, geografia, matemática, idiomas estrangeiros e, em primeiro lugar, aprendemos a usar melhor nosso próprio idioma, pois esse é nosso melhor cartão de visita, nossa apresentação, e o que nos distingue como mais ou menos preparados. É natural usarmos roupas e modos diferentes quando estamos em ambientes diversos, com a turma na escola ou na balada, buscando emprego numa entrevista ou pedindo um empréstimo num banco. Não vamos de cueca ao cinema, não entramos de camisola no avião. Da mesma forma, não escrevemos um trabalho escolar com a linguagem válida nos torpedos ou na internet, Essa variedade se chama adequação, é essencial, é natural e enriquece a língua.
Mas querer que a escola ignore que existe uma língua-padrão, que todos temos o direito de conhecer, é nivelar por baixo, como se o menos informado fosse incapaz. É mais uma vez discriminar quem não pôde desenvolver plenamente suas capacidades. E, esta sim, uma postura preconceituosa: os menos privilegiados que fiquem como estão. Com o tempo isso tomará a escola dispensável, pois se ela não deve colocar à nossa disposição o melhor conhecimento em todos os campos, como direito de todos, poderá ser fechada sem maior problema.
Talvez a adoção desse livro e dessa teoria no MEC nem tenha sido percebida, na montanha de trabalhos que ali se empilham. Imagino que, dando-se conta do havido, as autoridades tomem as providências urgentes que saltam aos olhos de qualquer pessoa minimamente racional e nos livrem de mais esse pesadelo para quem ainda acredita um pouco em educação. Ou, coroada a ignorância, as futuras gerações, livres da escola e do dever de crescer, escreverão e falarão sempre achando naturais e boas coisas como “os home espera”, “nós achemo”, “as mulher precisa”. (Ou “percisa” seria melhor?)
(Lya Fett Luft (1938) é uma romancista, poetisa e tradutora brasileira. É também professora universitária e colunista da revista semanal Veja)
(Fonte: Revista Veja – Edição 2218 – 25/5/2011)

Minas são muitas - Brazópolis

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Brazópolis

Igreja Matriz de São Caetano de Tiene

Região: Sul
Padroeiro: São Caetano de Tiene
Festa do Padroeiro: 7 de Agosto

Localização

História

A história de Brazópolis se iniciou quando fazendeiros mineiros, da região do Rio Verde, adquiriram terras junto à contratores da Mantiqueira; entre eles, o Alferes Antônio Dias Pereira que comprou parte da antiga fazenda do Bom Sucesso de Inácio Caetano Vieira de Carvalho, onde hoje existe o Bairro Bom Sucesso.
Em 1810, o então vigário de Soledade de Itajubá, Delfim Moreira, veio tomar posse desta região em nome do bispo de São Paulo. Levantou um Cruzeiro no Morro do João Bernardes, onde hoje existe o distrito de Estação Dias. Deu a bênção, celebrou Missa e fez um assento de posse fato que foi confirmado, mais tarde, em 1813, por documentos da Arquidiocese de São Paulo.
Para lá desse lugar, havia a antiga Fazenda da Lage, onde o Pe. Atanásio Rodrigues atendia os moradores em sua capela.
Nessa ocasião, o Pe. Lourenço dava início ao povoado da Boa Vista do Sapucaí, hoje Itajubá. Os moradores de toda região o apoiaram e ajudaram nesse projeto, e participaram dos princípios da nova povoação.
Os fazendeiros e agregados da Vargem Grande, no entanto, pretendiam ter uma capela, onde mais facilmente pudessem ter assistência religiosa. Para isso, foi exigida a doação de um terreno, para a formação do patrimônio da capela. D. Ana Chaves e demais filhos de Francisco Dias Chaves fizeram a doação de 30 alqueires, na colina que se erguia à margem do Ribeirão da Vargem Grande. Aí foi construída a primeira capela, bem rústica, dedicada à Sant'Ana, primeira padroeira do lugar. Isso foi em 1838.
Mais Tarde, pela Lei Provincial nº364 de 30/09/1848, foi criado o Distrito e a Capela Curada. Sendo necessário construir a nova capela, cujo capelão seria o Pe. Atanásio, o Tenente Coronel Caetano Ferreira da Costa ofereceu recursos para a capela, mas exigiu que trocasse o padroeiro, mudando-o de Sant'Ana para São Caetano de Tiene. Fez vir, de Portugal, a imagem que ainda hoje se encontra no altar-mor da atual igreja Matriz. Desde então, a povoação passou a chamar-se São Caetano da Vargem Grande, conforme consta em antigos mapas e documentos.
Em 1909 o povoado passou a chamar-se "Vila Braz" e finalmente, em 1926, para homenagear o Cel. Francisco Braz Pereira Gomes, pai do Presidente da República Dr. Wenceslau Braz Pereira Gomes, passou a denominar-se Brazópolis.
(Fonte: Livro 100 anos de Brazópolis)

Brazópolis ou Brasópolis?

Existe uma polêmica sobre a grafia correta do nome da cidade.
Em 07/09/1923, pela Lei Estadual nº 843, a vila passou a cidade, com o nome de BRAZÓPOLIS, com "Z". Entretanto, pouco depois de 1950, alguns órgãos federais e estaduais passaram a grafar o nome de Brazópolis com "s", sem que houvesse uma lei específica, para este fim, da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, a quem compete a alteração do nome das cidades mineiras. Mesmo a Assembléia Mineira, para alterar o nome de uma cidade, necessita que no corpo da lei esteja claramente definido que: "o topônimo de Brazópolis passa para Brasópolis", o que não aconteceu até hoje. Sendo assim, o nome oficial de Brazópolis é com "z". A alegação de que o nome deveria atender à regra ortográfica, de caráter federal, onde a letra com som de "z" entre duas vogais deve ser grafada com "s", não é de aplicação automática em nome de cidade, visto que caberia à Assembléia Legislativa aplicar tal regra se assim achasse cabível. A cidade não seria a única a não seguir tal regra visto que existe, pelo menos, uma cidade no Estado do Paraná, com nome parecido, Borrazópolis, em homenagem ao Dr. José Borraz, que sempre foi grafado com "z". A Câmara Municipal de Brazópolis votou leis referentes a este assunto, mas como a competência é da Assembléia Legislativa, as mesmas só tiveram o caráter psicológico junto a seus munícipes, prevalecendo o nome oficial de BRAZÓPOLIS.

Blog: Já postei uma curiosidade a respeito do nome do Cel. Francisco Braz Pereira Gomes aqui.

Datas Históricas

1848 – Criado o distrito com a denominação de São Caetano da Vargem Grande.
1901- Elevado à categoria de vila com a denominação de São Caetano da Vargem Grande.
1909 - Passa a chamar-se Vila Braz.
1923 - Elevado à condição de cidade com a denominação de Brazópolis.

O município

Brazópolis é um município do estado de Minas Gerais, na microrregião de Itajubá. Sua população estimada em 2010 era de 14.661 habitantes. A área é de 366,68 km².
Com uma economia voltada para a agropecuária, a banana vem se destacando, especificamente a banana prata, com percentual de 27 a 30% de teor de açúcar no fruto.
Do tronco da bananeira, são extraídas as fibras, que, depois de processadas, incrementam o artesanato e a renda familiar. Os objetos de arte e decoração feitos com fibras de bananeira vêm sendo comercializados com sucesso. Além disso, na cidade existe o Observatório Nacional de Astrofísica, que, além de ser um dos símbolos da cidade, é um ponto turístico, sendo visitado por pessoas de diversos lugares.
Entre outros fatos é digno de citação um acordo assinado, em 30 de março de 1887, pelos proprietários de terra, que tornou extinta a escravidão na Paróquia de Brazópolis, portanto, um ano antes que a Princesa Redentora assinasse a Lei Áurea.

Persona - The Rolling Stones

The Rolling Stones (Londres, 25 de maio de 1962)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Você sabia? - Brasileiro trabalhará até 29 de maio só para pagar impostos e taxas

Brasileiro trabalhará até 29 de maio só para pagar impostos e taxas, diz IBPT

O contribuinte brasileiro trabalhará até o dia 29 de maio deste ano, somente para pagar os tributos - impostos, taxas e contribuições - exigidos pelos governos federal, estadual e municipal, mostra estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Serão 149 dias, ou seja, quatro meses e 29 dias, de trabalho destinados aos cofres públicos. Um dia a mais que no ano passado, mostra o estudo.
A tributação incidente sobre os rendimentos, como salários e honorários, é formada principalmente pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária - INSS e previdências oficiais - e pelas contribuições sindicais.
Mas além dessas taxas, o cidadão paga ainda impostos sobre o consumo, já inclusos no preço dos produtos e serviços, como PIS, ICMS e IPI, a tributação sobre o patrimônio, IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR, e taxas como limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e iluminação pública.
Desde 2003, quando IBPT lançou o primeiro estudo, a arrecadação de impostos vem crescendo. Na época, o contribuinte destinou do seu rendimento bruto em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 foram 37,81%, em 2005 - 38,35%, em 2006 - 39,72%, em 2007 chegou aos 40,01%, em 2008 - 40,51%, em 2009 - 40,15%, em 2010 comprometeu 40,54%, e em 2011, o percentual deve chegar a 40,82% do seu rendimento bruto, prevê o IBPT.
Utilizando-se a mesma metodologia, o Instituto calculou quanto dias os cidadãos de outros países trabalham para pagar tributos, no ranking estão: Suécia com 185 dias, França com 149 dias, igual ao Brasil, Espanha com 137 dias, Estados Unidos com 102 dias, Argentina com 97 dias, Chile com 92 dias, e México com 91 dias.
(Fonte: O Globo em 23/05/2011)
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