sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dica - Você é um idiota da internet?

Você é um idiota da internet?

Li hoje no "The New York Times" uma reportagem que revela o custo de se comportar como um idiota na internet.
Empresas estão ganhando dinheiro fazendo pesquisas em todas as redes sociais possíveis para ajudar na contratação de funcionários. Captam até frases colocadas num fórum.
Essa pesquisa acaba ajudando na decisão de contratar ou não, com base, às vezes, de alguém bêbado numa festa, fumando um baseado ou escrevendo uma piada que pode ser interpretada como preconceito contra mulher, negro ou deficiente.
Como as redes sociais são muito novas, muita gente se comporta como um idiota, expondo sua vida privada ou situações comprometedoras.
Pode-se até argumentar (e com certa razão) que a vida pessoal não deveria influenciar na contratação. Mas o fato é que o que se faz na rede social está virando critério de contratação e até chance de prosperar num emprego, mas as pessoas parecem nem se importar.
(Fonte: Gilberto Dimenstein – Folha de São Paulo em 21/07/2011)

Minas são muitas - Bicas

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Bicas

Igreja Matriz de São José (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeiro: São José
Festa do Padroeiro: 19 de Março

Localização


História

As mais antigas crônicas relatam que os primeiros a pisarem nas terras pertencentes ao Município de Bicas foram os Tropeiros, que aqui estabeleciam pausadas provisórias, abrigando-se em choupanas cobertas de taboas. A localidade ficou conhecida, a princípio, por "Arraial das Taboas", topônimo originado das águas que corriam das coberturas de taboas, que por ocasião das fortes chuvas caiam em grossas bicas. Uma segunda versão diz que, enquanto pousavam, os tropeiros abasteciam com água suas bicas para continuarem a viagem com suas mercadorias.
O povoado desenvolvido ao redor da estação ferroviária, no auge da produção cafeeira, era o centro exportador do produto. A criação e o comércio de gado determinaram a ocupação e progresso da região. A instalação das oficinas da então Leopoldina Railway veio fortalecer o desenvolvimento da localidade.
O Povoado que deu origem à atual cidade de Bicas surgiu no século XIX, tendo sido levada à categoria de Distrito, em 19/09/1890, incorporado, então, ao Município de Mar de Espanha. Passou o referido Distrito a integrar, nesse mesmo ano, o Município de Guarará. Bicas permaneceu como parte integrante de Guarará até 1923, quando foi emancipado.

Datas Históricas

1890 – Criado o Distrito com a denominação de Bicas, subordinado ao município de Guarará.
1923 - Elevado à categoria de município com a denominação de Bicas e desmembrado de Guarará.

O município

Bicas é um município do estado de Minas Gerais. Sua população em 2010 era de 13.653 habitantes e ocupa uma área de 140,08 Km2.
Atualmente, o município possui uma economia baseada no comércio, agricultura e agropecuária.
Destaque-se a pecuária leiteira, com cerca de 84% do território ocupado por pastagens, cuja produção anual gira em torno de 2 milhões de litros de leite, abastecendo o mercado local, além de boa parte ser escoada para municípios como Juiz de Fora e Rio de Janeiro. Outras atividades desenvolvidas na região são a suinocultura, a pecuária de corte e avicultura.
Na agricultura predominam os pequenos produtores, cultivam principalmente café, arroz, milho, feijão, hortaliças e frutas.
A extração mineral e a transformação de produtos minerais não-metálicos são as principais atividades do setor secundário, onde funcionam várias indústrias.
Santuário de Nossa Senhora da Água Santa - Segundo histórias narradas por imigrantes italianos, no século passado, um grupo de escravos acometidos de lepra se isolou numa gruta no alto de uma montanha, perto da fazenda do Campestre, hoje localizada no Município de Bicas. Lá, os escravos passaram a viver alimentando-se de inhame rosa e se banhando nas águas que brotavam da rocha. Dessa forma conseguiram a cura da terrível enfermidade.
A tradição peregrina transformou a gruta no Santuário de Nossa Senhora da Água Santa, onde curas foram e têm sido relatadas por várias gerações, atribuindo-se os milagres à água. Na Água Santa, fé e natureza caminham juntas. A estrada que leva ao Santuário está sempre conservada pela prefeitura e o acesso de veículos se faz de forma tranquila, porém, muitas pessoas adotam a caminhada ecológica, curtindo assim a bela paisagem.
Todos que conhecem o Santuário atestam que é no silêncio da montanha e na beleza do ícone da Senhora das Graças que se encontra a verdadeira paz. A principal comemoração acontece sempre no último domingo do mês de agosto: a festa de Nossa Senhora das Graças da Água Santa.
(Fontes: http://www.bicas.mg.gov.br, IBGE, ALMG)

Zenzando na rede

Aviso aos navegantes - FHC lança Observador Político



Acesse http://www.observadorpolitico.org.br/

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Na vitrola aqui de casa - Mucuripe

Gostei... - Mineiro desvenda origem de sua terra ao garimpar registros de cartório

Mineiro desvenda origem de sua terra ao garimpar registros de cartório

Autodidata, escrivão de Paulistas, no Vale do Rio Doce, usa documentos de cartório para ajudar a resgatar a origem do município, formado com as primeiras bandeiras do século XVI.

(Foto Antônio Zandona)

Rodeada de montanhas, “nascente” do Suaçuí Grande, que ali se forma pela junção de três rios, o Cocais, o Turvo e o Rio Vermelho, na bucólica Paulistas, no Vale do Rio Doce, a 307 quilômetros de Belo Horizonte, nasceu e vive o historiador Raimundo Zeferino de Carvalho, o Tim. Titular do Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Notas da cidade, assumido por ele em 1977, depois de ter estudado em Guanhães (secundário) e Pouso Alegre, num seminário, de 1966 a 1971, e outros tantos trabalhando em Belo Horizonte, onde chegou a ser gerente de uma empresa, Tim é o que se poderia chamar de uma enciclopédia ambulante. Pelo menos no que se refere à história da sua terra e região, o Centro Nordeste Mineiro, dos quais fala com um entusiasmo contagiante.
Em meio à “bagunça” organizada do seu pequeno cartório, que fica na Rua Padre Sampaio, no Centro da cidade, num prédio anexo à casa onde vive com a esposa, a bibliotecária Elizabeth Aparecida Pereira Barbosa, os olhos do escrivão até brilham quando ele diz: “O primeiro diamante do Brasil foi descoberto aqui em Paulistas, no Rio Suaçuí, em 1612, pelo bandeirante paulista Marcos de Azeredo Coutinho”. Mata a cobra, mostra o pau e, para provar, apresenta o livro Viagem pelas províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, do naturalista francês August De Saint Hilaire, onde há referências à dita pedra preciosa.
Mas não fica só aí, pois o francês, que passou pelo Vale do Rio Doce em 1817, indo em direção ao Jequitinhonha e à Bahia, quando da sua viagem pelo Brasil, menciona ainda, na página 188, a “Ponte dos Paulistas”, cruzada por ele, e que teria sido erguida sobre o Rio Vermelho, nas terras da atual Paulistas , pela Bandeira de Fernão Dias Paes Leme nos anos de 1670. Construída com madeiras nobres, então abundantes na região, Saint Hilaire refere-se a ela como a melhor que, desde sua saída de Mariana, tinha visto na Província de Minas Gerais. “Esta ponte serviu à população até o início do século 20, quando foi levada por uma enchente. Anos depois, o que sobrou da madeira foi vendida para um político”, conta Tim.
Num outro livro, A história de Peçanha, do historiador Oswaldo Pimenta, de 1995, ele sustenta ainda que, antes das bandeiras de Marcos de Azeredo Coutinho e de Fernão Dias, na sua louca procura pelas esmeraldas, já haviam passado pela Bacia do Suaçuí Grande, em direção ao Jequitinhonha e à Bahia, as bandeiras do espanhol Francisco Bruzza Espinosa, em 1536, que veio da Bahia, com portugueses, mamelucos e índios, e a de Sebastião Fernandes Tourinho, em 1577. “É por isto que eu digo e repito: a história de Minas passa aqui por Paulistas, só que ninguém sabe”, garante Tim, recitando um refrão criado por ele desde quando, por conta e risco, começou a estudar história no período em que .cursava o seminário, inspirado em descobrir a origem do nome de sua cidade.

À luz dos papéis, morte e escravidão

Bandeiras à parte, “sobre as quais poderíamos ficar horas conversando”, Raimundo Zeferino de Carvalho, de novo com os olhos brilhando, se levanta, vai a uma das prateleiras do cartório, e volta com o O livro de atas do Conselho Distrital, de 1854. Meio empoeirado, mas em bom estado de conservação, “dentro das possibilidades”, nele há algumas curiosidades. Entre elas uma monção, do então presidente do Conselho de Paulistas, Bernardino Pereira Afonso, proibindo que os negros dançassem batuque.
Num outro volume, O livro número 2 de notas, de 1877, entre outros documentos, pode-se ver a escritura de venda de uma escrava, pertencente a um fazendeiro local, um certo José Nunes de Resende, a um comprador, também dono de terras, chamado Celestino Monteiro de Carvalho. A “peça”, de nome Simplícia, registrada com o número 222, não passava de uma adolescente de 13 anos, que havia sido separada da sua família e trazida por um “mercador de negros” de São José do Calçado, no Espírito Santo.
Em mais um livro, este de 1923, está o atestado de óbito do padre Joaquim Maria Vieira. Este veio a ser um português que, sem conhecer direito as Minas Gerais, nem suas sutilezas, se meteu a fazer política em Paulistas. Além de falar em pleno altar “de algumas coisas que não devia sobre a vida das pessoas”. Resultado: após uma das suas missas, num domingo pela manhã, Antônio Batista de Miranda, no caso um dos “ofendidos” pelo sacerdote, o esperou com uma carabina e o matou. “Por estas e por outras, até hoje, nossa cidade ainda tem o apelido de “a terra do mata padre”, brinca o historiador.
Caminhando para os 60 anos, que serão comemorados ano que vem, Raimundo Zeferino de Carvalho, nos últimos tempos, tem se preocupado com duas coisas. A primeira é com o volume das águas do Rio Suaçuí Grande, “que caiu pela metade, devido aos desmatamentos”. E a outra é porque a sua cidade, cujo nome foi dado em homenagem aos bandeirantes paulistas que a fundaram – enquanto procuravam por ouro e diamantes – , ainda não foi inserida, “injustamente”, no Roteiro da Estrada Real, ao contrário das vizinhas Sabinópolis e Guanhães. “Pode uma coisa destas, com tanta história que temos?”, questiona.
De novo Tim se levanta, seus olhos voltam a brilhar, e quando ia começar a contar outra história, chega Elizabeth, sua mulher, e diz que o lanche está na mesa. Em Paulistas, é bom que se diga, se produz um dos melhores queijos do tipo minas.
(Fonte: Carlos Herculano Lopes – Estado de Minas em 21/07/2011)

Bão dimais - Beliscão de goiabada

Beliscão de goiabada

Ingredientes: 175 gramas de manteiga * 100 gramas de açúcar * 2 gemas * 300 gramas de farinha de trigo * raspas de ½ limão * 200 gramas de goiabada cascão * açúcar de confeiteiro
Modo de fazer: Bata a manteiga e o açúcar na batedeira e adicione as raspas de limão. Cuidado para não bater demais e deixar a mistura mole. Adicione as gemas e bata por mais 1 minuto. Acrescente a farinha e continue batendo até homogeneizar os ingredientes. Leve a massa coberta com um filme plástico para a geladeira. Depois de 20 minutos, divida a massa em 30 partes iguais em formato de bola. Corte a goiabada em 30 partes iguais, no formato de retângulo. Achate as bolinhas e coloque um pedacinho de goiabada no centro de cada uma. Dê um “beliscão” na massa para fechar as laterais, deixando as pontas abertas para a goiabada ficar visível. Coloque em uma assadeira e leve para assar em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 25 minutos. Deixe esfriar e peneire açúcar de confeiteiro por cima dos biscoitinhos. Rende 30 unidades.
(Fonte: Felipe Abrahão, da Benjamin Abrahão)

Fragmentos - "Sobre ciência e sapiência"

Escrevo para mudar olhares. Isso não é ciência. É arte. Há olhos perfeitos que são armas mortíferas. (Rubem Alves em “Sobre ciência e sapiência”)

Minas são muitas - Guiricema

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Guiricema

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Encarnação (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeira: Nossa Senhora da Encarnação
Festa da Padroeira: 15 de Agosto

Localização


História

Os primeiros habitantes do atual território de Guiricema foram os Índios Puris, que sofrendo oposição e ataques dos Croatos e Cropós, se dirigiram para as florestas do leste e se localizaram nas planícies e bacia do Rio Bagres.
Nos fins do século XVIII eram concedidas as primeiras cartas de sesmaria para a região dos Bagres, dando, assim, o início da ocupação e desbravamento do lugar.
Entretanto, a fundação de Guiricema verificou-se por volta de 1806, quando o furriel José Lucas Pereira dos Santos, português, transitando pela região, deliberou nela instalar-se com seus familiares e escravos, tal a fertilidade da terra. Construiu uma grande fazenda. Outros foram se fixando por ali, alguns a convite do próprio furriel. Em 1825, sua esposa Tereza Maria de Jesus adoeceu vindo a falecer no dia 24 de novembro do mesmo ano. Como o Rio Bagres não permitisse o transporte do corpo até o distrito do Presídio, atual Visconde do Rio Branco, devido às enchentes, enterrou-a do lado direito do Rio, em local próximo à sede da fazenda e, no mesmo dia, deliberou construir uma capela, com o fim de transladar os restos da esposa para dentro dela. Em 16 de setembro de 1836, foi obtida a competente autorização regencial, assinada pelo Pe. Diogo Antônio Feijó, Regente do Império, para a construção da capela, consagrando Nossa Senhora da Encarnação como Padroeira, tudo conforme desejo do furriel José Lucas. Construída a Capela, por volta de 1838, o então povoado dos Bagres se desenvolveu vindo a ser elevado a categoria de Paróquia com o nome de Nossa Senhora da Encarnação dos Bagres.
Em 1938, teve seu nome alterado para Guiricema, que é de origem indígena e significa Guiri = bagres e cema = grande quantidade, ou seja, grande quantidade de bagres.

Datas Históricas

1872- Criado o Distrito criado com a denominação de Bagres, subordinado ao município de Rio Branco.
1895 - O distrito de Bagre passou a denominar-se Guiricema.
1938 - Elevado à categoria de município com a denominação de Guiricema e desmembrado de Rio Branco
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O município

Guiricema é um município do estado de Minas Gerais. Sua população, em 2010, era de 8707 habitantes e área de 293,57 Km².
Em Guiricema, no local denominado Santa Montanha, há um convento onde a primeira missa de cada mês é realizada em Latim, e de costa para o público, exatamente como antigamente.
Em sua extensão territorial, Guiricema conta diversas cachoeiras, que definitivamente são um belo atrativo.
(Fontes: http://ecoviagem.uol.com.br, http://guiricema.mg.gov.br, IBGE, ALMG)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fragmentos - "Secreta mirada e outros poemas"

"O coração, menino de rua que não quer saber de banho, horários, limites e regras, cede para bem de nossos pecados. O que nos salva de morrer antes do tempo é poder achar que a luz do amanhecer nunca foi tão bonita quanto hoje." (Lya Luft em “Secreta mirada e outros poemas”)

Zenzando na rede

Na vitrola aqui de casa - Canção da América

Minas são muitas - Presidente Bernardes

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Presidente Bernardes

Igreja Matriz de Santo Antônio (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeiro: Santo Antônio
Festa do Padroeiro: 13 de Junho

Localização


História

As margens do rio Piranga eram ricas em ouro, o que atraiu vários bandeirantes. Por volta de 1710, a exploração aurífera ultrapassou os limites do atual município de Piranga, tendo atingido o sítio que os índios chamavam de Calambáo, termo de origem indígena, formado por duas palavras: kala e ambaua que significa lugar onde o mato é ralo e o rio faz a curva.
A chegada de outros exploradores e famílias deu início a um pequeno povoado, que surgiu em torno de uma capela dedicada a Santo Antônio do Calambáo, anexado à freguesia de Guarapiranga. Em 1868, o lugarejo foi elevado a freguesia, que não chegou a ser instituída, tendo sido extinta em 1873. Um ano depois a freguesia foi novamente criada. Elevado a distrito, teve seu nome reduzido para Calambau e, em 1953, foi elevado à categoria de município com a denominação de Presidente Bernardes, em homenagem ao ex-presidente da república. A mudança do nome desagradou parte da população e a antiga denominação se instituiu em 1986. Três anos depois, a cidade, novamente, passou a se chamar Presidente Bernardes.

Datas Históricas

1874 – Criado o Distrito com a denominação de Calambáo, subordinado a vila de Piranga.
1923 – O distrito Calambáo passou a grafar Calambau.
1953 - Elevado à categoria de município com a denominação de Presidente Bernardes e desmembrado de Piranga.

O município

Presidente Bernardes é um município do estado de Minas Gerais. Sua população em 2010 era de 5.537 habitantes e possui uma área de 236,79 km². O município também é conhecido pelo nome de Calambau.
Na agricultura, há o plantio de milho, arroz, feijão, cana-de-açúcar e café, em pequena escala e a pecuária leiteira, também é de pequeno porte.
A única indústria do município é a fabricação de cachaça, em pequenos alambiques, espalhados pela zona rural.
O município tem grande potencial turístico, necessitando de alavancar este potencial para gerar renda à população envolvida. Destacam-se as cachoeiras e fazendas locais como atrativos turísticos. A Fazenda da Água Limpa tem como atrativo o engenho mais antigo do município, em atividade desde 1882, onde se fabrica a mais tradicional cachaça de Presidente Bernardes, a “Água Limpa”, numa tradição que vem passando de pai para filhos.
Presidente Bernardes, como as cidades interioranas, é berço para retorno dos conterrâneos que residem fora, em feriados e férias, à casa dos pais e avós, seja na sede ou zona rural.
Como festejo principal, no último final de semana do mês de Julho acontece a Festa da Cana & Festival da Cachaça, que desde 1984 vem atraindo mais e mais visitantes ao município. Este Festival conta com a participação dos produtores de aguardente do município e comércio local, consolidando cada vez mais a tradição de que aqui se faz a melhor cachaça da região.
(Fontes: http://culturacpb.blogspot.com, IBGE, ALMG)

Você sabia? - A Águia pousou

A Águia pousou

Há exatamente 42 anos, o homem pisava pela primeira vez na Lua.
A Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a pousar na Lua, em 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do Presidente John Kennedy, que, num discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito.
Ao pousar na superfície lunar, Armstrong disse no rádio a frase imortal: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”. (“Houston, aqui Base da Tranquilidade. A Águia pousou”). A mais de 300 mil quilômetros dali, o mundo, que acompanhava ao vivo as comunicações de rádio entre o Controle de Voo no Centro Espacial Johnson em Houston e a Apolo 11, entrava em comoção e aplaudia e gritava freneticamente.
Quando Neil Armstrong estava apenas a dois centímetros de pisar na superfície lunar, parou por um momento, testando o chão com a ponta de suas botas, antes de finalmente pisar no solo e disse a frase épica da Era Espacial:
“Este é um pequeno passo para o homem, mas um enorme salto para a humanidade.”
Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar. Armstrong e Aldrin caminharam por duas horas na Lua.

Amor também é...

Sofrer a dor dos amigos.
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