quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Minas são muitas - Mercês

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Mercês

Santuário de Nossa Senhora das Mercês (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeira: Nossa Senhora das Mercês
Festa da Padroeira: 24 de Setembro

Localização


História

Os primitivos habitantes da região, até fins do século XVII, eram índios da tribo dos goitacases, senhores do Rio Paraíba e seus afluentes. Forçados pelo avanço da civilização esses primitivos habitantes foram subindo em direção às nascentes do rio, dispersando-se em vários aldeamentos. Os primeiros desbravadores a travar conhecimento com esses indígenas denominaram-nos croatas, caiapós e pombas. Esse último nome coube às tribos que se adornavam com penas dessas aves e estendeu-se a toda a região, inclusive ao rio que, ainda hoje, é por ele conhecido.
“Região do Pomba” foi, pois, a primeira denominação a abranger todo o extenso território onde surgiu o município de Pomba, do qual o povoado de Mercês veio a ser distrito, em 1841. Dos primeiros moradores brancos a se fixarem no distrito de Nossa Senhora das Mercês do Pomba, guardou a tradição o nome de um tal Vieira, aparentado com dois fundadores da cidade de Pomba, do mesmo sobrenome Vieira. Teria esse primeiro morador vindo à região atraído pela fama da existência de jazidas minerais; ao chegar, pernoitou à margem do rio Paciência, tendo sido então surpreendido pelos indígenas que lhe levaram toda a bagagem, inclusive a roupa do corpo. Mas, mesmo pelas contingências do momento, teve o branco de reagir às circunstâncias e o fez construindo a primeira morada, passando a integrar-se no sistema de vida do gentio, inclusive casando-se com algumas índias.
Foi ele o construtor da primeira capela destruída, posteriormente, pelos próprios indígenas que julgaram a construção responsável por violenta epidemia que dizimava as tribos. Vieira reconstruiu a igrejinha e nela foi rezada missa pelo padre Manoel de Jesus Maria, cerca de cinquenta anos depois.
Em 1767, o capitão-general Luís Diogo Lobo da Silva, governador da capitania, teve de conseguir um sacerdote que se encarregasse da catequese dos índios do rio Pomba, o que não foi de todo o fácil, dado o estado de ânimo sempre irritado daqueles gentios contra os invasores. A solução foi encontrada na pessoa do padre Manoel de Jesus Maria, brasileiro. Tendo recebido Alvará do Governo e Provisão da Cúria, que lhe davam autoridade civil e eclesiástica em todas as terras dos índios Pomba, deixou Vila Rica em fins de novembro de 1767, acompanhado de um curador de índios e oito índios domésticos.
A pequena comitiva veio a cavalo até Guará-Piranga, onde deixaram os animais por não haver estradas. Daí ao termo da viagem, à taba central dos índios Pomba, conduziram a carga às costas, através da mata virgem. O jovem padre fundou então seu centro de catequese, de onde irradiou suas atividades por 44 anos, erigindo dezenas de aldeias, das quais algumas progrediram e tornaram-se, mais tarde, núcleo que deram origem às cidades de Pomba, Guarani, Rio Novo, Rio Branco, Ubá, Lima Duarte, São João Nepomuceno, São José do Além-Paraíba, Cataguases, Alto Rio Doce, e Mercês. Padre Manoel de Jesus Maria, portanto, foi o primeiro a impulsionar, conscientemente, a fundação do município de Mercês.
Dos fatos mais característicos da história do município, há a registrar o de ter recebido a visita de um Presidente da Província que, ao despachar um ato de nomeação, mandou que o mesmo fosse iniciado com os dizeres, “Palácio do Governo da Província de Minas Gerais, em Mercês do Pomba, aos sete de dezembro do ano da graça de 1856, etc.”, o que conferiu à vila o privilégio de capital da Província, por um dia, e prova a importância da povoação, já naqueles tempos.

Datas Históricas

1841 – Criado o Distrito com a denominação de Mercês, subordinado ao município de Pomba.
1911 - Elevado à categoria de vila com a denominação de Mercês e desmembrado de Pomba.
1925 - Elevado à condição de cidade com a denominação de Mercês.

O município

Mercês é um município do estado de Minas Gerais. Sua população em 2010 era de 10.3684 habitantes e possui uma área de 348,27 km².
O município tem como pontos turísticos a Cachoeira da Copasa, a Estação Ferroviária, Igreja Matriz Nossa Senhora das Mercês, agora Santuário, e o Cruzeiro de pedra datado de 1872.
Sua população tem na pequena indústria de transformação e agropecuária sua principal atividade.
(Fontes: IBGE, ALMG, http://www.merces.xpg.com.br, http://www.asminasgerais.com.br)

Você sabia? - A Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas

A Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas

Getúlio Dorneles Vargas (São Borja, 19 de Abril de 1882 – Rio de Janeiro, 24 de Agosto de 1954)

A Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas

A Carta Testamento de Getúlio Vargas é um documento endereçado ao povo brasileiro escrito por Getúlio Vargas horas antes de seu suicídio, em 24 de Agosto de 1954. Segundo o relato de familiares e colaboradores, ao lado do seu corpo foi encontrada a cópia de uma carta com sua assinatura, dirigida ao povo brasileiro.

"Mais uma vez, a forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam, e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.
Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre.
Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão.
E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História."
(Rio de Janeiro, 23/08/54 - Getúlio Vargas)

Zenzando na rede


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Minas são muitas - Paiva

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Paiva

Igreja Matriz de São Sebastião (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeiro: São Sebastião
Festa do Padroeiro: 20 de Janeiro

Localização


História

O povoamento do local onde se encontra o município de Paiva tem origem no início do século XX, na antiga fazenda Santa Rosa. No ano de 1906, o lugarejo é atacado por uma forte epidemia. Um abastado fazendeiro da região, Sr. João Ferreira de Paiva, apelidado João Menino, fez promessa a São Sebastião de providenciar a fundação de um arraial, caso a epidemia se debelasse. Cessado o surto, o fazendeiro fez erigir no local um grande cruzeiro que, mais tarde, foi transladado, em procissão, para o local denominado Santa Rosa, onde o dito João Ferreira de Paiva adquirira cinco alqueires de terreno, doados ao patrimônio comum, para início do arraial. No dia 8 de julho de 1907, foi rezada missa campal no sítio, onde hoje se ergue a igreja de São Sebastião, a qual foi construída mais tarde, pelo filho do fundador do arraial e pelos moradores.
Com o avanço da via férrea que ligaria Santos Dumont a Mercês, movimentou-se João Ferreira de Paiva no sentido de conseguir a modificação do traçado inicial, fazendo com que a via passasse pelo arraial então em franco desenvolvimento. Ao inaugurar-se a nova estação, Paulo de Frontin, que viera para as solenidades, sugeriu que o nome fosse trocado de Santa Rosa para o de Paiva, em homenagem ao fundador do povoado. Assim, explica-se a fundação do núcleo inicial e a origem do topônimo.
Em 1948 os principais filhos do lugar se movimentaram numa campanha pela emancipação administrativa, o que só aconteceu em 1953 com a criação do município.

Datas Históricas

1948 – Criado o Distrito com a denominação de Paiva (ex-povoado de Estação de Paiva), com território desmembrado do distrito de Oliveira Fortes e subordinado ao município de Barbacena.
1953 - Elevado à categoria de município com a denominação de Paiva e desmembrado de Barbacena.

O município

Paiva é um município do estado de Minas Gerais. Sua população, em 2010, era de 1.558 habitantes. Paiva é um dos menores municípios em área de Minas Gerais, com apenas 58,41 km².
Ocupa-se economicamente de agricultura e pecuária.
O município de Paiva apresenta baixo índice de homicídios. De acordo com o cartório e a Polícia Militar (PM), há 54 anos não há registros de homicídios. A cidade conta com oito policiais.
Ainda segundo a polícia, o último assassinato teria ocorrido em 1957, quando dois amigos voltavam de uma festa. Após discutirem, um deles feriu o outro com uma navalha. Segundo moradores do município, a vítima morreu por falta de atendimento médico. “Ele levou uma navalhada na perna, perdeu sangue à noite e não houve assistência médica; ele poderia ter sido salvo”, diz o ex-prefeito, Jair Toledo de Paiva. Na época do crime, o suspeito foi preso e cumpriu pena.
A patrulha da polícia passa de casa em casa e faz visitas à zona rural da cidade. O Conselho de Segurança Pública e a Rede de Vizinhos Protegidos se reúnem periodicamente para discutir a segurança da cidade.
(Fontes: IBGE, ALMG, http://g1.globo.com/, www.estacoesferroviarias.com.br, http://www.asminasgerais.com.br)

Você sabia? - Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU

Mulheres entrarão em extinção, diz estudo da ONU

Você, pobre leitora que não consegue namorado, pode comemorar, porque tempos melhores vêm por aí.
De acordo com um estudo elaborado pela ONU, as mulheres serão artigo de luxo e ficarão cada vez mais disputadas porque --pasmem-- entrarão em extinção.
O estudo, reproduzido na "Economist", diz que as mulheres não terão filhas suficientes para substitui-las, a não ser que as taxas de fertilidade mudem radicalmente nos 83 países e territórios pesquisados.
Em Hong Kong, por exemplo, um grupo de mil mulheres daria à luz 547 meninas com as taxas de fertilidade atuais. Essas 547 meninas dariam origem a apenas 299 crianças do sexo feminino e assim por diante.
Nos cálculos da "Economist", que levou em conta também a idade média em que as mulheres têm filhos em cada país, em 25 gerações a população feminina do país passará de 3,75 milhões para apenas uma, que nascerá no ano 2.798.
Pelos mesmos cálculos, países como Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não verão o próximo milênio.
Mas, calma, dos países pesquisados, o Brasil é o que está na melhor situação.
Por aqui, a última mulher só vai nascer por volta do ano 5.000.
(Fonte: Folha de São Paulo em 23/08/2011)

Amor também é...

Compartilhar a dor das perdas e a alegria dos ganhos.

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft

Canção romântica


Quando eu morrer (antes de ti) não sei se ainda
vou sentir a tua mão na minha, o fogo
da tua vida fundido com o meu.
Mas mesmo assim, estejas tu distante numa rota alheia,
sei que estarás comigo neste instante,
mão na mão, boca na boca, colhendo
não um último suspiro, mas um beijo
inaugural, a selar esse destino nosso:
livres das coisas banais e das humanas tramas,
seremos, por isso mesmo, imortais.
(Lya Luft)

Fragmentos - "Secreta mirada e outros poemas"


“Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito. Somos um território protegido por muros de receio.
Quem quiser vir agora terá de ter paciência. Terá de ter sabedoria.
Mas ainda que não tenha nada disso, virá, e vai nos invadir, e vai nos desarrumar, e vamos renascer com este desconserto.
Pois estávamos fora da realidade, fora do mundo, fora de nós.
A aventura do amor nos devolve a nós mesmos.” (Lya Luft em “Secreta Mirada e outros poemas”)

Zenzando na rede


As várias Canções do Exílio - 6 - Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade também escreve a sua Nova canção do exílio, em 1945, que é dedicada a Josué Montello. Das diferentes leituras do poema Canção do Exílio que possibilitam o conhecimento da nossa pátria ao mesmo tempo em que nos reconhecemos como parte dela, é meu preferido.
Drummond, mais filosófico, reflete, em seu poema, sobre a distância da felicidade existente na sua terra natal e não tem o tom crítico de Oswald de Andrade e Murilo Mendes.
O poeta, em sua releitura, retoma a imagem do sabiá e da palmeira para idealizar um lugar indeterminado. Na construção “um sabiá, na palmeira, longe” percebe-se a indeterminação – de qual sabiá? Em que palmeira? Longe onde? Como sabiá e palmeira já estão plantados na imaginação do leitor, ele apenas os enuncia.
No final do poema, o poeta inverte a posição do sabiá/palmeira e, além de determinar “a palmeira, o sabiá”, através do uso do artigo definido, substantiva o advérbio “longe”, reforçando a ideia de exílio: o “longe”, lugar de onde veio. Esse afastamento constitui o seu exílio.
Drummond vai além do nacionalismo, discute sobre os lugares míticos que criamos na imaginação, em geral associados à terra natal: "onde tudo é belo / e fantástico: / a palmeira, o sabiá, / o longe".

Nova Canção do Exílio

Um sabiá
na palmeira, longe.

Estas aves cantam
um outro canto.

O céu cintila
sobre flores úmidas.
Vozes na mata,
e o maior amor.

Só, na noite,
seria feliz:
um sabiá,
na palmeira, longe.

Onde tudo é belo
e fantástico,
só, na noite,
seria feliz.
(Um sabiá,
na palmeira, longe.)

Ainda um grito de vida e
voltar
para onde tudo é belo
e fantástico:
a palmeira, o sabiá,
o longe.
(Carlos Drummond de Andrade)

Na vitrola aqui de casa - Cotidiano

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Zenzando na rede


Minas são muitas - Oliveira Fortes

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Oliveira Fortes

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Livramento (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeira: Nossa Senhora do Livramento
Festa da Padroeira: 8 de Setembro

Localização


História

As origens da cidade de Oliveira Fortes remontam aos tempos do Império, quando as famílias Afonso Costa Viana, Antônio Carvalho Campos e Francisco José de Oliveira Fortes se fixaram na região. Possuídos de ideias lúcidas e progressistas, deles partiu a doação que foi feita de 45 alqueires para o patrimônio de uma capela a Santana do Livramento. Os primeiros povoados cuidaram exclusivamente da agricultura e pecuária, contando com mão-de-obra escrava vinda da África e outros nativos, o que fez com o povoado experimentasse rápida prosperidade.
Em 1911, inaugurou-se a estação ferroviária da localidade, com o nome de Oliveira Fortes, em homenagem a um dos primeiros povoadores - Coronel Francisco José de Oliveira Fortes- e pai de Crispim Jacques Bias Fortes, que foi presidente (governador) do Estado de Minas Gerais de 1894 e 1898.
Houve uma nova divisão administrativa do Estado, que criou mais 97 municípios entre os quais se incluiu o de Oliveira Fortes.
O então distrito do Livramento passou a denominar-se também Oliveira Fortes e, dez anos mais tarde, foi elevado à categoria de cidade município.

Datas Históricas

1880 – Criado o Distrito criado com a denominação de Santana do Livramento, subordinado ao município de Barbacena.
1933 – O distrito passa a ser denominado Livramento, permanecendo no município de Barbacena.
1938 – O distrito passa a ser denominado novamente Santana do Livramento.
1938 – Em dezembro, o distrito volta a denominar-se Livramento.
1943 – O distrito de Livramento (ex-Santana do Livramento) passou a denominar-se Oliveira Fortes.
1953 - Elevado à categoria de município com a denominação de Oliveira Fortes e desmembrado de Barbacena.

O município

Oliveira Fortes é um município do estado de Minas Gerais. Sua população, em 2010, era de 2.123 habitantes. Ocupa uma área de 111,13 Km².
Agricultura, pecuária e indústria de lacticínio são suas principais atividades econômicas.
O município também apresenta potencial turístico, pois possui belos atrativos naturais, como as cachoeiras e piscinas naturais formadas ao longo do Rio Cambuta, que corta a cidade. Os rios Formoso e do Belo formam lagos e cachoeiras muito apreciadas pelos visitantes.
(Fontes: IBGE, ALMG, http://www.asminasgerais.com.br, http://www.acispes.com.br)

Pátria Minas - No ônibus

Mineirim, miudinho, todo tímido embarca no ônibus de Santa Rita do Sapucaí para BH. Seu colega de poltrona, um negão de 1,80 m de altura, com cara de poucos amigos.
Negão no maior ronco e mineirim todo enjoado com as curvas da estrada.
A certa altura mineirim não aguenta e vomita todo o jantar no peito do negão.
Mineirim no maior desespero e negão ainda roncando.
Chegando em Betim, negão acorda, passa a mão no peito todo melecado.
Olha indignado e confuso pro mineirim, que imediatamente bate a mão no seu ombro e pergunta:
- Cê miorô?!?!

Comercial legal - Editoras on line



Blog: Não fique possuído(a) por não saber. Em tempo, o correto é possesso.
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