sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Bão dimais - Arroz à piamontese
Arroz à piamontese
Você já foi a um restaurante, pediu aquele prato que tinha o arroz à piamontese como acompanhamento e ficou imaginando que seria trabalhoso prepará-lo em casa?
Ledo engano. Depois de testar essa receita vai ser difícil você querer comer esse prato na rua. Você vai perceber que o seu arroz vai ficar incrivelmente gostoso e vai ganhar um lugar especial no seu cardápio.
E o melhor, pode ser feito com aquele arroz que sobrou do almoço!
Ingredientes: 2 xícaras e meia (chá) de arroz * 2 colheres (sopa) de azeite * 1 cebola grande * 1 colher (sopa) bem cheia de manteiga * aproximadamente 1 litro de leite * 1 colher (café) rasa de noz-moscada * 200 gramas de queijo muçarela ralado * 50 gramas de queijo parmesão ralado * 1 caixa de creme de leite (250ml) * sal a gosto
Modo de Fazer: Comece preparando o arroz normalmente. Para esta receita utilize as duas xícaras e meia de arroz e refogue no azeite sem colocar sal. Deixe para salgar na hora da mistura. Arroz pronto? Reserve!
Numa panela maior do que a do arroz, refogue a cebola cortada em cubinhos na manteiga. Quando a cebola já estiver transparente, coloque o arroz já cozido e misture bem ao refogado. Adicione o leite até que ele cubra o arroz, e deixe levantar um pouco de fervura. Abaixe o fogo e adicione a noz-moscada, os queijos e misture bem para o queijo ir derretendo sem grudar no fundo da panela. Acrescente o creme de leite, veja se está bom de sal e vá misturando bem até que ele engrosse e fique bem cremoso. O arroz precisa ser servido imediatamente após ficar pronto, bem quente, para manter a textura cremosa.
Se sobrar arroz e quiser servi-lo em outro momento, basta adicionar um pouco mais de leite para que o preparo volte a ficar cremoso.
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com
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Serviço - XXXI Projete
Minas são muitas - Visconde do Rio Branco
“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)
Visconde do Rio Branco

Igreja Matriz de São João Batista (Foto do Miguel)
Região: Zona da Mata
Padroeiro: São João Batista
Festa do Padroeiro: 24 de Junho
Localização

História
Os primeiros habitantes do território riobranquense foram os indígenas Croatos, Cropós e Puris, procedentes do litoral fluminense, das baixadas dos Campos dos Goitacazes, onde recebiam a denominação de Goitacás.
Esses índios, após a confederação dos Tamoios, nos fins do século XVIII se viram pressionados por tribos inimigas e obrigados a deixar suas aldeias primitivas e partirem em busca de novas terras, ricas em caça, pesca e frutas, distante de selvagens agressivos. O caminho mais fácil e acessível para a fuga foi o curso a margem do Rio Paraíba do Sul e seus afluentes, os rios Pomba e Muriaé. Em seguidas migrações, subiram por esses rios vindos atingir as margens superiores dos rios Xopotó e Bagres, onde passaram a habitar, dando, assim, origem ao aparecimento de localidade, que paralela ou sucessivamente, foi denominada Xopotó dos Coroados, Aldeamento do Presídio, Aldeia do Presídio, Presídio, São João Batista do Presídio, Presídio, Visconde do Rio Branco, Rio Branco, Paranhos e, finalmente Visconde do Rio Branco.
O Município de Visconde do Rio Branco está situado na Zona da Mata, Região Sudeste do Estado de Minas Gerais. A Zona da Mata é considerada Zona silenciosa da historiografia Mineira. Seu desenvolvimento econômico e social só apareceu no século XIX. O liberalismo, o progresso que a máquina a vapor e a eletricidade trouxeram, assim como o estilo arquitetônico eclético e uma mentalidade nova caracterizam aquela época. A região não teve a influência dos Bandeirantes em sua formação. Por não se encontrarem aqui riquezas em ouro e pedras preciosas, o que era comum em outras regiões do Estado de Minas, é que a Zona da Mata teve seu processo de desenvolvimento retardado. A abertura da estrada nova para o Rio de Janeiro foi, sem dúvida, um importante marco para o progresso da Região, pois ela atravessa a Zona da Mata. Por ela saía toda a produção agrícola da região, principalmente o café, muito cultivado na Zona da Mata, no século passado. Por esse motivo, esta região tinha maior número de escravos a serviço das plantações de café. Daí começou, realmente, o progresso da Zona da Mata, com a abertura de fazendas e afluxo de pessoas para as plantações.
Visconde do Rio Branco faz parte da Zona da Mata, portanto sua história está, de certa forma, dentro deste contexto. Tem uma história bem mais recente em relação a outros lugares de Minas.
Remontando ao princípio do século XIX, veremos que a sua história ficou marcada com a instalação, em terras do Presídio de São João Batista, do Quartel de Guido Tomaz Marliére que foi o colonizador, o civilizador das Terras Presidienses e da Zona da Mata. Dessa obra participou Padre Manoel de Jesus Maria, que preparou para Marliére todos os caminhos através de seu trabalho catequético junto aos indígenas locais. Esta região, por ter grande concentração de índios, tornou-se o quartel de Guido Marliére, Diretor Geral dos Índios, cujo domínio ia do Vale do Rio Doce a Campos dos Goitacazes, no Estado do Rio de Janeiro.
Em 1881, se estabelece os foros de vila e Município para o Presídio, o qual tinha sob sua jurisdição os atuais Municípios de Visconde do Rio Branco, Guiricema, São Geraldo, Guidoval, Cataguases, Ubá, Paula Cândido, Muriaé, Miraí, Laranjal e Patrocínio do Muriaé.
Visconde do Rio Branco recebe este nome em 1882 por iniciativa do deputado José Pedro Xavier Veiga que, ao elevar a vila à categoria de cidade no dia 28 de setembro, homenageava José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, autor da Lei do Ventre Livre.
A Cana-de-Açúcar foi durante mais de cem anos, a cultura mais importante do Município. Entre 1822 e meados do século XX, a produção açucareira riobranquense passou a ter destaque estadual. Também o café teve sua época áurea no século passado, chegando mesmo a ser exportado para a Europa.
Na segunda metade do séc. XX, a fase de desenvolvimento foi interrompida devido a inúmeras crises culminando com o fechamento das usinas.
Datas Históricas
1810 – Criado o Distrito com a denominação de São João Batista do Presídio, subordinado ao município de Pomba.
1839 - Elevado à categoria de vila com a denominação de São João Batista do Presídio e desmembrado de Pomba.
1853 – É extinta a vila de São João Batista do Presídio, passando a vila á condição de distrito de município de Ubá.
1868 - Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Visconde de Rio Branco e desmembrado do município de Ubá.
1882 - Elevada à condição de cidade com a denominação de Rio Branco.
1943 – O município de Rio Branco volta a se chamar Visconde Rio Branco.
O município
Visconde do Rio Branco é um município do estado de Minas Gerais. Sua população, em 2010, era de 37.942 habitantes. Ocupa área de 243,35 Km2.
A economia local está baseada na agroindústria açucareiro, pecuária leiteira, suinocultura e avicultura.
Atualmente o município busca uma nova vocação, através de pequenas e médias indústrias. Além de fábricas de móveis, um grande número de confecções traz o desenvolvimento industrial da cidade.
A Cidade se orgulha de possuir um Conservatório Estadual de Música com 50 anos de existência, duas bandas de música: Filarmônica Rio Branco e Sociedade Musical 13 de maio, conhecidas em várias regiões de nosso estado.
Visconde do Rio Branco pode se orgulhar também de possuir uma área de preservação ambiental, a Serra da Piedade, de exuberante beleza natural, convite à prática do turismo, e de grande valor histórico.
(Fontes: IBGE, ALMG, http://www.viscondedoriobranco.mg.gov.br, http://www.ferias.tur.br, http://www.vrbhoje.com.br)
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Mario Benedetti
Bem-vinda

Penso que vais chegar diferente
não exatamente mais linda
nem mais forte
nem mais dócil
nem mais prudente
só que vais chegar diferente
como se essa temporada sem me ver
tivesse te surpreendido também
talvez porque sabes
como te penso e te levo em conta
no fim das contas a melancolia existe
mesmo que não choremos nos embarques fantasmais
nem sobre as almofadas da ternura
nem sob o céu opaco
eu melancolio
tu melancolias
e como me aporrinha que ele melancolie
teu rosto é a vanguarda
talvez chega primeiro
porque eu o pinto nas paredes
com traços invisíveis e seguros
não esqueças que teu rosto
me olha como povo
sorri e enraivece e canta
como povo
e isso te dá uma luz
inapagável
agora não tenho dúvidas
vais chegar diferente e com marcas
com novas
com profundas
com franqueza
sei que vou te querer sem perguntas
sei que vais me querer sem respostas.
(Mario Benedetti)
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Serviço - Inatel Cas@Viva realiza 5ª Passeata Ecológica
Inatel Cas@Viva realiza 5ª Passeata Ecológica
Com o objetivo de conscientizar a população santarritense sobre a importância do descarte correto de lixo eletrônico, a Cas@Viva, projeto do Inatel de alfabetização tecnológica para inclusão digital, realiza no dia 24 de setembro uma campanha com o tema "Lixo Eletrônico: Não Descarte essa Ideia".
O evento contará com a passeata ecológica de colaboradores, familiares e alunos do Inatel, da Cas@Viva e do projeto Educação Através do Esporte, a partir das 9h, do Inatel até a Praça Santa Rita. No local, será realizada coleta de todo tipo de lixo eletrônico como mouses, teclados, celulares e outros aparelhos eletrônicos de pequeno porte. Os materiais serão recolhidos das 10h às 17h.
Ao entregar o lixo eletrônico no posto de coleta, a pessoa ganha uma sacola ecológica personalizada. Este ato além de incentivar a entrega de materiais, tem como objetivo fazer com que a população reflita sobre novos hábitos de consumo consciente. Como por exemplo, a substituição de sacolas plásticas por sacolas de tecido, que podem ser utilizadas várias vezes.
De acordo com a coordenadora do Projeto Lixo Eletrônico, professora Débora Costanti Justino Ribeiro, esse tipo de atividade é importante para incentivar novos projetos de coleta de lixo eletrônico. "Em nossa região existem projetos de coleta de dejetos eletrônicos que começou a partir do dia da passeata do Inatel", disse.
Em 2011, a intenção é superar a quantidade de lixo eletrônico recolhida no ano passado
Na coleta do ano passado quase quatro toneladas de lixo eletrônico foram recolhidas e enviadas para uma empresa licenciada pelo Ibama, Fean e Conama, pois a maioria dos eletroeletrônicos possui substâncias tóxicas que não devem ser inaladas ou ingeridas e em contato com o solo, contaminam a terra e os lençóis freáticos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 3471-9391 .
Persona - Sophia Loren
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Persona - Lya Luft
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Em poucas palavras - Provérbio popular
Só se atira pedra em árvores que dão frutos. (Provérbio popular)
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Dica de diversão - Sobre sonhos e esperança
Peça teatral retrata os dissabores da vida de um professor em texto baseado na obra de Paulo Freire
“Sobre sonhos e esperança” mostra como a pedagogia pode estimular a transformação social
O Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel, por intermédio do seu Programa Inatel Cultural, apresenta na noite desta sexta-feira, 16 de setembro, a peça teatral “Sobre sonhos e esperança”, do grupo teatral paulistano Cia. Arte Tangível. Com texto baseado nas reflexões de Paulo Freire, renomado educador brasileiro, o espetáculo aponta a pedagogia com importante instrumento de transformação social.
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A peça
Tudo se passa numa sala de aula, onde o cenário simples, composto por carteiras escolares e uma lousa, vai se transformando e explodindo em camadas de significado simbólico. Uma professora de escola pública, atormentada pelo cotidiano da escola que assim se expressa: “Os alunos são uns ignorantes, são indisciplinados, falta-lhes concentração, motivação, por isso não aprendem nada!” Pressionada pela coordenação e pais de alunos, a professora sonha até em tirar uma licença médica permanente e não pisar mais na escola. Pensa até em fugir para um transatlântico e encontrar com o Roberto Carlos! É neste instante que surge a figura de Paulo Freire. O educador passa a acompanhar a professora no seu dia a dia escolar. A princípio a professora sente-se incomodada com sua presença e sonhos de uma educação transformadora. Aos poucos a professora deixa-se contagiar por novos valores e, extremamente entusiasmada com a infinidade de possibilidades que surgem a sua frente, passa a sonhar com soluções mágicas.
“Sobre sonhos e esperança” é escrita por Thomas Holesgrovre e Luciana Saul que conheceu Paulo Freire e seus pensamentos através de sua mãe, a educadora Ana Maria Saul, que trabalhou com ele durante 17 anos na PUC-SP.
Inatel Cultural
Teatro “Sobre sonhos e esperança”
Dia 16 de setembro, 20h, Teatro Inatel - Santa Rita do Sapucaí, MG
Entrada gratuita, por ordem de chegada, 30 minutos antes do início do espetáculo
Classificação etária: Não recomendada para menores de 8 anos
O Teatro Inatel possui capacidade para 820 pessoas, sendo 14 posições para cadeirantes.
Informações: inatelcultural@inatel.br - (35) 3471.9397
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Dica de diversão
Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Hilda Hilstr
Para poder morrer

Para poder morrer
Guardo insultos e agulhas
Entre as sedas do luto.
Para poder morrer
Desarmo as armadilhas
Me estendo entre as paredes
Derruídas
Para poder morrer
Visto as cambraias
E apascento os olhos
Para novas vidas
Para poder morrer apetecida
Me cubro de promessas
Da memória.
Porque assim é preciso
Para que tu vivas.
(Hilda Hilst)
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