segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Fragmentos - "O Ovo Apunhalado"

Primeiro você cai num poço. Mas não é ruim cair num poço assim de repente? No começo é. Mas você logo começa a curtir as pedras do poço. O limo do poço. A umidade do poço. A água do poço. A terra do poço. O cheiro do poço. O poço do poço. Mas não é ruim a gente ir entrando nos poços dos poços sem fim? A gente não sente medo? A gente sente um pouco de medo mas não dói. A gente não morre? A gente morre um pouco em cada poço. E não dói? Morrer não dói. Morrer é entrar noutra. E depois: no fundo do poço do poço do poço do poço você vai descobrir quê.
(Caio Fernando Abreu em “O Ovo Apunhalado”)

Ninguém vive sem um pouco de poesia - Cecília Meireles

Conheço a residência da dor


Conheço a residência da dor.
É um lugar afastado,
Sem vizinhos, sem conversa, quase sem lágrimas,
Com umas imensas vigílias diante do céu.

A dor não tem nome,
Não se chama, não atende.
Ela mesma é solidão:
Nada mostra, nada pede, não precisa.
Vem quando quer.

O rosto da dor está voltado sobre um espelho,
Mas não é rosto de corpo,
Nem o seu espelho é do mundo.

Conheço pessoalmente a dor.
A sua residência, longe,
Em caminhos inesperados.

Às vezes sento-me à sua porta, na sombra das suas árvores.
E ouço dizer:
"Quem visse, como vês, a dor, já não sofria".
E olho para ela, imensamente.
Conheço há muito tempo a dor.
Conheço-a de perto.
Pessoalmente.
(Cecília Meireles)

Pátria Minas - O crachá

Um agente da Polícia Federal vai a uma fazenda, em Formiga, MG, e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Preciso inspecionar sua fazenda por suspeita de plantação ilegal de maconha!
O fazendeiro diz:
- Sim, senhor, mas não vá naquele campo ali - e aponta para uma certa área.
O agente, enfurecido e cheio de arrogância, grita indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero, e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o agente do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo "Santa Gertrudes", o maior touro da fazenda.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O agente está apavorado!
O fazendeiro, mineirinho muito educado e solícito, larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- O cracháááááá!!!!!! Mostra o crachá pra ele...

Persona - Paul Newman

Paul Leonard Newman (Shaker Heights, 26 de Janeiro de 1925 – Wesport, 26 de Setembro de 2008)

domingo, 25 de setembro de 2011

Serviço - FAI (MG) abre inscrições para o Vestibular 2012

FAI (MG) abre inscrições para o Vestibular 2012

Estão abertas as inscrições do Vestibular 2012 da FAI (Faculdade de Administração e Informática).

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de novembro, no site www.fai-mg.br ou pessoalmente no campus da FAI, em Santa Rita do Sapucaí. O valor das inscrições varia com o período e privilegia o candidato que se inscreve mais cedo: até o dia 30 de setembro é R$25,00; de 1º a 31 de outubro será R$30,00 e do dia 1º a 18 de novembro o valor será de R$ 35,00.

Para quem for utilizar a nota do Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, as inscrições devem ser feitas até o dia 10 de novembro.

São oferecidas 180 vagas para o curso de Administração no período noturno e 60 para o diurno. Para o curso de Sistemas de Informação são oferecidas 50 vagas para o período diurno e 50 para o noturno. Já para o curso de Pedagogia são oferecidas 100 vagas para o período noturno e 100 para o diurno.

As provas serão realizadas dia 19 de novembro em Santa Rita do Sapucaí (FAI), Pouso Alegre (Colégio São José) e Itajubá (E.E. Major João Pereira).

Mais informações: www.fai-mg.br

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Você sabia? - Dia do Sorvete

Dia do Sorvete

Para comemorar o início da primavera e o aumento gradual da temperatura, o Brasil comemora hoje o Dia do Sorvete.
Como muitas coisas na história da gastronomia, as versões para o surgimento do sorvete são diversas e controversas, cercadas de lendas.
Uma delas é que o primeiro relato de sorvete teria sido registrado na China 3.000 anos atrás. Os chineses misturavam a neve a uma pasta de leite, como as raspadinhas ainda hoje comuns nos bairros e no interior do Brasil.
Outra é que o imperador Nero, de Roma, mandava escravos buscar neve nas montanhas para misturá-la a sucos, mel e polpa de frutas.
No início do século 14, o veneziano Marco Polo voltou de sua famosa viagem ao Oriente. Além de introduzir o macarrão na Europa, Polo trouxe uma receita para fazer sorvetes de água, muito parecidos com os atuais.
No século 17, quando o monarca Francisco I esteve em campanha na Itália, decidiu levar para seu filho, o Duque de Orleans, uma noiva, Catarina de Médicis. A ela atribui-se a introdução do sorvete na França. Neste mesmo país, em 1660, Procopio Coltelli inaugurou, em Paris, a primeira sorveteria do mundo.
A neta de Catarina de Médicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Os colonizadores britânicos levaram o sorvete para os Estados Unidos.
Em 1851 os Estados Unidos viveram um dos momentos mais importantes da história do sorvete: o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em grande escala e sendo copiado por outros em Washington, Boston e Nova York.
Em 1879, também nos Estados Unidos, é inventado o "Ice Cream Soda". O aparecimento da casquinha possui duas versões: uma de que teria surgido em 1896 na Itália, e outra que diz que ela foi inventada em 1904 nos EUA. O picolé apareceu na Itália no início do século 20.
A primeira sorveteria brasileira nasceu em 1835, quando um navio americano aportou no Rio de Janeiro com 270 toneladas de gelo. Dois comerciantes compraram o carregamento e passaram a vender sorvetes de frutas. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo após o preparo. As sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo.
No Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do movimento de liberação feminina. Para saboreá-lo, a mulher praticou um de seus primeiros atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias, lugares ocupados até então quase que exclusivamente pelos homens.
Evoluindo a passos curtos, esta guloseima só teve distribuição no país em escala industrial em 1941, quando foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a U.S. Harkson do Brasil.
Embora os EUA sejam os maiores produtores e consumidores de sorvete do mundo, os italianos têm fama de fazer os melhores do mundo.
É imensa a variedade existente de sabores, cores e formatos, assim como as combinações. Geralmente, o sorvete é servido como sobremesa de forma individual, ou acompanhamento para frutas, bolos, tortas, panquecas, etc. Também é possível incrementar com diversas caldas. E é consumido em qualquer clima.

Curiosidades sobre o Sorvete

- A taça de sorvete "sundae" surgiu no início do século 20, nos Estados Unidos, e era servida aos domingos ("Sunday", em inglês, significa domingo). O invento recebeu uma grafia diferente porque este era considerado um dia sagrado.
- Em 1846, a norte-americana Nancy Johnson inventou um congelador que funcionava com uma manivela que, quando girada manualmente, agitava uma mistura de vários ingredientes. Na parte de baixo, havia uma camada de sal e gelo, que a congelava. Era a precursora das primeiras máquinas industriais de sorvete.
- No início, no Rio de Janeiro, o gelo era envolto em serragem e enterrado em grandes covas para que não derretesse. Ele chegava a durar cinco meses, tempo suficiente para que os sorveteiros mantivessem na população carioca o gosto pelo sorvete.
- Nos EUA, maior consumidor de sorvete no mundo, foi instituído o Dia Nacional do Sorvete. É o dia 14 de julho, mês que também é considerado o Mês Nacional do Sorvete.
(Fontes: http://www1.folha.uol.com.br, http://www.lafrione.com.br)

Na vitrola aqui de casa - Primavera

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Bão dimais - Arroz à piamontese

Arroz à piamontese

Você já foi a um restaurante, pediu aquele prato que tinha o arroz à piamontese como acompanhamento e ficou imaginando que seria trabalhoso prepará-lo em casa?
Ledo engano. Depois de testar essa receita vai ser difícil você querer comer esse prato na rua. Você vai perceber que o seu arroz vai ficar incrivelmente gostoso e vai ganhar um lugar especial no seu cardápio.
E o melhor, pode ser feito com aquele arroz que sobrou do almoço!

Ingredientes: 2 xícaras e meia (chá) de arroz * 2 colheres (sopa) de azeite * 1 cebola grande * 1 colher (sopa) bem cheia de manteiga * aproximadamente 1 litro de leite * 1 colher (café) rasa de noz-moscada * 200 gramas de queijo muçarela ralado * 50 gramas de queijo parmesão ralado * 1 caixa de creme de leite (250ml) * sal a gosto
Modo de Fazer: Comece preparando o arroz normalmente. Para esta receita utilize as duas xícaras e meia de arroz e refogue no azeite sem colocar sal. Deixe para salgar na hora da mistura. Arroz pronto? Reserve!
Numa panela maior do que a do arroz, refogue a cebola cortada em cubinhos na manteiga. Quando a cebola já estiver transparente, coloque o arroz já cozido e misture bem ao refogado. Adicione o leite até que ele cubra o arroz, e deixe levantar um pouco de fervura. Abaixe o fogo e adicione a noz-moscada, os queijos e misture bem para o queijo ir derretendo sem grudar no fundo da panela. Acrescente o creme de leite, veja se está bom de sal e vá misturando bem até que ele engrosse e fique bem cremoso. O arroz precisa ser servido imediatamente após ficar pronto, bem quente, para manter a textura cremosa.
Se sobrar arroz e quiser servi-lo em outro momento, basta adicionar um pouco mais de leite para que o preparo volte a ficar cremoso.
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com

Zenzando na rede

Serviço - XXXI Projete

Click na imagem para ver em tamanho maior.

Minas são muitas - Visconde do Rio Branco

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Visconde do Rio Branco

Igreja Matriz de São João Batista (Foto do Miguel)

Região: Zona da Mata
Padroeiro: São João Batista
Festa do Padroeiro: 24 de Junho

Localização


História

Os primeiros habitantes do território riobranquense foram os indígenas Croatos, Cropós e Puris, procedentes do litoral fluminense, das baixadas dos Campos dos Goitacazes, onde recebiam a denominação de Goitacás.
Esses índios, após a confederação dos Tamoios, nos fins do século XVIII se viram pressionados por tribos inimigas e obrigados a deixar suas aldeias primitivas e partirem em busca de novas terras, ricas em caça, pesca e frutas, distante de selvagens agressivos. O caminho mais fácil e acessível para a fuga foi o curso a margem do Rio Paraíba do Sul e seus afluentes, os rios Pomba e Muriaé. Em seguidas migrações, subiram por esses rios vindos atingir as margens superiores dos rios Xopotó e Bagres, onde passaram a habitar, dando, assim, origem ao aparecimento de localidade, que paralela ou sucessivamente, foi denominada Xopotó dos Coroados, Aldeamento do Presídio, Aldeia do Presídio, Presídio, São João Batista do Presídio, Presídio, Visconde do Rio Branco, Rio Branco, Paranhos e, finalmente Visconde do Rio Branco.
O Município de Visconde do Rio Branco está situado na Zona da Mata, Região Sudeste do Estado de Minas Gerais. A Zona da Mata é considerada Zona silenciosa da historiografia Mineira. Seu desenvolvimento econômico e social só apareceu no século XIX. O liberalismo, o progresso que a máquina a vapor e a eletricidade trouxeram, assim como o estilo arquitetônico eclético e uma mentalidade nova caracterizam aquela época. A região não teve a influência dos Bandeirantes em sua formação. Por não se encontrarem aqui riquezas em ouro e pedras preciosas, o que era comum em outras regiões do Estado de Minas, é que a Zona da Mata teve seu processo de desenvolvimento retardado. A abertura da estrada nova para o Rio de Janeiro foi, sem dúvida, um importante marco para o progresso da Região, pois ela atravessa a Zona da Mata. Por ela saía toda a produção agrícola da região, principalmente o café, muito cultivado na Zona da Mata, no século passado. Por esse motivo, esta região tinha maior número de escravos a serviço das plantações de café. Daí começou, realmente, o progresso da Zona da Mata, com a abertura de fazendas e afluxo de pessoas para as plantações.
Visconde do Rio Branco faz parte da Zona da Mata, portanto sua história está, de certa forma, dentro deste contexto. Tem uma história bem mais recente em relação a outros lugares de Minas.
Remontando ao princípio do século XIX, veremos que a sua história ficou marcada com a instalação, em terras do Presídio de São João Batista, do Quartel de Guido Tomaz Marliére que foi o colonizador, o civilizador das Terras Presidienses e da Zona da Mata. Dessa obra participou Padre Manoel de Jesus Maria, que preparou para Marliére todos os caminhos através de seu trabalho catequético junto aos indígenas locais. Esta região, por ter grande concentração de índios, tornou-se o quartel de Guido Marliére, Diretor Geral dos Índios, cujo domínio ia do Vale do Rio Doce a Campos dos Goitacazes, no Estado do Rio de Janeiro.
Em 1881, se estabelece os foros de vila e Município para o Presídio, o qual tinha sob sua jurisdição os atuais Municípios de Visconde do Rio Branco, Guiricema, São Geraldo, Guidoval, Cataguases, Ubá, Paula Cândido, Muriaé, Miraí, Laranjal e Patrocínio do Muriaé.
Visconde do Rio Branco recebe este nome em 1882 por iniciativa do deputado José Pedro Xavier Veiga que, ao elevar a vila à categoria de cidade no dia 28 de setembro, homenageava José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, autor da Lei do Ventre Livre.
A Cana-de-Açúcar foi durante mais de cem anos, a cultura mais importante do Município. Entre 1822 e meados do século XX, a produção açucareira riobranquense passou a ter destaque estadual. Também o café teve sua época áurea no século passado, chegando mesmo a ser exportado para a Europa.
Na segunda metade do séc. XX, a fase de desenvolvimento foi interrompida devido a inúmeras crises culminando com o fechamento das usinas.

Datas Históricas

1810 – Criado o Distrito com a denominação de São João Batista do Presídio, subordinado ao município de Pomba.
1839 - Elevado à categoria de vila com a denominação de São João Batista do Presídio e desmembrado de Pomba.
1853 – É extinta a vila de São João Batista do Presídio, passando a vila á condição de distrito de município de Ubá.
1868 - Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Visconde de Rio Branco e desmembrado do município de Ubá.
1882 - Elevada à condição de cidade com a denominação de Rio Branco.
1943 – O município de Rio Branco volta a se chamar Visconde Rio Branco.

O município

Visconde do Rio Branco é um município do estado de Minas Gerais. Sua população, em 2010, era de 37.942 habitantes. Ocupa área de 243,35 Km2.
A economia local está baseada na agroindústria açucareiro, pecuária leiteira, suinocultura e avicultura.
Atualmente o município busca uma nova vocação, através de pequenas e médias indústrias. Além de fábricas de móveis, um grande número de confecções traz o desenvolvimento industrial da cidade.
A Cidade se orgulha de possuir um Conservatório Estadual de Música com 50 anos de existência, duas bandas de música: Filarmônica Rio Branco e Sociedade Musical 13 de maio, conhecidas em várias regiões de nosso estado.
Visconde do Rio Branco pode se orgulhar também de possuir uma área de preservação ambiental, a Serra da Piedade, de exuberante beleza natural, convite à prática do turismo, e de grande valor histórico.
(Fontes: IBGE, ALMG, http://www.viscondedoriobranco.mg.gov.br, http://www.ferias.tur.br, http://www.vrbhoje.com.br)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Na vitrola aqui de casa - Crime Passional

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Mario Benedetti

Bem-vinda


Penso que vais chegar diferente
não exatamente mais linda
nem mais forte
nem mais dócil
nem mais prudente
só que vais chegar diferente
como se essa temporada sem me ver
tivesse te surpreendido também
talvez porque sabes
como te penso e te levo em conta

no fim das contas a melancolia existe
mesmo que não choremos nos embarques fantasmais
nem sobre as almofadas da ternura
nem sob o céu opaco

eu melancolio
tu melancolias
e como me aporrinha que ele melancolie

teu rosto é a vanguarda
talvez chega primeiro
porque eu o pinto nas paredes
com traços invisíveis e seguros

não esqueças que teu rosto
me olha como povo
sorri e enraivece e canta
como povo
e isso te dá uma luz
inapagável
agora não tenho dúvidas
vais chegar diferente e com marcas
com novas
com profundas
com franqueza

sei que vou te querer sem perguntas
sei que vais me querer sem respostas.
(Mario Benedetti)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Serviço - Inatel Cas@Viva realiza 5ª Passeata Ecológica

Inatel Cas@Viva realiza 5ª Passeata Ecológica

Com o objetivo de conscientizar a população santarritense sobre a importância do descarte correto de lixo eletrônico, a Cas@Viva, projeto do Inatel de alfabetização tecnológica para inclusão digital, realiza no dia 24 de setembro uma campanha com o tema "Lixo Eletrônico: Não Descarte essa Ideia".
O evento contará com a passeata ecológica de colaboradores, familiares e alunos do Inatel, da Cas@Viva e do projeto Educação Através do Esporte, a partir das 9h, do Inatel até a Praça Santa Rita. No local, será realizada coleta de todo tipo de lixo eletrônico como mouses, teclados, celulares e outros aparelhos eletrônicos de pequeno porte. Os materiais serão recolhidos das 10h às 17h.
Ao entregar o lixo eletrônico no posto de coleta, a pessoa ganha uma sacola ecológica personalizada. Este ato além de incentivar a entrega de materiais, tem como objetivo fazer com que a população reflita sobre novos hábitos de consumo consciente. Como por exemplo, a substituição de sacolas plásticas por sacolas de tecido, que podem ser utilizadas várias vezes.
De acordo com a coordenadora do Projeto Lixo Eletrônico, professora Débora Costanti Justino Ribeiro, esse tipo de atividade é importante para incentivar novos projetos de coleta de lixo eletrônico. "Em nossa região existem projetos de coleta de dejetos eletrônicos que começou a partir do dia da passeata do Inatel", disse.

Em 2011, a intenção é superar a quantidade de lixo eletrônico recolhida no ano passado

Na coleta do ano passado quase quatro toneladas de lixo eletrônico foram recolhidas e enviadas para uma empresa licenciada pelo Ibama, Fean e Conama, pois a maioria dos eletroeletrônicos possui substâncias tóxicas que não devem ser inaladas ou ingeridas e em contato com o solo, contaminam a terra e os lençóis freáticos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 3471-9391 .

Persona - Sophia Loren

Sofia Villani Scicolone (Sophia Loren), (Roma, 20 de Setembro de 1934)
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