sábado, 29 de outubro de 2011

Santa Rita em vídeo - Feira no Inatel apresenta novidades tecnológicas em Santa Rita do Sapucaí

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Gostei... - Dia D

Dia D

Espalhe-se a ideia, tão simples quanto ambiciosa: transformar o dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, num dia de grande comemoração.
Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.
Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra.
Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas.

Dia D. Dia de Drummond.

Uma realização do Instituto Moreira Salles. Clic aqui e saiba mais.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Gostei... - Dia do Flamenguista

Dia do Flamenguista


Em 2007, o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, César Maia, tombou a Torcida do Flamengo como Patrimônio Cultural da Cidade por promover espetáculos de alegria no Maracanã e em diversos estádios, instituindo também, o Dia do Flamenguista, comemorado em 28 de Outubro, mesmo dia do padroeiro do Flamengo, São Judas Tadeu.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dica de leitura - Itaú

Outro dia vi, no Facebook, uma dica de como receber livros infantis grátis através do site do Itaú. Há alguns anos já tinha participado de outra promoção da instituição e sabia que realmente funcionava. Fiz meu cadastro e, em aproximadamente uma semana, minha filhota ganhou mais três livros: Chapeuzinho Amarelo (vamos doar para uma creche, porque esse ela já tinha), A Festa no Céu e Adivinha Quanto Eu Te Amo. Basta entrar no link www.itau.com.br/itaucrianca, fazer o cadastro e esperar.

Zenzando na rede

As várias Canções do Exílio - 9 - Mário Quintana

O poeta gaúcho Mário Quintana também fez uma releitura da Canção do Exílio de Gonçalves Dias. No poema “Uma Canção”, de 1962, não há o exílio físico, mas um olhar crítico em relação a sua terra. É o se sentir exilado na sua própria terra, no lugar “onde?” e no tempo “agora?”. Por não se adaptar nem ao lugar e nem à realidade acaba por negar as palmeiras e os sabiás e, assim, “As aves invisíveis cantam em palmeiras que não há”.
Finalmente constata que se a terra é ingrata também é ingrato o filho, e passa a cantar a Canção do Exílio mesmo estando em seu torrão natal.

Uma Canção

Minha terra não tem palmeiras...
E em vez de um mero sabiá,
Cantam aves invisíveis
Nas palmeiras que não há.

Minha terra tem relógios,
Cada qual com sua hora
Nos mais diversos instantes...
Mas onde o instante de agora?

Mas onde a palavra "onde"?
Terra ingrata, ingrato filho,
Sob os céus da minha terra
Eu canto a Canção do Exílio!
(Mário Quintana)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Gostei... - De Steve.Jobs@com para Dilma@gov

De Steve.Jobs@com para Dilma@gov

Elio Gaspari, O Globo

Senhora presidente,

Eu pensei em escrever para a senhora em duas ocasiões. Na primeira, quando a sua burocracia tributária disse que o iPad não era um computador, porque não tinha teclado. Nunca ouvi tamanha besteira. Na segunda, quando soube que a senhora usava um iPad (achou o teclado?).
Desisti porque algum Bozo diria que estava defendendo meus interesses. Resolvi fazê-lo agora porque vim para cá e acaba de ser publicada por aí a minha biografia, escrita pelo Walter Isaacson. Eu acho que ele foi bonzinho. Diz 34 vezes que eu tenho um "campo de distorção da realidade". Maneira elegante para mostrar que fui um refinado mentiroso.
A senhora já se deu conta de que, no Brasil, eu e os meus produtos somos tratados como estorvos? Por causa dos impostos os iPods, os iPhones e os iPads vendidos na sua terra são os mais caros do mundo.
Quem traz um MacAir na volta de uma viagem paga R$ 650 de impostos. Se trouxer máquina fotográfica, paga nada. Mais: pode comprar, no desembarque, US$ 500 de bebidas alcoólicas. Vocês importam mais lixo e roupas usadas do que computadores Apple.
Agora mesmo, a Foxconn negocia com seu governo a montagem de iPads no Brasil. Não acompanho essa conversa, mas o Alan Turing (aquele gênio gay que se matou comendo uma maçã com cianeto) me contou uma história de "transferência de tecnologia" e percentagem de componentes nacionais.
Isso é bullshit. Transferimos o que nos convém transferir, desde que a produção brasileira tenha preços competitivos. Fora disso, nem pensar.
A senhora tem no Brasil uma artilharia de interesses que atrasaram o progresso do país em vinte anos na área dos computadores (hoje o atraso está nuns dez). Lembra da "reserva de mercado"? Até meados dos anos 80, seria mais fácil para mim entrar no Brasil com um pacote de pastilhas de LSD do que com um Mac.
Enquanto isso, alguns bobalhões montaram em São Paulo um galpão para clonar minhas máquinas. Garantiram-me que a senhora defendia essa maluquice. Não acredito.
Eu soube que há prefeituras comprando lotes de iPads. Falam até num projeto de um tablet (seja lá de quem for) para cada um dos 7 milhões de estudantes brasileiros. Não permita isso, dona Dilma, eles não querem melhorar a educação, querem rapinar os contribuintes. Seu programa de Um Computador por Aluno é um engano administrativo a serviço da marquetagem política e do bem-estar dos fornecedores.
Outro dia pararam de pagar a capacitação de professores, mas continuaram a pagar as máquinas. Seu governo quer levar computadores para as escolas? Treine os mestres, dê um bônus a cada família e ela compra a máquina que quiser.
A senhora já notou como o mercado de e-books brasileiros está atrasado? Pois pense no tamanho do negócio dos livros didáticos. Seu programa de distribuição gratuita desses livros é o maior do mundo, depois do chinês. Imagine esse mercado dentro de dez anos, quando os tablets escolares custarem menos de US$ 50.
Façamos de conta que estamos na Apple. Esse cenário pedirá novos produtos, novas editoras e novos modelos de livros. Eu faria assim: ponha dois sujeitos para pensar só nisso. Um para projetar boas ideias. Outro para enxotar más ideias trazidas por bons amigos.

Atenciosamente

Steve Jobs.

Persona - Milton Nascimento

Milton Nascimento (Rio de Janeiro, 266 de Outubro de 1942)

Blog: Um carioca mineiríssimo.

Na vitrola aqui de casa - Escrito nas estrelas


Blog: Em 1985, no dia 26 de Outubro, essa música ganhava o Festival dos Festivais da TV Globo.Teve minha torcida.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Santa Rita é notícia - No Sul de Minas, exportar é o negócio

No Sul de Minas, exportar é o negócio

340 empresas que exportam de café a produtos eletroeletrônicos e mobilizam a economia na segunda região mais rica do Estado.

A exportação é um grande negócio do Sul de Minas. A região é a segunda maior exportadora do estado e tem aumentado sua participação nas vendas ao exterior graças à uma indústria diversificada e à boa qualidade do café que produz. Em 2010, os embarques somaram US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 37,4% em comparação com 2009. Um escrete de 340 empresas mobiliza esse mercado, exportando café e derivados, produtos metalúrgicos, material de transporte e componentes, minérios, eletroeletrônicos e uma variedade de outros produtos. Entre as estrelas desse time está a Cooxupé, cooperativa regional dos cafeicultores de Guaxupé que, sozinha, embarcou US$ 348 milhões no ano passado. "A demanda por café no mercado internacional cresceu muito no último ano", diz Lúcio de Araújo Dias, superintendente comercial da cooperativa.
Toda vez que o mercado do café entra em alta, o Sul de Minas festeja. Afinal, a região concentra 50% da produção mineira de café, ou 25% da produção nacional. Além disso, o solo e o clima de montanha da serra da Mantiqueira contribuem para a produção de cafés especiais, que concorrem com os melhores do mundo e são muito apreciados pelos consumidores da Itália, do Japão e dos Estados Unidos. Em Carmo de Minas, Ralph de Castro, produtor e presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores do Vale do Rio Verde (Cocarive), conta que praticamente todo o grão que sai de lá vai para fora do país. “Só para a italiana Illy, vendemos 10 mil dos 50 mil sacos de café especial que produzimos em 2011."
A produção de cafés especiais tem atraído cada vez mais produtores, pois os preços são recompensadores. Um saco de 60 kg de café comum é vendido a R$ 480 enquanto o especial alcança R$ 600 ou mais -- em Carmo de Minas, um saco de café premiado num concurso da Emater chegou a ser vendido por R$ 8.100.
Alguns produtores miraram o consumidor final e apostam nos cafés gourmets, como fez o Café Unique, que acaba de inaugurar uma cafeteria em São Lourenço, onde serve os cafés cítricos, frutados e blends. Com a industrialização, 50 quilos do produto saem a R$ 9 mil, calculados a partir do número de xícaras. A idéia é estimular o consumo de cafés gourmets pelos turistas. “Desde 2009 oferecemos a eles a rota do café", diz Hélcio Júnior, diretor comercial da Unique Cafés. Só em 2010, São Lourenço recebeu 600 mil turistas. É o segundo maior pólo hoteleiro de Minas.
Na agricultura, ao lado das atividades econômicas tradicionais, o Sul de Minas também trabalha para abrir novas frentes. É o que vem ocorrendo em Maria da Fé, Delfim Moreira e outros 38 municípios, onde produtores investem no cultivo das oliveiras, de olho do promissor mercado do azeite. Nilton Caetano de Oliveira, gerente da Empresa de Pesquisa e Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e presidente da Associação dos Olivivultores dos contrafortes da Mantiqueira, conta que em 2005 só existiam 500 plantas na região. Hoje, são 300 mil, plantadas em 600 hectares. “Em 2010 produzimos 2 toneladas de azeite. A expectativa é que em 2015 essa produção seja de 600 mil toneladas.
Segunda região mais rica do estado, dona de um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 12,86 bilhões, correspondente a 14,3% do PIB estadual, o Sul se beneficia de sua localização privilegiada, próxima da região Central do estado e também de São Paulo, o que explica a presença de grandes empresas, como Helibrás, em Itajubá, única fabricante de helicópteros da América do Sul, Philips, Walita e Alstom, e a multiplicidade de pequenas e médias empresas.
O Polo tecnológico de Santa Rita do Sapucaí (Itajubá, Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre e Varginha), é o principal do estado. São mais de 230 empresas, a maioria de pequeno e médio porte, com faturamento anual de R$ 3 bilhões. Elas produzem equipamentos de telecomunicações, informática, automação industrial e comercial, equipamentos industriais, e prestação de serviços. Empresas como a Qualitronix (fabricante de reatores, relés fotoelétricos e dimmers) são uma amostra de como a proximidade dos grandes mercados consumidores estimula a economia local. “Este ano, nosso faturamento vai crescer 20%”, diz Anicheler Ribeiro Simões Santos, gerente comercial da Qualitronix, que vendeu R$ 6 milhões no ano passado e atribui esse crescimento ao aquecimento da construção civil.
Além de favorecer a indústria, a proximidade com São Paulo representa uma vantagem para o setor do turismo. Localizado no Vale Verde, o município mudou de cara nos últimos cinco anos, período no qual viu sua principal atividade econômica, a agricultura, ser substituída pelo turismo. São 725 leitos, distribuídos por 94 hotéis e pousadas. A cidade tem 30 restaurantes e recebe uma média de 2.500 turistas a cada fim de semana de alta temporada. O crescimento em comparação com 2005 é de 50%. Fernanda Kurebyashi deixou o mercado financeiro paulista e há nove anos mudou-se de mala e cuia para Gonçalves, onde aposta no negócio das geléias com especiarias. "Quando começamos aqui comprávamos um saco de açúcar no supermercado. Hoje, compramos 50 sacos de açúcar orgânico a cada 15 dias. O turismo mudou a realidade aqui."
(Fonte: Zulmira Furbino – Estado de Minas em 19/10/2011)

Na vitrola aqui de casa - Olha

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