Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de
1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935)
sábado, 30 de novembro de 2013
Persona - Fernando Pessoa
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Dica de diversão - Imperdível!!!
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Bola de Natal
Bola de Natal
Natal
chegando.... Hora de enfeitar a casa! Que tal fazer sua própria bola de Natal?
É
fácil e você pode fazê-la reciclando os cartões de Natal antigo e em diferentes
tamanhos.
Uma
boa ideia é fazê-la com fotos das pessoas da família...
1) Comece por cortar 21 círculos. Um deles servirá
como molde para que todos sejam depois dobrados de forma igual.
2) Estas são as instruções para se fazer o molde. (1)
Pegue um dos círculos. (2) Dobre-o ao meio. (3) Dobre ao meio novamente para
fazer um X em seu círculo. (4) Dobre uma pequena parte para o meio. (5) Dobre outra
parte de tamanho igual para o meio, sobrepondo à primeira parte. (6) Dobre a
terceira parte sobre as outras, criando um triângulo (tente manter as partes
tão iguais quanto possível). (7) Cortar as abas, deixando seu triângulo
equilátero (todos os lados iguais) como o modelo. (8) Agora que você já tem o
molde, basta coloca-lo sobre outro círculo e dobrá-lo acompanhando o molde. (9)
Remova o molde e você tem a peça básica que vai fazer a sua bola de Natal.
Repita a operação para todos os outros círculos.
3) Tome 10 de suas peças e alinhe-as, alternando a ponta
do triângulo para cima e para baixo.
4) Cole as abas laterais dos triângulos formando uma
tira. É bom colocar um clips ou prendedor de roupa e esperar a cola secar para
juntá-los bem.
5) Agora cole o começo e o final da tira e cole. Aqui
está como deve ficar depois da colagem. Esta será a parte do meio do seu
ornamento. Reserve.
6) Separe as 10 peças restantes em duas porções com
5 círculos cada uma como na figura acima. Posicione os triângulos com as pontas
para o centro.
7) Cole as abas que se encontram. Você terá duas
peças de cúpula.
8) Cole uma cúpula na peça reservada no passo 5.
9) Vire o trabalho e cole a outra cúpula. E aqui
está o trabalho acabado!
10) Para pendurar na árvore de Natal, basta fazer um
furo em uma das abas e passar um cordão.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
Dica - Cidade criativa, cidade feliz
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Dica - Lançamento do livro "Os gols de Pizzatinho no campo e na vida"
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Persona - Ary Barroso
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Historinhas - Por mares nunca dantes navegados
Por
mares nunca dantes navegados
Desde
menina que tenho essa mania de tentar descobrir o que as pessoas estão
pensando. Na missa dominical das crianças, mal sabia a Dona Maria Trindade que
aquela menina de carinha contrita estava na verdade passeando em outro paraíso
– o da imaginação. Ficava ali sentadinha com a cara mais santa do mundo, como
quem prestava a maior atenção em tudo o que o Padre José dizia, mas os olhos
teimavam em dar uma voltinha com o rabo do olho para ver se pescava alguma
coisa mais interessante que os textos sagrados. Quase sem querer me deparava
com os olhos de uma senhora. Suas pupilas giravam sem parar e logo eu achava
que elas formavam um ponto de interrogação e pensava:
_
Será que ela esqueceu o feijão no fogo? Ou foi o ferro elétrico que ficou
ligado? e isto eu pensava lembrando de minha mãe. Sempre que saíamos de casa e,
já estávamos quase na esquina, ela resolvia fazer estas benditas perguntas. E
eu respondia:
_
Desligou, mamãe.
Mas
a consciência pesava e eu ponderava:
_
Não sei, acho que desligou.
Santa
consciência! Lá ia eu morro acima verificar se o fogão e o ferro elétrico
estavam desligados.
E
eu voltava novamente a olhar a mulher e refletia. Se ela não esperar a benção
final é porque está mesmo achando que deixou algo ligado. Muitas vezes me
esquecia de me certificar desta ponderação no final da missa, pois já tinha ido
navegar por outros mares.
Pesquisava
novamente, procurando por uma nova vítima. Ah! Achei o véu mais bonito da
igreja! Era a Dona Maria Teresa Capistrano com seu véu preto com flores
acinzentadas. Como não achava cinza uma cor bonita, enxergava aquelas flores
todas prateadas e brilhando. Meu Deus! Ela hoje está com a expressão muito
preocupada. Algum dos seus filhos deve estar doente... Imediatamente contava
um, dois, três... Seis. Mas será que são sete filhos que ela tem? Por que não
contei a semana passada? Agora vou ficar com esta dúvida... Mas que alguém deve
estar doente, lá isso deve. Se não for filho, é o marido ou a mãe que já está
bem velhinha.
Depois
ia achando uma estampa de vestido muito bonita. Rosas, margaridas, flores do
campo impressas sobre fundo negro. Muito sabida que era, imediatamente vinha na
minha cabeça: esse pano se chama Mamãe Dolores igual a personagem da novela da
televisão que minha vó Anizia gostava de acompanhar diariamente. Quando esteve
na moda uns tecidos com estampas geométricas, eu me embaraçava naqueles
labirintos em preto e branco e quase ficava enjoada de tanto fazer curvas.
E
assim acabava a missa das crianças. Entre um passeio e outro, nem sentia o
tempo passar.
Outro
dia, dei para navegar nos pensamentos de Dona Sinhá Moreira. Deve ter pensado: Vou
ser semeadora de sonhos. Abrir horizontes para aqueles que estão começando uma
família. Vou criar um bairro com casinhas singelas, iguais e diferentes ao
mesmo tempo. A cada uma darei um detalhe particular no alpendre. Alguns serão
em arco, outros quadrados, em semicírculo e tudo mais que a geometria, a
arquitetura e a habilidade dos pedreiros permitir. As ruas não terão nomes de
pessoas mortas. Quero celebrar a vida. Elas terão nomes de sentimentos bons, para
que eles sejam sempre renovados, ou das coisas belas da natureza, para que os
moradores se lembrem do construtor maior do universo.
Chamarei
Rua Alvorada esta que sobe até a Praça Vista Alegre de onde os moradores
avistarão toda a cidade e poderão descansar no final da tarde brincando com
seus filhos. A continuação dela será Rua do Crepúsculo, como no dia. Amanhecer,
entardecer.
Nesta
outra esquina haverá o encontro da Rua da Harmonia com a Rua da Felicidade,
pois uma não pode existir sem a outra. Harmonia sempre traz felicidade e não há
felicidade sem harmonia. Ficarão ligadas como irmãs siamesas. Na Rua da
Harmonia colocarei também uma gruta em homenagem a Nossa Senhora de Lourdes.
Ela zelará para que haja sempre harmonia entre as famílias que habitarão esse
lugar.
O
cemitério da cidade ficará localizado no cruzamento das ruas Felicidade e Crepúsculo.
O começo e o fim. A vida.
Haverá
também a Rua da Inspiração e da Esperança.
Depois
de tudo pronto, as novas famílias irão chegando e aos poucos tomarão conta do
lugar. Seus risos serão ouvidos pelas ruas que conhecerão de cor seus passos.
Na
Rua da Esperança, haverá uma exímia doceira chamada Jandira que alimentará os
sonhos dos noivos e das debutantes. A esperança de um futuro feliz será
estampada em seus bolos ornamentados com príncipes, princesas, lagos azuis e
pontes. A Inês Pivoto ocupará a esquina da Esperança com Inspiração. Ela
precisará de muita inspiração para confeccionar os vestidos esvoaçantes imaginados
pelas noivas e debutantes. Para os sonhos das crianças, terá a Dona Zica do Seu
Cunha. Fará os vestidos especiais para as pequenas mocinhas do bairro. Mesmo se
for o único, será inesquecível. Quase em frente dessa casa, haverá outra
construtora de sonhos: a Marli Marques. Será a costureira ideal para a ilusão
grande e o dinheiro parco da maioria dos moradores. Nem por isso, sairão de
suas mãos habilidosas sonhos menores. Os modelos e tecidos serão relembrados em
encontros futuros. E o êxtase do encanto acontecido voltará como alegria. O
Antônio Sancho ficará bem ao lado de sua irmã Amélia para que seus filhos
cresçam juntos e sejam além de primos, grandes amigos. E nessa casinha da Rua
da Esperança, número 61 nascerá uma menina que mesmo quando estiver com 61 anos
não perderá a esperança de que o futuro será sempre melhor que o presente.
Ah!!!
Agora entendi porque nasci numa casinha com a varanda em arco onde os dias eram
sempre felizes. Dona Sinhá tinha razão!!!
Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Sophia de Mello Breyner
O mar dos
meus olhos
Há mulheres
que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
Santa Rita é notícia - Ideia de alunos do Inatel é premiada em feira de tecnologia
Ideia de alunos do Inatel é premiada em feira de tecnologia
Dupla criou novo tipo de provedor de internet com fibra
ótica.
Projeto foi todo idealizado em Santa Rita do Sapucaí (MG).
Veja a reportagem em vídeo aqui.
Uma ideia de dois estudantes de engenharia elétrica do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) de Santa Rita do Sapucaí (MG) foi a vencedora em uma feira de tecnologia realizada no Rio de Janeiro (RJ) na categoria start-up. A dupla de alunos desenvolveu um sistema de banda larga para internet com fibra ótica, que além de proporcionar velocidade maior que os provedores atuais, deixa o custo mais acessível a grande parte dos usuários.
Projeto foi todo idealizado em Santa Rita do Sapucaí (MG).
Veja a reportagem em vídeo aqui.
Uma ideia de dois estudantes de engenharia elétrica do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) de Santa Rita do Sapucaí (MG) foi a vencedora em uma feira de tecnologia realizada no Rio de Janeiro (RJ) na categoria start-up. A dupla de alunos desenvolveu um sistema de banda larga para internet com fibra ótica, que além de proporcionar velocidade maior que os provedores atuais, deixa o custo mais acessível a grande parte dos usuários.
A dupla vencedora confessa que não imaginava conseguir a premiação, que dá
também aos vencedores uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, para
conhecer uma grande empresa de chips de computadores. Depois de ficarem entre
os 10 projetos classificados, apresentaram o trabalho para especialistas e
deixaram para trás oito equipes nacionais e uma da Argentina.
“Era uma apresentação de cinco minutos em que tínhamos que apresentar o
projeto,o produto e ainda vendê-lo. Foi muito difícil, mas eu fiquei até
emocionado porque não esperava que conseguiríamos o prêmio”, contou o autor da
ideia, Magno Nogueira.
Estudantes do Inatel conquistaram o 1º lugar no prêmio
(Foto: Edson Silva/ Reprodução EPTV)
Na prática,
trata-se de um equipamento para provedores de internet banda larga, que utiliza
a fibra ótica. “Nós fizemos pesquisas em cima das tecnologias já existentes e
mesclamos elas, para desenvolver algo que seja bom e a um preço acessível”,
disse.
Desta forma, durante 1 ano e meio a dupla estudou e desenvolveu a melhor forma de apresentar o produto ao cliente. O resultado é que apenas um provedor pode ser acessado por até 14 casas de uma única vez. Já o aparelho criado pelos estudantes custa R$ 168, enquanto outro, similar, não sai por menos de R$ 500. “Valeu por todo esforço, já que agora vendemos ele para 11 estados, 70 provedores já compraram, é algo bem aceito”, comentou Clóvis Juliano de Carvalho.
Desta forma, durante 1 ano e meio a dupla estudou e desenvolveu a melhor forma de apresentar o produto ao cliente. O resultado é que apenas um provedor pode ser acessado por até 14 casas de uma única vez. Já o aparelho criado pelos estudantes custa R$ 168, enquanto outro, similar, não sai por menos de R$ 500. “Valeu por todo esforço, já que agora vendemos ele para 11 estados, 70 provedores já compraram, é algo bem aceito”, comentou Clóvis Juliano de Carvalho.
Para o gerente da incubadora de projetos do Inatel, a conquista é muito boa.
“Eles são bastante empreendedores e trouxeram um projeto promissor. Uma solução
que pode contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, comentou o
coordenador geral, Rogério Abranches da Silva.
A empresa ainda está na incubadora, mas a tecnologia da dupla já é utilizada.
Em Pouso Alegre (MG), um provedor de internet já contratou o serviço. “O
retorno com os clientes tem sido satisfatório e o preço pago também caiu. O
cliente que tem o meio de fibra ótica recebe o link com mais velocidade,
qualidade e estabilidade”, considerou o analista de sistemas Arthur Távora.
(Fonte: http://g1.globo.com/ em 05/11/2013)
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
Ôncofui - Gonçalves - MG
sábado, 2 de novembro de 2013
Santa Rita é notícia - Empresas de Santa Rita do Sapucaí preveem expansão
Empresas de Santa Rita do Sapucaí preveem expansão
Receita do polo deve crescer até 10% e somar R$ 2,2 bilhões neste ano.
Apesar de algumas das 150 empresas do Vale da Eletrônica, em Santa Rita
do Sapucaí (Sul de Minas), estarem descapitalizadas, em consequência das
oscilações do dólar nos últimos meses, as expectativas ainda são positivas para
este ano. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos
Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindivel), Roberto de
Souza Pinto, o faturamento em 2013 deve chegar a R$ 2,2 bilhões, o que
representará crescimento de 8% a 10% em relação ao exercício anterior.
"É um incremento modesto, se comparado aos dos últimos oito anos,
de cerca de 30% ao ano", observa Souza Pinto, lembrando que, em um
ambiente de empresas novas e jovens empreendedores, é natural que haja
crescimento. Conforme ele, as variações da moeda americana nos últimos meses
foram um grande desafio para o setor.
Com a alta, explicou, os empresários tiveram que tirar do capital de
giro para compensar a elevação dos preços de insumos importados, já que a
vigência dos contratos é de cerca de 120 dias. Com o custo de importação acima
do valor da tabela, e com o comportamento do mercado brasileiro,
"resistente à remarcação de preços", o faturamento será menor do que
o esperado.
"Para nós, não há faixa de dólar ideal. O que precisamos é de estabilização", explicou. Isto porque, de acordo com ele, quando o dólar sobe muito, o produto brasileiro, de Santa Rita do Sapucaí, com maior valor agregado, fica mais competitivo. "Mas, neste caso, ficamos mais dependentes do capital de giro para importar a matéria-prima, o que é um grande gargalo".
"Para nós, não há faixa de dólar ideal. O que precisamos é de estabilização", explicou. Isto porque, de acordo com ele, quando o dólar sobe muito, o produto brasileiro, de Santa Rita do Sapucaí, com maior valor agregado, fica mais competitivo. "Mas, neste caso, ficamos mais dependentes do capital de giro para importar a matéria-prima, o que é um grande gargalo".
Já no caso da valorização do real frente ao dólar, disse, o produto importado
fica mais barato e a produção brasileira tem mais dificuldade para enfrentar a
concorrência dos importados. "Mas, em compensação, com capital de giro, é
possível produzir em maior volume e com ganho de produtividade", ponderou,
ressaltando que o setor é também exportador.
Para estimular o grupo exportador do Vale da Eletrônica, o Sindivel realizou neste ano "19 ações para exportações". São rodadas de negócios em que empresários estrangeiros, a convite do sindicato, têm a oportunidade de conhecer a produção local e fazer negócios. "Vendemos para 42 países e somos os maiores exportadores de aparelhos de transmissão digital do mundo", garante Souza Pinto. O maior mercado consumidor é formado pelas américas do Sul e Central e Europa, além dos países da Ásia.
Para o dirigente, que na última semana esteve na China em missão empresarial, ao lado de dez empreendedores, para o Brasil ganhar competitividade será preciso rever a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada no Brasil há 70 anos. Segundo ele, nessa viagem, ele pôde ver de perto que, na China, o custo da mão de obra do setor fica entre 60% e 70% abaixo do apurado no Brasil. Sem contar a diferença dos encargos trabalhistas. Enquanto no Brasil "é o dobro do salário", no gigante asiático não passa de 10%.
Para estimular o grupo exportador do Vale da Eletrônica, o Sindivel realizou neste ano "19 ações para exportações". São rodadas de negócios em que empresários estrangeiros, a convite do sindicato, têm a oportunidade de conhecer a produção local e fazer negócios. "Vendemos para 42 países e somos os maiores exportadores de aparelhos de transmissão digital do mundo", garante Souza Pinto. O maior mercado consumidor é formado pelas américas do Sul e Central e Europa, além dos países da Ásia.
Para o dirigente, que na última semana esteve na China em missão empresarial, ao lado de dez empreendedores, para o Brasil ganhar competitividade será preciso rever a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada no Brasil há 70 anos. Segundo ele, nessa viagem, ele pôde ver de perto que, na China, o custo da mão de obra do setor fica entre 60% e 70% abaixo do apurado no Brasil. Sem contar a diferença dos encargos trabalhistas. Enquanto no Brasil "é o dobro do salário", no gigante asiático não passa de 10%.
(Fonte: Diário do Comércio em 29/10/2013)
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Santa Rita é notícia
De onde vem? - Lobo em pele de cordeiro
Lobo em pele de cordeiro
A
expressão “lobo em pele de cordeiro” é usada com a finalidade de identificar pessoas
dissimuladas que disfarçam sua má índole para alcançar os seus objetivos, quase
sempre de forma desonesta. É aquele que engana para obter proveito. Por isso,
vale o aviso: é bom estar sempre prevenido.
O
lobo vestido de cordeiro é traiçoeiro, se faz de bonzinho, esconde as garras
por trás de uma bondade perigosa. O “lobo em pele de cordeiro” é o “inocente e
inofensivo” que se aproveita para tirar vantagem dos desavisados, portando-se,
então, como um lobo traiçoeiro.
A
fábula “O Lobo em pele de Cordeiro” foi reescrita por vários autores. A
expressão tem origem numa frase de uma parábola proferida por Jesus no
Novo Testamento: “Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como
ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores” (Mateus 7:15-20). Continuando
temos: “Pelos seus frutos os conhecereis” como que avisando que é através das
ações que tomamos conhecimento do verdadeiro caráter das pessoas.
Em
uma versão da fábula, o lobo se disfarça com uma pele coberta de lã e assim
consegue entrar no rebanho de ovelhas, fazendo-se passar por uma delas tanto na
aparência como no procedimento fingido e aproveita dessa condição para devorar
as inocentes e desprevenidas vítimas. A moral da história, que se apoia na
interpretação bíblica, é que as pessoas não devem ser julgadas por sua
aparência exterior, mas pelas suas obras, pois muitos têm pele de cordeiro e
agem como lobos.
Numa
outra versão, um lobo esfomeado tem a ideia de se disfarçar para conseguir mais
facilmente a comida de que precisava. Cobre-se com uma pele de cordeiro e junta-se
a um rebanho de ovelhas que estava a pastar, certo que, dessa forma, poderia enganar
o pastor responsável pela vigilância dos animais. Consegue seu intuito, tanto
que no fim da tarde é levado para um celeiro, juntamente com o resto do
rebanho.
Quando
já era noite, o pastor vai providenciar um pouco de carne para o dia seguinte,
e pega a primeira ovelha que encontra no celeiro. Era o lobo que fingia ser cordeiro.
Desta vez o ensinamento transmitido é o de que sempre que enganamos os outros,
pagamos pelo nosso erro.
Fica
a pergunta: Quantos lobos você conhece?
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Dica de diversão - Cidade criativa - Cidade feliz
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