terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Em poucas palavras - João Paulo II

Com um pouco mais de palavras, mas o que vale é o recado.

Precisamos de Santos

Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc-man.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos.
(João Paulo II)

Serviço - Vinhoterapia: benefícios de juventude

Para muitos estudiosos, o vinho é uma bebida que pode ser usada para o tratamento e prevenção de doenças, quando ingerido com moderação.
As uvas vermelhas utilizadas para a produção dessa bebida possuem, além das vitaminas A, C, e várias do complexo B, uma substância chamada resveratrol. Essa substância é altamente antioxidante e antiinflamatória, sendo utilizada cada vez mais pelos laboratórios devido ao seu poder rejuvenescedor das células.
Com bases nas pesquisas realizadas, em todo o mundo, o resveratrol está se revelando por seus importantes benefícios, que retardam o envelhecimento dos tecidos, ajudam na circulação vascular, combate o colesterol ruim e estimula o bom colesterol, além de ser eficaz no combate às doenças crônicas, como o câncer, o diabetes e o temido Alzheimer.
Então, aqui fica a dica: é saudável beber um pequeno cálice de vinho tinto durante o almoço, mas, sem excessos.
(Saúde Plena - Estado de Minas em 10/01/2010)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Bão dimais - Quiche de milho verde e queijo

QUICHE DE MILHO VERDE E QUEIJO

INGREDIENTES: MASSA: 15 colheres (sopa) de farinha de trigo * 3 colheres (sopa) óleo * 3 colheres (sopa) de margarina ou manteiga * 1 colher (chá) de sal * 3 gemas
RECHEIO: 2 xícaras (chá) de queijo minas * 1 xícara (chá) de leite * 1 caixa de creme de leite * 1 colher (sopa) de manteiga * 3 ovos * 1 lata de milho *1 colher (chá) de sal
MODO DE FAZER: MASSA: Em uma vasilha misture todos os ingredientes, formando uma massa até soltar das mãos. Forre o fundo e as laterais de uma assadeira.
RECHEIO: Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque sobre a massa e leve para assar por 35 minutos.

Em poucas palavras - Freya Stark

Não pode haver felicidade quando as coisas nas quais acreditamos são diferentes das que fazemos. - Freya Stark

Serviço - Você sabe o nome de um ministro?

Se você sabe, parabéns, você não é um brasileiro comum.
A Ipsos colocou esta questão a pessoas de 70 cidades brasileiras, envolvendo nove regiões metropolitanas. Mesmo nas classes A/B, mais escolarizadas, metade (48%) não sabia --a média geral é de 34%, sendo que entre os mais pobres o percentual cai para 20%. Dados semelhantes foram encontrados quando se perguntou o nome de um deputado e um senador.
A tradução disso é óbvia --e mais uma vez mostra como estamos longe de uma democracia mais participativa. Se os indivíduos, mesmo os mais escolarizados, desconhecem o nome do ministro, certamente acompanham ainda menos sua atuação.
Se o cidadão não sabe citar o nome de um deputado ou senador, é indicativo de que esqueceu em quem votou.
O resultado é um sinal de como a política está longe dos brasileiros --e aqui está uma das raízes da incompetência e da roubalheira.
(Gilberto Dimenstein - Folha de São Paulo em 18/01/2010)

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Augusto Frederico Schmidt


Vazio

A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo —
Restam somente as casas,
Os bondes, os automóveis, as pessoas,
Os fios telegráficos estendidos,
No céu os anúncios luminosos.

A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo —
Restam somente os homens,
Pequeninos, apressados, egoístas e inúteis.
Resta a vida que é preciso viver.
Resta a volúpia que é preciso matar.
Resta a necessidade de poesia, que é preciso contentar.
(Augusto Frederico Schmidt)

Augusto Frederico Schmidt (18 de abril de 1906, Rio de Janeiro - 8 de fevereiro de 1965, Rio de Janeiro)
Além de poeta, Augusto Frederico Schmidt foi editor e político. Considerado importante lírico brasileiro, sua poesia é grandiloquente e discursiva; e frequentemente utiliza o versículo bíblico. Romântico e nostálgico, seus temas preferidos são o mar, a noite, a morte, a solidão, o mistério do destino do homem. Entre 1924 e 1926, Augusto Frederico Schmidt residiu em São Paulo, ligando-se ao grupo modernista. É quando publica seu primeiro livro, Canto do Brasileiro Augusto Frederico Schmidt. A seguir, funda uma editora e torna-se um dos grandes divulgadores do Modernismo; e, depois, da literatura do Nordeste.

Na vitrola aqui de casa - Trocando em miúdos

Fiquei muito triste quando li isso - Luta pela sobrevivência anula civilidade, dizem psicólogos

As imagens de saques em meio às ruínas de Porto Príncipe rodaram o mundo e se destacaram em meio ao choro e à desolação dos haitianos em ruas, praças e tendas improvisadas. No cenário de destruição, a insegurança em relação à própria sobrevivência passa a ditar as ações das vítimas do terremoto que devastou o Haiti na terça-feira (12).
Para os haitianos, a incerteza quanto ao futuro diz respeito não ao próximo ano ou década, mas à próxima hora. Onde não há quase nada, a civilidade desaparece. "Vemos o desespero ali. Existe uma perda de controle por parte das pessoas", diz Leila Tardivo, livre-docente do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). "Muito da própria civilidade se perde. Há um desespero mais que animalesco na briga por comida."
Para a psicóloga, o mundo está diante de um vórtice de estresse incomensurável. "É quase uma horda primitiva, e digo sem qualquer preconceito. É a perda da civilidade, da evolução como homem, provocada por uma situação extremada que não podemos julgar --não nos é dado esse direito. Qualquer um de nós poderia fazer aquilo."
Diferentemente do que as imagens divulgadas na TV e na internet podem sugerir, o ato de saquear comida pode ser a face de um contexto emocional que não tem relação com o egoísmo, ressalta Eliana Torga, coordenadora da comissão de emergências e desastres do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais. "As pessoas que saquearam podem ter tido um ato altruísta, no sentido de dar aquele alimento para o filho ou para a mãe. É uma situação muito além dos limites dele", considera. "Aquela realidade mexe tão profundamente com questões básicas do ser humano que eles perdem os controles sociais que todos temos, de moralidade."
Angela Coelho, colaboradora do Conselho Federal de Psicologia, esteve no Peru em 2007 para prestar auxílio às vítimas do terremoto em Pisco. Para ela, sentimentos e ações de toda espécie são esperadas após um desastre. "Não ter nenhuma reação seria estranho", diz a psicóloga, que estuda o tema há quase 20 anos.
Hoje, o Haiti é um terreno mais que favorável ao estresse pós-traumático, numa equação cujos fatores são muito mais antigos que os tremores de magnitude 7,0. "O desenvolvimento do quadro de estresse está ligado a comprometimentos anteriores ao evento. As pessoas já eram vítimas de problemas antes do desastre", diz Ângela. Se antes do terremoto os sentimentos de insegurança e desordem estavam sempre presentes, agora eles são gritantes.
(Mary Persia - Folha de São Paulo em 16/01/2010)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Em poucas palavras - Madre Teresa de Calcutá

É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado. (Madre Teresa de Calcutá)

TV saudade - Jeannie é um gênio


O Capitão Anthony Nelson, piloto da Força Aérea Americana e depois astronauta da NASA, cai acidentalmente numa ilha, onde encontra uma misteriosa garrafa. Ao abri-la, descobre que a mesma era a morada de uma moça chamada Jeannie, que é um gênio das histórias das Mil e Uma Noites, com incríveis poderes e que o chama de "amo". O piloto a liberta, mas a moça se apaixona por ele e o acompanha até sua casa nos Estados Unidos, onde passa a tumultuar a vida do pobre homem e do Dr. Bellows, médico e psiquiatra que acompanha Nelson e tenta descobrir a causa das coisas estranhas que passam a acontecer quando ele está por perto, mas sempre é convencido de que o louco é ele e não o piloto.
O melhor amigo de Nelson, o atrapalhado Roger Healey, acaba por descobrir o segredo da garrafa ao tentar namorar Jeannie quando a conhece na forma de uma moça comum. Embora tente sempre aproveitar os poderes do gênio e até conquistar suas atenções amorosas, Healey se mantém fiel a Nelson durante a série e guarda o segredo do amigo, e até tenta ajudá-lo a sair das enrascadas em que Jeannie o envolve, o que quase nunca consegue.
Quando Nelson não se vê envolvido nas confusões de Jeannie, sofre com todo o tipo de invasão de parentes, amigos e até animais de estimação de Jeannie (um cão invisível que odeia uniformes), todos com poderes mágicos.

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft


Auto-Retrato


Alguém diz que sou bondosa:está tão enganado que dá pena.
Alguém diz que sou severa,e acho graça.
Não sou áspera nem amena:estou na vida como o jardineiro
se entrega em cada rosa:corte, sangue, dor e aroma
para que a beleza fique na memória
quando a flor passa.

(Amar é lidar com os espinhos de quem ama por inteiro: com força, não com fraqueza.)
(Lya Luft)

Na vitrola aqui de casa - Rosa de Hiroshima

Serviço - Veja como doar recursos para ajudar haitianos atingidos por terremoto

Órgãos governamentais e ONGs dispobilizaram na tarde de hoje contas bancárias para receber doações que serão usadas para ajudar haitianos atingidos pelo terremoto que sacudiu o país caribenho na tarde de ontem.
O Banco do Brasil abriu na tarde de hoje uma conta para as doações. Os recursos serão administrados diretamente pela Embaixada do Haiti no país. A conta corrente está em nome de "SOS Haiti" --agência 1606-3, conta corrente 91.000-7. Segundo o BB, os depósitos podem ser feitos tanto no Brasil como no exterior.

A ONG "Viva Rio", que atua com projetos sociais no país desde 2004, também abriu uma conta para doações. O movimento montou um esquema especial para ajudar os desabrigados. Um grupo de nove brasileiros que estão na sede da ONG em Porto Príncipe local providenciam água, comida, remédios e material de limpeza, com a ajuda de aproximadamente 400 haitianos que também integram o grupo. A sede ainda está servindo como abrigo para desabrigados da região.

A conta também foi aberta no Banco do Brasil e está em nome da ONG --agência 1769-8, conta corrente 5113-6. Segundo o movimento, os recursos serão usados para "compra de gêneros alimentícios, água e medicamentos".

Em poucas palavras - Valeu, Dona Zilda!

"Roubei"do Ricardo Noblat.

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