"As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem." (Santo Agostinho)
quinta-feira, 11 de março de 2010
Em poucas palavras - Santo Agostinho
sexta-feira, 5 de março de 2010
Pátria Minas - Casinhas de fazenda
Olhe só o que achei na Internet no blog da Sonia Novaes de Campinas. Escrevi para ela pedindo permissão para mostrar para vocês. Ela então me contou que tem um filho que estudou no INATEL e que gosta muito de Santa Rita do Sapucaí.





"Toda vez que passo por Santa Rita do Sapucaí (MG), fico namorando essa Fazenda que fica bem em frente a entrada da cidade. São casinhas típicas brancas que moram os colonos que trabalham na fazenda. Dessa vez achei até um varalzinho colorido em uma delas...rsss..
O dia que eu estiver com tempo,vou fazer questão de entrar lá para ver a sede da fazenda de perto...vejam como é lindo...."
Pátria Minas - Seio de Minas
Serviço - Ministério da Saúde enviará email com data de vacinação contra gripe A
O Ministério da Saúde inicia nesta quinta-feira campanha publicitária sobre a vacinação contra a influenza A (H1N1). Serão veiculados, em emissoras de televisão, dois filmes convocando as pessoas a se vacinar e informando o calendário de vacinação. O ator Marco Nanini vai esclarecer a população sobre o calendário da estratégia de vacinação e a definição dos sete públicos prioritários.
A novidade da campanha será a utilização da internet. A partir do dia 8 de março, o internauta poderá se cadastrar no site do Ministério da Saúde, informar sua faixa etária e pedir para ser avisado por email da data de sua vacinação. O serviço estará acessível também em sites comerciais onde a campanha será veiculada.
Serão distribuídos, ainda, 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que todos os brasileiros devem adotar no dia-a-dia. As Secretarias Estaduais de Saúde farão a distribuição do material impresso aos municípios.
A estratégia nacional de vacinação será realizada entre 8 de março e 21 de maio, dividida em sete etapas, cada uma voltada para um público específico. Entre os dias 8 e 19 de março, serão vacinados apenas indígenas e profissionais de saúde.
No período entre 15 de março e 21 de maio, será veiculada a terceira fase da campanha, com peças específicas convocando os diferentes públicos para a imunização contra gripe pandêmica.
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, um em cada dois brasileiros receberá a vacina. "Praticamente todas as pessoas terão um integrante de sua família sendo vacinado".
A primeira etapa da vacinação começa segunda-feira (8) para profissionais de saúde e indígenas. A partir do dia 22 começam a receber a vacina os demais grupos - gestantes, doentes crônicos e crianças de seis meses a dois anos.
Indicação
No Brasil, a vacina está indicada para sete públicos prioritários: trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia, indígenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas e obesidade grau 3, crianças de seis meses a menos de dois anos, adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.
Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos em parceria com representantes de sociedades científicas, estados e municípios e entidades de classe. Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte. Ao todo, haverá vacinas disponíveis para 91 milhões de pessoas. A expectativa é vacinar pelo menos 80% desse público.
Norte e Nordeste
No Norte e Nordeste, onde o período de chuvas concentra-se no primeiro semestre do ano, a campanha de públicitária voltada para prevenção de gripe pandêmica foi antecipada. A publicidade começou a ser veiculadas nessas duas regiões no dia 8 de fevereiro.
(Folha de São Paulo em 05/03/2010)
quinta-feira, 4 de março de 2010
Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Paulo Leminski

AMOR
Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
(Paulo Leminski)
Paulo Leminski Filho (Curitiba 1944 - Curitiba 1989). Poeta, romancista e tradutor. Filho de Paulo Leminski, militar de origem polonesa, e Áurea Pereira Mendes, de ascendência africana. Aos doze anos, ingressa no Mosteiro de São Bento, onde adquire conhecimentos de latim, teologia, filosofia e literatura clássica. Em 1963, abandona a vocação religiosa. Viaja a Belo Horizonte para participar da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda, onde conhece Augusto de Campos, Décio Pignatari e Haroldo de Campos, criadores do movimento Poesia Concreta. No ano seguinte, publica seus primeiros poemas na revista Invenção, editada pelos concretistas, e torna-se professor de história e redação em cursos pré-vestibulares, experiência que motivou a criação de seu primeiro romance, Catatau (1976). Leminski também atua como diretor de criação e redator em agências de publicidade, o que contribui para sua atividade poética, sobretudo no aspecto da comunicação visual. Fascinado pela cultura japonesa e pelo zen-budismo, Leminski pratica judô, escreve haicais e uma biografia de Matsuo Bashô. O interesse pelos mitos gregos, por sua vez, inspira a prosa poética Metaformose. Paulo Leminski exerce atividade intensa como crítico literário e tradutor, vertendo para o português, obras de James Joyce, Samuel Beckett, Yukio Mishima, Alfred Jarry, entre outros. Colabora em revistas de vanguarda, como Raposa, Muda e Qorpo Estranho, e faz parcerias musicais com Caetano Veloso e Itamar Assumpção, entre outros. Em 1968, casa-se com a poeta Alice Ruiz, com quem vive durante vinte anos, e tem três filhos: Miguel Ângelo (que morre aos dez anos de idade), Áurea e Estrela. Em 7 de junho de 1989, o poeta morre, vítima de cirrose hepática.
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Ninguém vive sem um pouco de poesia...,
Paulo Leminski
Na vitrola aqui de casa - Mentiras
Santa Rita é notícia - Companhias brasileiras começam a exportar dispositivos para TV digital
A indústria brasileira já começa a exportar componentes e televisores com a tecnologia digital adotada no país. Atualmente, o governo federal promove uma caravana aos países da América Latina para apresentar o modelo Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial (ISDB-T), desenvolvido pelo Brasil a partir da tecnologia japonesa. Para o governo, a expansão do padrão brasileiro serve para formar uma imagem de liderança do país em tecnologia da informação (TI). Para as empresas nacionais ou multinacionais que produzem aqui, abre-se uma possibilidade de novas exportações.
Segundo a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o Brasil exportou no ano passado 568 mil decodificadores de TV digital, para sistemas de televisão por assinatura via satélite. Em 2009, também foram exportadas 12.840 televisões de LCD com conversor digital embutido. Trata-se de uma parcela pequena da produção total do país, de 3 milhões de aparelhos de LCD, mas significa que algumas das 20 empresas que produzem o aparelho no Brasil já têm contratos com o exterior.
A primeira companhia brasileira a fazer investimento relevante fora do país em TV digital é a Linear, de Santa Rita do Sapucaí (MG), que construirá uma unidade de sistemas de transmissão no Uruguai, com valor mínimo de R$ 4 milhões, diz Carlos Alberto Fructuoso, diretor administrativo da empresa. A fábrica buscará atender principalmente o mercado argentino, que já aderiu ao modelo brasileiro. Peru, Chile e Venezuela também decidiram adotar o ISDB-T. O Uruguai e a Colômbia haviam fechado acordos com os fabricantes do modelo DVB europeu - que também foi avaliado pelo Brasil -, mas podem acabar cancelando o acordo e se convertendo ao modelo brasileiro, que possui tecnologia livre de royalties e com código aberto de software.
Na semana passada, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, foi ao Uruguai para tratar do assunto. Em março, outro grupo brasileiro planeja visitar a Costa Rica. O Brasil também mantém conversas com Cuba, Bolívia, Paraguai e Equador.
Segundo André Barbosa Filho, assessor especial da Casa Civil, as negociações do governo brasileiro em torno da TV digital atravessam o Atlântico. Na semana passada, uma comitiva da África do Sul conheceu o projeto brasileiro. E, no próximo mês, uma delegação de Botsuana vem conhecer o Ginga, software desenvolvido no Brasil que permite recursos de interação com o público. "Quebramos a hegemonia americana e europeia para levar aos países um sistema livre de royalties, que pode promover maior inclusão social", diz Barbosa Filho.
Como a tecnologia brasileira tem código aberto - ou seja, o padrão tem especificações conhecidas, que podem ser modificadas por outros programadores - não é garantida à indústria brasileira reserva de mercado para fornecimento de equipamentos de transmissão e recepção de TV digital aos países que adotarem o padrão ISDB-T, diz Roberto Pinto Martins, secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações. "É uma grande oportunidade comercial para todos, mas, para ser uma realidade, a indústria brasileira tem de ser competitiva, porque a China ou outros países também podem produzir esses equipamentos."
Este ano, mais da metade dos televisores produzidos no Brasil devem ter o conversor digital incluído, prevê Martins. A projeção tem base nas regras brasileiras para que a indústria obtenha incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus. A partir deste ano, para ter as isenções, os fabricantes devem instalar o conversor em todas as TVs com mais de 32 polegadas. Em 2011, a regra passará a valer para modelos acima de 26 polegadas e, em 2012, todos os aparelhos produzidos no Brasil terão de incluir conversor para ter isenção.
A expectativa da indústria é de produzir 12 milhões de aparelhos neste ano. Em 2009 foram 9 milhões de aparelhos, que significaram receita de US$ 4,18 bilhões ao setor. Grande parte dos aparelhos de LCD comprados na Argentina atualmente são produzidos na Zona Franca de Manaus. Com as regras nacionais, será obrigatória a exportação das TVs com conversor.
Com a aproximação da Copa do Mundo da África do Sul, em junho, a previsão é de que a indústria de eletroeletrônicos vai reforçar, a partir de abril, a venda do conversor digital para aparelhos de televisão que não têm o dispositivo embutido. O consumo maciço de conversores no Brasil, porém, só é previsto quando os radiodifusores deixarem de transmitir em modo analógico, o que forçaria os usuários a adotar o sistema digital.
Segundo Martins, do Ministério das Comunicações, com a massificação da produção dos conversores - integrados às TVs ou vendidos separadamente - o custo de produção deverá cair dos atuais US$ 30 para cerca de US$ 20 em alguns meses. A indústria brasileira já chegou a oferecer receptores por US$ 55 para países vizinhos. No mercado brasileiro, estima-se que ele possa chegar a R$ 200 no varejo.
Além de exportar equipamentos, o Brasil poderá levar conteúdo e software aos países que adotarem a tecnologia de TV digital, diz Barbosa Filho, da Casa Civil. No caso do Uruguai, a negociação inclui o auxílio das companhias nacionais, detentoras de experiência na área, aos radiodifusores do país vizinho.
(Danilo Fariello – Valor Econômico em 04/03/2010)
Pátria Minas -O mineiro vai ao médico e. . .
O mineiro vai ao medico e reclama:
-Ai, dotô! Eu não aguentú mais de dô!
Se eu boto o dedo no peito, dói. Boto o dedo na barriga, dói. Boto o dedo na cabeça, doi. Boto o dedo na perna, dói.
Boto o dedo no joelho. Dói...
E o medico o interrompe:
- Chega, chega eu já sei o que você tem!
- E é gravi dotô.
- Não, você só esta com o dedo machucado!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Dicas de leitura - 100 livros essenciais da literatura brasileira
Quais são os 100 livros fundamentais, essenciais, imperdíveis da literatura brasileira? Que romance, poesia, crônica ou conto você não pode deixar de ler na vida? Dom Casmurro, Brás Cubas, Macunaíma,Sargento de Milícias, Grande Sertão Veredas e outras grandes obras do Brasil. A revista Bravo selecionou os 100 melhores livros dos melhores autores do país. Aqueles clássicos que caem no vestibular com 100% de certeza. Um ranking dos livros mais importantes do Brasil. Veja a lista no final do texto ou siga as dicas de 17 educadoras que selecionaram os livros essenciais para ler dos 2 aos 18 anos e chegar a vida adulta com boas referências, no hotsite Biblioteca Básica ( http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/).
Escritores costumam ser, até por ofício, bons frasistas. É com essa habilidade em manejar palavras, afinal, que constroem suas obras, e é em parte por causa dela que caem no esquecimento ou passam para a história. Uma dessas frases, famosa, é de um dos autores que figuram nesta edição, Monteiro Lobato: "Um país se faz com homens e livros". Quase um século depois, a sentença é incômoda: o que fazer para fazer deste um Brasil melhor? No que lhe cabe, a literatura ainda não deu totalmente as suas respostas.
Outro grande criador de frases, mais cínico na sua genialidade, é o dramaturgo e escritor Nelson Rodrigues, outro autor representado nesta edição. Dizer que "toda unanimidade é burra" é muito mais que um dito espirituoso: significa mesmo uma postura em relação às coisas do mundo e do homem tão crucial quanto aquela do criador do Sítio do Picapau Amarelo.
É evidente que o ranking das 100 obras obrigatórias da literatura brasileira feito nesta edição não encontrará unanimidade entre os leitores. Alguns discordarão da ordem, outros eliminariam títulos ou acrescentariam outros. E é bom que seja assim, é bom que haja o dissenso: ficamos longe da burrice dos cânones dos velhos compêndios e da tradição mumificada.
Embora tenha sua inevitável dose de subjetividade, a seleção feita nesta edição, contudo, está longe de ser arbitrária. Os livros que, em seus gêneros (romance, poesia, crônica, dramaturgia) ajudaram a construir a identidade da literatura nacional não foram desprezados (na relação geral e na ordem). Nem foram deixados de lado aqueles destacados pelas várias correntes da crítica, muito menos os que a própria revista BRAVO!, na sua missão de divulgar o que de melhor tem sido produzido na cultura brasileira, julgou merecer.
O resultado é um guia amplo, ao mesmo tempo informativo e útil. Para o leitor dos livros de ontem e hoje, do consagrado e do que pode apontar para o inovador. Não só para a literatura, mas também, como queria Lobato, para os homens e para o país que ainda temos de construir. A seguir, os 100 livros essenciais da literatura brasileira, listados em ordem alfabética de autor. Leia e divirta-se!
(Hélio Ponciano e Marcelo Pen - http://educarparacrescer.abril.com.br em 01/01/2008)
Adélia Prado: Bagagem
Aluísio Azevedo: O Cortiço
Antonio Callado: Quarup
Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda
Ariano Suassuna: Romance d'A Pedra do Reino
Augusto de Campos: Viva Vaia
Augusto dos Anjos: Eu
Autran Dourado: Ópera dos Mortos
Basílio da Gama: O Uruguai
Bernando Élis: O Tronco
Bernando Guimarães: A Escrava Isaura
Caio Fernando Abreu: Morangos Mofados
Carlos Drummond de Andrade: A Rosa do Povo / Claro Enigma
Castro Alves: Os Escravos / Espumas Flutuantes
Cecília Meireles: Romanceiro da Inconfidência / Mar Absoluto
Clarice Lispector: A Paixão Segundo G.H. / Laços de Família
Cruz e Souza: Broquéis
Dalton Trevisan: O Vampiro de Curitiba
Dias Gomes: O Pagador de Promessas
Dyonélio Machado: Os Ratos
Erico Verissimo: O Tempo e o Vento
Euclides da Cunha: Os Sertões
Fernando Gabeira: O que é Isso, Companheiro?
Fernando Sabino: O Encontro Marcado
Ferreira Gullar: Poema Sujo
Gonçalves Dias: I-Juca Pirama
Graça Aranha: Canaã
Graciliano Ramos: Vidas Secas / São Bernardo
Gregório de Matos: Obra Poética
Guimarães Rosa: O Grande Sertão: Veredas / Sagarana
Haroldo de Campos: Galáxias
Hilda Hilst: A Obscena Senhora D
Ignágio de Loyola Brandão: Zero
João Antônio: Malagueta, Perus e Bacanaço
João Cabral de Melo Neto: Morte e Vida Severina
João do Rio:A Alma Encantadora das Ruas
João Gilberto Noll: Harmada
João Simões Lopes Neto: Contos Gauchescos
João Ubaldo Ribeiro: Viva o Povo Brasileiro
Joaquim Manuel de Macedo: A Moreninha
Jorge Amado: Gabriela, Cravo e Canela / Terras do Sem Fim
Jorge de Lima: Invenção de Orfeu
José Cândido de Carvalho: O Coronel e o Lobisomen
José J. Veiga: Os Cavalinhos de Platiplanto
José Lins do Rego: Fogo Morto
Lima Barreto: Triste Fim de Policarpo Quaresma
Lúcio Cardoso: Crônica da Casa Assassinada
Luis Fernando Verissimo: O Analista de Bagé
Luiz Vilela: Tremor de Terra
Lygia Fagundes Telles: As Meninas / Seminário dos Ratos
Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas / Dom Casmurro
Manuel Antônio de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Bandeira: Libertinagem / Estrela da Manhã
Márcio Souza: Galvez, Imperador do Acre
Mário de Andrade: Macunaíma / Paulicéia Desvairada
Mário Faustino: O Homem e Sua Hora
Mário Quintana: Nova Antologia Poética
Marques Rebelo: A Estrela Sobe
Menotti Del Picchia: Juca Mulato
Monteiro Lobato: O Sítio do Pica-pau Amarelo
Murilo Mendes: As Metamorfoses
Murilo Rubião: O Ex-Mágico
Nelson Rodrigues: Vestido de Noiva / A Vida Como Ela É
Olavo Bilac: Poesias
Osman Lins: Avalovara
Oswald de Andrade: Serafim Ponte Grande / Memórias Sentimentais de João Miramar
Otto Lara Resende: O Braço Direito
Padre Antônio Vieira: Sermões
Paulo Leminski: Catatau
Pedro Nava: Baú de Ossos
Plínio Marcos: Navalha de Carne
Rachel de Queiroz: O Quinze
Raduan Nassar: Lavoura Arcaica / Um Copo de Cólera
Raul Pompéia: O Ateneu
Rubem Braga: 200 Crônicas Escolhidas
Rubem Fonseca: A Coleira do Cão
Sérgio Sant'Anna: A Senhorita Simpson
Stanislaw Ponte Preta: Febeapá
Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu / Cartas Chilenas
Vinícius de Moraes: Nova Antologia Poética
Visconde de Taunay: Inocência
Ninguém vive sem um pouco de poesia...- Cacaso

Meio termo
Ah! Como eu tenho me enganado
como tenho me matado
por ter demais confiado
nas evidências do amor
como tenho andado certo
como tenho andado errado
por seu carinho inseguro
por meu caminho deserto
como tenho me encontrado
como tenho descoberto
a sombra leve da morte
passando sempre por perto
o sentimento mais breve
rola no ar e descreve a eterna cicatriz
mais uma vez,
mais de uma vez,
quase que fui feliz!
(Cacaso)
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Cacaso,
Ninguém vive sem um pouco de poesia...
Pátria Minas - Qualidade rara

Dois mineiros estão à beira do rio pescando, bebendo uma cervejinha gelada e observando com atenção a bóia, quando um deles diz:
- Tonho, vô me separá da minha muié! Já faiz treis meis qu' ela num fala comigo!
O outro, após refletir por alguns momentos, lhe diz:
- Pense bem, Zé! Hoje em dia é muito difici achá uma muié assim, cum essas qualidade...
Serviço - Como declarar certo e não cair na malha fina da Receita
Em 2009, cerca de 900 mil contribuintes caíram na malha fina da Receita Federal. Esses contribuintes terão de fazer uma retificação, depois de identificar o erro na declaração de renda, para que possam receber restituição de imposto, se for o caso, um processo que pode levar meses ou até anos.
Na realidade, a maior parte dos erros nas declarações apanhadas pela malha fina é devida à desatenção dos contribuintes, ao preencherem dados e informações para a Receita. Por isso, recomendo aos contribuintes, que desde já, comecem a preparar documentos e informações visando o preenchimento e entrega da declaração de renda, cujo prazo se encerra em 30 de abril de 2010.
Os principais erros que cometem os contribuintes que caem na malha fina da Receita Federal podem realmente ser evitados, se houver maior atenção quanto às informações prestadas e quanto aos preenchimentos de dados.
Eis as principais dicas para prevenir que isso aconteça:
1) Informações do contribuinte
Erros no preenchimento de dados individuais como nome, profissão, CPF do cônjuge ou companheiro, endereço, etc. A malha fina não perdoa qualquer erro, por mínimo que seja, em algum desses itens.
2) CNPJs e CPFs
Números incorretos de CNPJ e CPF de terceiros, bem como informações incorretas do valor do rendimento e o IR retido na fonte nos campos apropriados. Muita gente inverte os valores colocando o valor de IR no lugar do rendimento e vice-versa.
3) Inversão de valores
Apresenta inversão de valores tipo R$ 21.095,00 por R$ 21.905,00. Esta é uma falha comum encontrada nas declarações.
4) Dependentes
Informações erradas e em campos inapropriados do CPF dos dependentes e seus rendimentos.
5) Aluguéis e ganhos de capital
O contribuinte deixou de reportar determinados rendimentos, como aluguel, ganhos de capital, royalties recebidos, etc., que não tiveram retenção de IR na fonte. Como a fonte pagadora, no caso de empresas, têm de reportar através da DIRF pagamentos feitos acima de R$ 6.000,00 ainda que não tenha havido retenção de IR, a checagem interna do computador da Receita seleciona sua declaração para a malha fina.
6) Alterações no patrimônio
Aumento de patrimônio superior à renda anual líquida anual declarada (a chamada insuficiência de caixa) não passa também na malha fina. Neste caso o computador indica sua declaração para a malha fina para justificar como o patrimônio cresceu mais que a renda. Muitas pessoas esquecem que pagaram IR na fonte, despesas médicas, aluguéis, etc. e que estes valores reduzem sua renda líquida disponível anual.
7) Gastos com médicos e advogados
Falta de lançamento de receitas (médicos, advogados, etc.) quando recibo não foi emitido. Como o cheque é prova de pagamento, muitas vezes, o pagador reporta na sua declaração o pagamento a um profissional que não registrou a receita porque não forneceu recibo e sua declaração, por isso, cai na malha fina.
8) Ganhos de capital
Baixou bens do de sua declaração de bens e direitos sem reportar o ganho de capital (inclusive de moeda estrangeira em mãos).
9) Cartões de crédito
Teve gastos mensais de cartão de crédito superior a R$ 5.000,00. Se a renda anual reportada na declaração não suportou estes gastos, a declaração vai para a malha para o contribuinte justificar a origem dos recursos.
10) Despesas médicas
Despesas médicas em geral. Sempre que ultrapassarem a 15% da renda declarada a declaração cai automaticamente na malha para que o contribuinte apresente os comprovantes. Lembre-se que nem toda despesa médica serve como dedução. Despesas com cirurgias estéticas, por exemplo, não servem. Os recibos devem estar em nome do contribuinte ou de seus dependentes legais.
11) Sinais de riqueza
Sinais exteriores de riqueza (carros novos, embarcações, notícias de jornais sobre ganhos elevados) sem que a renda anual suporte a declaração dão margem também a cair na malha para pedidos de esclarecimentos.
12) Rendimentos isentos
Reportou rendimentos isentos de valores elevados (tipo doação) sem que o doador tenha reportado o pagamento da doação na sua declaração.
(Rubens Branco em 03/03/2010)
terça-feira, 2 de março de 2010
Santa Rita é notícia - Centro Minas Design cria Módulo de Inteligência para usuários
O Centro Minas Design (CMD), com seu caráter inovador, cria para os usuários cadastrados no site o Módulo de Inteligência, uma ferramenta que visa fornecer informação privilegiada sobre novas tecnologias, produtos, processos e gestão, além de mostrar sobre mudanças políticas no que se refere ao design.
O Módulo de Inteligência do CMD será uma área virtual, personalizada e com informações restritas (acesso liberado por meio de senha), com um link direto dentro do site, contendo notícias atualizadas diariamente, além de documentos, relatórios e informações diversas, nacionais e internacionais, incluindo:
- Ambiente tecnológico: tecnologias atuais e futuras e processos produtivos (notícias, artigos, relatórios, dissertações, teses e patentes).
- Ambiente político-legal: normas técnicas e legislações aplicáveis.
- Mercado: pesquisas e análises referentes ao mercado nacional e internacional, incluindo dados sobre seus participantes (concorrentes, fornecedores, consumidores, etc.).
- Oportunidades: editais, eventos, concursos, cursos, etc.
- Diversos: estudos de caso, diagnósticos e demais documentos relevantes para os usuários.
A ferramenta tecnológica foi construída pelo o Núcleo de Informações Estratégicas (NIE-INFOVALE), parte integrante do Projeto Estruturador “Arranjos Produtivos Locais” da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). O Núcleo é um programa coordenado e executado pelo Centro de Desenvolvimento e Pesquisa da Faculdade de Administração e Informática de Santa Rita do Sapucaí (FAI).
Para poder acessar o Módulo de Inteligência, o visitante deve cadastrar uma senha no site do CMD, na página inicial, após o cadastro, ao entrar na área de acesso, o usuário vai encontrar o link para acesso a ferramenta.
(Agencia Minas – em 02/03/2010)
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