quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Santa Rita é notícia - "Vale do Silício Mineiro"...

"Vale do Silício Mineiro"...

O governador Antonio Anastasia participou, nesta sexta-feira (25), em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, da solenidade de comemoração dos 25 anos do Vale da Eletrônica. Durante o evento, o governador assinou ordem de serviço para início de obras pluviais no município. Anastasia também participou de duas inaugurações na cidade: da usina de beneficiamento de leite da Cooperativa Regional Agropecuária de Santa Rita do Sapucaí (CooperRita) e da nova sede da Incubadora Municipal de Empresas Sinhá Moreira.
Para Anastasia, o início da construção das galerias pluviais no município será um grande passo para que os efeitos das cheias do Rio Sapucaí provocadas pelas chuvas sejam reduzidos. O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), vai investir R$ 3 milhões nas obras.
"Estou muito satisfeito porque pude resgatar aqui um compromisso que fiz no início deste ano. Agora, com o início das obras, que, espero, minimizem o efeito das chuvas que Santa Rita sempre sofreu no centro da sua cidade pela falta das galerias", comemorou o governador.

Vale da Eletrônica

Na chegada ao Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), onde foi realizada a cerimônia comemorativa dos 25 anos do Vale da Eletrônica, o governador destacou a importância das empresas ali instaladas para o desenvolvimento da economia mineira.
"O Vale da Eletrônica é uma realidade muito positiva da economia não só de Minas Gerais, mas do Brasil. Hoje, o Brasil avança a passos largos para o desenvolvimento econômico muito mais integrado e, é claro, que os produtos de valor agregado vão ter um papel de destaque. Minas Gerais, felizmente, vem apresentando uma resposta muito positiva nesse quesito e conta com instituições de grande prestígio. Estamos, neste momento em um deles, no Inatel aqui, em Santa Rita do Sapucaí, na comemoração dos 25 anos do Vale, e do esforço de gerações que fazem daqui um celeiro não só de ideias, conhecimento, experiência, mas também de empreendedorismo", afirmou Anastasia.
O governador recebeu do prefeito Paulo Cândido da Silva e do presidente da Câmara Municipal, vereador Domásio Roque, o título de cidadão honorário de Santa Rita do Sapucaí. Ele foi agraciado, também, com a Comenda Sinhá Moreira, instituída este ano pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel) para homenagear pessoas e empresas que contribuem para o desenvolvimento do Vale da Eletrônica.
A secretária de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Heloísa Menezes, apontou as empresas de Santa Rita do Sapucaí como importantes atores dentro do cenário econômico nacional.
"Trabalhamos sempre para o aumento da competitividade de nossas empresas e o incremento da produção de conteúdo local, que aqui temos exemplos dos mais brilhantes, é um ponto que temos incentivado e insistido muito", explicou ela.
Antonio Anastasia entregou medalhas de reconhecimento do Sindvel a oito empresas, grandes compradoras regulares das indústrias do Vale da Eletrônica.
O presidente do Sindvel, Roberto de Souza Pinto, destacou a presença de instituições de ensino na evolução do Vale e citou dados que comprovam a pujança e desenvolvimento da região.
"Tivemos a sorte de Sinhá Moreira implantar em Santa Rita do Sapucaí o ensino da eletrônica que foi o primeiro da América Latina.
Gradativamente aconteceu o nascimento de demais escolas e faculdades, permitindo a formação e transformação de pessoas. A partir do empreendedorismo, nasceram as indústrias. Hoje, temos 147 fábricas, que geram 9,6 mil postos de trabalho, 13,7 mil produtos no mercado e temos uma representação de R$ 1,5 bilhão de faturamento no mercado. Se o Vale da Eletrônica está como está hoje é porque temos muitas mãos que ajudaram e investiram aqui", agradeceu ele.

Incubadora

Anastasia inaugurou oficialmente e visitou as instalações da nova sede da Incubadora Municipal de Empresas (IME). A obra teve investimento de R$ 2,3 milhões do Governo do Estado e está em funcionamento, desde agosto último, no Condomínio Municipal de Empresas "Ruy Brandão" (CME). A incubadora abriga 17 pequenas e micro empresas que geram 490 empregos diretos e faturaram cerca de R$ 42 milhões no primeiro semestre deste ano.
A IME foi criada em 1998, por meio da Lei Municipal 3.043, que criou também o Programa Municipal de Incubação Avançada de Empresas de Base Tecnológica (Prointec), para estimular o crescimento social de Santa Rita do Sapucaí e região, com o fortalecimento dos processos de geração, desenvolvimento e atração de empreendimentos de base tecnológica. Até setembro de 2011, o faturamento das empresas incubadas da Prointec foi de R$ 2,7 milhões. Foram graduadas 32 empresas de base tecnológica e mais de 30 novos produtos foram lançados no mercado.
O governador Antonio Anastasia garantiu que o empenho do Governo de Minas no sentido de apoiar ainda mais o desenvolvimento da região não cessará.
"O nosso objetivo aqui é conceder benefícios através de financiamento, criar estímulos fiscais da forma que a lei autoriza. A incubadora que está sendo criada aqui é um exemplo disso, porque sabemos que esse tipo de atividade que se baseia na inteligência, no conhecimento, é o grande capital do século XXI", disse o governador.

CooperRita

Na solenidade de inauguração da usina de beneficiamento da CooperRita, cooperativa que atua nas áreas de leite, café, milho, produção de rações, indústria de lácteos, com mais de mil associados, o governador também citou a agregação de valor aos produtos mineiros, uma das metas principais de seu governo, para saudar a iniciativa da cooperativa.
"Com essa nova unidade, a CooperRita está realizando algo que é o sonho de nós mineiros e obsessão de meu governo, que é agregar valor ao que é produzido em Minas Gerais. Estão pegando o leite in natura e transformando em um produto de valor muito maior, que é o leite longa vida", disse o governador.
A nova usina contou com investimentos de R$ 9 milhões, captados com o auxílio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e tem capacidade para beneficiar 200 mil litros de leite por dia. Com a inauguração, a CooperRita cumpre protocolo de intenções assinado com o Governo Estadual em 2008, no qual se comprometia a industrializar pelo menos 50% do leite recolhido antes de comercializá-lo.
(Fonte: Blog de Notícias – Jornalista João Carlos Amaral em 26/11/2011)

Modos e modas - Com etiqueta

Com etiqueta

Olha o que eu descobri na Internet! O site Wordlabel, que disponibiliza lindas etiquetas para download. Lá você encontra etiquetas para seus presentes de Natal, para colocar em caixas quando for organizar suas coisas, em potes de vidro, etc. Tem umas, parecendo antigas, lindíssimas como essa da foto. É só fazer o download, imprimir e usar. Bom proveito!!!

Persona - Fernando Pessoa

Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)

Pátria Minas - Mineiro não mente... Só é criativo...

Mineiro não mente... Só é criativo...

Um mineiro, lá de Curvelo, tinha 12 filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque sabia que a criançada iria destruir a casa e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir, afinal os mineiros não podem mentir.
Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma e o agente perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí, o agente perguntou:
- Mas onde estão os outros?
E ele respondeu, com um ar muito triste:
- Estão no cemitério, junto com a mamãe deles.
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir...
A inteligência faz a diferença. Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Na vitrola aqui de casa - Aurora

Persona - Érico Veríssimo

Érico Lopes Veríssimo (Cruz Alta, 17 de Dezembro de 1905 – Porto Alegre, 28 de Novembro de 1975)

sábado, 26 de novembro de 2011

Santa Rita é notícia - Vale da Eletrônica no Sul de Minas cresce

Vale da Eletrônica no Sul de Minas cresce

Ao completar 25 anos, polo de Santa Rita do Sapucaí fatura R$ 1,7 bilhão no ano e comemora expansão de 49% sobre 2010. Inovações vão garantir avanços em 2012

O faturamento das 142 empresas que formam o Vale da Eletrônica, um dos principais polos de desenvolvimento tecnológico do Brasil, cravado entre as montanhas de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, a 420 quilômetros de Belo Horizonte, fechará 2011 em R$ 1,7 bilhão, valor 49% acima do apurado em 2010 (R$ 1,14 bilhão). Parte do aumento se deve aos novos produtos que as indústrias locais começam a colocar no mercado nos próximos dias.
A projeção foi estimada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza Pinto, numa data especial: o tradicional polo comemorou, ontem, 25 anos de existência. “Santa Rita do Sapucaí é uma indústria de fábrica”, disse o empresário, que conduziu a solenidade de aniversário da entidade ao lado do governador de Minas. “Temos o objetivo de agregar (valor) aos produtos”, discursou Antônio Anastásia.
Um dos novos produtos desenvolvidos no Vale da Eletrônica, cujas empresas empregam cerca de 10 mil pessoas, pode ser usado, em alguns municípios, já nas eleições de 2012. A Diebold, produtora de urnas eletrônicas, desenvolveu um programa para que a foto do eleitor apareça no terminal do mesário, reduzindo o risco de fraude.
A mesma empresa concluiu um software para desestimular ataques de quadrilhas especializadas em arrombar caixas eletrônicos. O programa suja as notas do caixa eletrônico com tintas. “Já apresentamos o programa ao banco. Deve entrar em operação no início de 2012”, adiantou Antônio Galvão, vice-presidente da Diebold. Segundo ele, o projeto exigiu investimento de US$ 2 milhões.
A Sense, fundada há 35 anos, também acaba de concluir um projeto que recebeu aporte significativo. A empresa destinou, entre recurso próprio e financiado, R$ 4 milhões na construção do primeiro chip eletrônico do estado. “Acreditamos que será colocado no mercado daqui a seis meses. Será usado em produtos como no (aparelho de) sensor fotoelétrico de posição. Foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Engenharia de Itajubá (Ufei)”, destacou o diretor da Sense, Celso Spinelli, acrescentando que outro produto desenvolvido pela empresa, que será colocado no mercado externo em poucas semanas, é um sensor de posição usado pela indústria química, sobretudo a farmacêutica.
O governador aproveitou a solenidade para inaugurar, oficialmente, a nova sede da Incubadora Municipal de Empresas (IME). “Ela vai expandir o número de células de 14 para 20, ou seja, serão mais empresas. As atuais empresas incubadas faturam R$ 3 milhões por ano, gerando cerca de 200 empregos”, informou o secretário de Ciência, Tecnologia, Indústria e Comércio de Santa Rita do Sapucaí, Pedro Sérgio.

Leite

A cooperativa de pecuaristas e agricultores de Santa Rita do Sapucaí, a CooperRita, inaugurou ontem, com investimentos de R$ 9 milhões, a usina de beneficiamento de leite UHT, também chamado de longa vida. A entidade cumpre protocolo de intenções assinado com o governo estadual, em 2008, no qual se comprometeu a industrializar pelo menos 50% do produto recolhido antes de comercializá-lo.
(Fonte: Paulo Henrique Lobato - Estado de Minas em 26/11/2011)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A arte do Origami - Marcador de livros VI

Marcador de livros VI

Natal chegando e a grana está curta? Por que você não faz uns mimos e distribui para seus colegas. Lembrancinhas mesmo, mas feitas por você. O que vale é o carinho do gesto. Tente fazer um marcador de livros em papel ou tecido. É fácil e se for feito por você certamente vai agradar a pessoa que recebê-lo. Já postei vários modelos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. E agora tem mais esse, também bastante fácil de confeccionar.
Quanto ao papel você pode conseguir gratuitamente algumas estampas lindas aqui e aqui. É só imprimir. Vamos lá?

1 – Utilize um papel medindo 15 cm X 7,5 cm. Coloque-o, a sua frente, na posição retângulo. Leve a lateral esquerda até a lateral direita e vinque bem. Desdobre e faça outro vinco na medida de ¼ do tamanho da metade esquerda como mostrado na figura acima. Faça uma prega utilizando esse vinco. Veja que a parte esquerda do papel ficou um pouco menor que a direita.
2 – Leve o lado superior e o inferior da metade esquerda (anterior ao vinco feito) até o centro. Veja na figura acima que esses novos vincos estarão posicionados na medida de ¼ da altura do papel. Desdobre. Dobre em triângulo a parte superior e inferior do centro do trabalho como na figura acima. Desdobre.
3 – Leve o lado superior e inferior da metade esquerda até o centro abaixando o triângulo. Observe como deverá ficar o trabalho na figura acima.
Agora leve a lateral direita até a base dos triângulos formados. Desdobre. Vinque um X no quadrado que você tem a sua direita levando uma ponta até a sua ponta oposta e desdobre. Leve novamente a lateral direita até a base dos triângulos.
Gire o trabalho para a esquerda e coloque a parte mais larga para cima. Ficará parecendo um T. Empurre para dentro a lateral esquerda e a direita. Você tem agora uma seta.
4 - Volte o trabalho para a posição anterior. Insira a prega com os dois triângulos pequenos dentro do triângulo maior. Deverá ficar apenas um papel sobre os triângulos pequenos. Vire o trabalho.
5 – Está pronto seu novo marcador de páginas. Use-o para marcar a página do livro que você está lendo ou para presentear pessoas queridas.

Serviço - Cemig alerta para perigos na instalação de enfeites natalinos

Cemig alerta para perigos na instalação de enfeites natalinos

Companhia dá dicas de segurança para a população evitar acidentes na hora de colocar luzes de Natal

Para evitar acidentes com as decorações natalinas, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) alerta a população para os cuidados básicos na hora de instalar enfeites luminosos. De acordo com o engenheiro de segurança da empresa, Demétrio Aguiar, o ideal é escolher itens de qualidade, que tenham o melhor nível de isolamento elétrico possível. Por isso, recomenda a compra de produtos aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que são submetidos a testes que garantem a segurança.
Segundo o engenheiro, é bom evitar as “gambiarras”, como a instalação de muitos enfeites em uma mesma tomada através do uso de adaptadores e multiplicadores popularmente conhecidos como T ou benjamim. Para evitar a sobrecarga, é necessária a participação de um eletricista, que irá calcular o que pode ou não ser ligado. O profissional vai adequar o circuito da residência por meio de uma pequena reforma na instalação elétrica. As pessoas devem ficar atentas também com os enfeites antigos. Como novo padrão de plugues e tomadas, pode haver incompatibilidade, o que exige o uso de adaptadores.

Recomendações:

• Para a instalação de lâmpadas decorativas em fachadas, muros, jardins e árvores deve-se respeitar a distância mínima de 1,5 metros em relação à rede elétrica.
• Muitas árvores de Natal são feitas de arame e os enfeites têm de estar isolados para impedir a energização acidental.
• Todos os enfeites devem ser bem afixados, para que o vento não os projete contra a fiação da rede elétrica, provocando acidentes graves.
• Desligar os enfeites luminosos antes de dormir ou sair de casa pode contribuir para a redução do valor da conta de energia e evitar acidentes.
• O conjunto da tomada de energia deve ser desligado ao substituir lâmpadas. Nunca execute esse procedimento puxando a tomada pela fiação.
• Evite deixar a instalação em área sujeita a chuva ou alagamento.
• Não instale o conjunto de lâmpadas decorativas em estrutura metálica ou pontiaguda.
• Após a instalação, corrija os pontos de aquecimento. Siga corretamente as instruções do catálogo do fabricante.
• Dê preferência aos enfeites impermeáveis. Eles são mais seguros e duram mais.
• Dê preferência às lâmpadas de LED. Além de mais econômicas, não geram aquecimento e são mais brilhantes.


No caso de instalação de conjuntos luminosos para fachada de prédio com potência mais elevada:

• Contrate o serviço de um engenheiro, técnico ou eletricista para dimensionar a fiação e a proteção do circuito de acordo com a carga a ser ligada.
• Verifique a proximidade com a rede de energia da Cemig, pois, no caso de chuva forte com vento, a iluminação decorativa instalada pode vir a tocar a rede elétrica e provocar curtos-circuitos.
• Evite choques elétricos, observando a distância mínima da rede elétrica ao instalar a decoração de fachadas ou áreas externas.
(Fonte: Estado de Minas em 25/11/2011)

Reduza, reuse, recicle - Aproveitando jornais e revistas

Aproveitando jornais e revistas

Na moda de reciclar e reusar, você pode aproveitar jornais e revistas para embalar seus presentes de Natal. Achei essa dica aqui.
Note que o embrulho foi feito com páginas de jornal. Parece até o antigo Minas Gerais (ainda tem?) que as professoras da minha terra consultavam ansiosas para ver se tinha saído a publicação da promoção tão esperada.

Veja como é fácil fazer um laço com folhas de revistas antigas.

1 – Corte várias tiras de papel. Escolha o tamanho e a espessura que mais lhe agradar. Corte papéis maiores e menores, como mostrado na foto.
2 - Dobre cada tira formando uma espécie de oito, como mostrado na foto acima e grampeie.
3 - Dobre todas as tiras da mesma maneira descrita. Note que você deverá fazer também um pequeno anel para ser o miolo do laço.
4 – Vá colocando uma peça dentro da outra, começando pelas peças maiores, e fixando-as com cola branca para formar o laço. Para finalizar cole o anel fazendo o miolo do laço.

Santa Rita em vídeo - 25 anos do Vale da Eletrônica

Baixe o Adobe Flash Player

Na vitrola aqui de casa - Nada além

(Mário Lago e Custódio Mesquita)

Aviso aos navegantes - Mário Lago – Homem do Século XX: Memórias em Movimento

Projeto homenageia 100 anos de Mário Lago

"Eu não sou saudosista. Não fico lamentando: ’ah, o meu tempo’. Meu tempo é hoje. Eu não fico na calçada, vendo o desfile passar. Vou junto. " (Mário Lago)


As comemorações do centenário do ator, compositor, radialista, escritor, poeta, autor de teatro, cinema, rádio e TV, frasista, militante sindical, ativista político e boêmio, Mário Lago já começaram. O projeto “Mário Lago: o homem do século XX”, patrocinado pela Petrobras, foi lançado no dia 18 de novembro para imprensa, convidados, patrocinadores e parceiros.
Mário Lago completaria 100 anos de vida no dia 26 de novembro. As homenagens para o autor de canções famosas como Amélia e Aurora, porém, já começaram e vão se estender até novembro de 2012. Idealizador do projeto Mário Lago – Homem do Século XX: Memórias em Movimento, Mário Filho contou que seu pai era dinâmico e jovem, mesmo tendo morrido aos 90 anos, em maio de 2002.
O site em sua homenagem www.mariolago.com.br está na rede repleto de coisas legais deste que foi um dos artistas mais completos e interessantes do século 20. Confira!!!

Serviço - Previsão de chuva forte no Sul de MG

Previsão de chuva forte no Sul de MG

O meteorologista do Instituto Minas Tempo, Ruibran dos Reis, apresentou ontem um prognóstico sobre mudanças no tempo, durante reunião comandada pelo Corpo de Bombeiros, que vem intensificando, em todo o Estado, as ações de enfrentamento ao período chuvoso. De acordo com Ruibran, o Sul de Minas, com destaque para Varginha e entorno, será um dos locais com maior concentração de chuvas.
"Por esse motivo, a atenção deverá ser reforçada na região", disse. Ruibran afirmou ainda que as chuvas estão abaixo da média histórica na região Central em novembro. Porém, segundo ele, uma frente fria chegou ao Estado no dia 14 de novembro, sendo necessária a emissão de alerta para algumas regiões.
De acordo Cleber Souza, do 5º Distrito de Meteorologia, a previsão é mais chuva até a próxima segunda-feira em Minas, justamente em decorrência da frente fria citada por Ruibran.
(Fonte: O Tempo em 24/11/2011)

Zenzando na rede

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A arte do Origami - Estrela de Natal I

Estrela de Natal I

Que tal fazer estrelas de Origami para enfeitar sua árvore de Natal ou mesmo para decorar as embalagens de seus presentes? Essa eu encontrei no blog da Carla Onishi que tem o nome das dobras do Origami: Entre Vales e Montanhas. São trabalhos muito interessantes (difíceis para mim que sou principiante), mas essa estrela você também será capaz de fazer. Vamos lá!
1 – Utilize um papel quadrado. Coloque-o a sua frente e dobre ao meio trazendo o lado superior até o inferior.
2 –Desdobre e leve o lado inferior até a linha do meio. Desdobre e repita a operação com o lado superior.
3 – Corte o papel em 4 tiras nas linhas marcadas.
4 – Coloque uma tira a sua frente e dobre ao meio levando o lado inferior até o superior.
5 – Desdobre. Agora deslize a ponta inferior esquerda pela linha do meio formando um triângulo.
6 – Você deverá ter um trabalho como a figura acima. Observe que a dobra vai até a ponta superior esquerda.
7 – Traga a lateral esquerda inclinada até a base inferior obtendo um triângulo.
8- Seu trabalho deverá estar assim. Agora leve a lateral esquerda inclinada até a base superior e obterá um triângulo invertido. Vá dobrando em triângulos levando a lateral inclinada para a base inferior, depois para a superior até o final do papel.
9 – Sua tira de papel deverá ficar como a da figura acima.
10 – Trace linhas verticais na sua tire de modo a obter papéis com um triângulo invertido em cada pedaço como na figura acima.
11 – Recorte a tira nas linhas verticais. Você deverá desprezar a sobra da lateral direita.
12 - Você precisará de 6 pedaços iguais desse papel. Faça isso repetindo as operações anteriores até conseguir a quantidade necessária.
13 – Agora você está preparada para fazer os módulos de sua estrela. Coloque um dos papéis a sua frente como na figura acima e leve o lado inferior até o superior.
14 – Você terá um trabalho como o acima. A ponta do seu triângulo estará voltada para o alto.
15 – Segure a ponta direita do trabalho (apenas a folha de cima) e leve até a ponta esquerda do triângulo. Segure com um dedo e faça uma dobra indo da base até a ponta direita do papel de baixo que ficou sobre a mesa. Observe bem a figura acima.
16 – Repita a operação com a ponta direita do papel.
17 – Introduza essa última dobra feita sob a anterior. Seu trabalho deverá ficar parecendo um barquinho. Note que na base ele tem um bolso que será usado para prender um módulo ao outro. Faça os outros 5 barquinhos.
18 – Coloque um módulo a sua frente (na posição de um barquinho) e introduza a lateral esquerda no bolso de outro módulo até encontrar o triângulo central do módulo 1. Gire o trabalho e coloque o módulo 2 na posição de barquinho. Repita a operação ligando o módulo 3. Repita a operação até ligar os 6 módulos. Feche o módulo 6 com o módulo 1.
Está pronta sua estrela!

Dica de diversão - XXIV Encontro de Corais

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Gostei...- Um sonho

Um sonho
Eu tive um sonho esta noite que não quero esquecer
por isso o escrevo tal qual se deu:
era que me arrumava para a festa onde eu ia falar.
O meu cabelo limpo refletia vermelhos,
o meu vestido era num tom de azul, cheio de panos, lindo,
o meu corpo era jovem, as minhas pernas gostavam
do contato da seda. Falava-se, ria-se, preparava-se.
Todo movimento era de espera e aguardos, sendo
que depois de vestida, vesti por cima um casaco
E colhi do próprio sonho, pois de parte alguma
eu a vira brotar, uma sempre-viva amarela,
que me encantou por seu miolo azul, um azul
de céu limpo sem as reverberações, de um azul
sem o z, que o z nesta palavra nunca tisna.
Não digo azul, digo bleu, a idéia exata
da sua seca maciez. Pus a flor no casaco
que só para isto existiu, assim como o sonho inteiro.
Eu sonhei uma cor.
Agora sei.
(Adélia Prado)

Na vitrola aqui de casa - So nice

Pátria Minas - Tudo juntim

Bão dimais - Bolinho de Arroz

Veja como fazer os bolinhos de arroz, um dos pratos mais emblemáticos do restaurante Ritz de São Paulo. Há tempos estava procurando uma receita de bolinho de arroz para aproveitar as sobras.

Bolinho de arroz

Ingredientes: 4 xícaras (chá) de arroz bem cozido * 4 ovos * ¼ de xícara (chá) de farinha de rosca * 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado * ½ colher (chá) de fermento em pó * ½ xícara (chá) de salsinha picada * ½ xícara (chá) de cebolinha picada * ½ colher (chá) de sal * ¼ de colher (chá) de pimenta-do-reino * 1 litro de óleo (ou mais, se necessário, para fritar)
Modo de fazer: Coloque numa tigela o arroz, os ovos, a farinha de rosca, o queijo, o fermento, a salsinha e a cebolinha. Tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Misture bem. Numa frigideira funda, aqueça o óleo e doure os bolinhos, que devem ser moldados na mão, um a um. Retire com uma espumadeira, escorra bem e sirva em seguida.
(Fonte: Folha de São Paulo em 23/11/2011)

Persona - Adoniran Barbosa

João Rubinato (Adoniran Barbosa) - (Valinhos, 6 de Julho de 1912 – São Paulo, 23 de Novembro de 1982)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Zenzando na rede

Ninguém vive sem um pouco de poesia...- Mário Quintana

Meu bonde passa pelo Mercado

Meu bonde passa pelo Mercado
Mas o que há de bom mesmo não está à venda
O que há de bom não custa nada.
Este momento de euforia é a flor da eternidade.
E essa minha alegria inclui também minha tristeza
- a nossa tristeza...
Tu não sabias, meu companheiro de viagem?
Todos os bondes vão para o infinito!
(Mário Quintana)

Modos e modas - 10 maneiras de usar lenços

10 Maneiras de usar lenços

Maneira 1

Maneira 2

Maneira 3

Maneira 4

Maneira 5

Maneira 6

Maneira 7

Maneira 8

Maneira 9

Maneira 10

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dica de diversão - A vida é sonho

Cia. Arte & Cena apresenta "A Vida é Sonho" em Sta. Rita do Sapucaí

A Cia Arte & Cena, de Santa Rita de Sapucaí apresenta neste sábado (19), às 20h30, no Teatro Inatel a montagem “A Vida é Sonho”, com livre inspiração no texto do espanhol Pedro Calderón de la Barca. A obra original narra as aventuras de Segismundo, filho renegado de Basílio, rei da Polônia que ao nascer é trancado em uma torre. Seu único contato com o mundo externo é Clotaldo, seu guardião e fiel servo de seu pai.
Com duas horas de duração, o espetáculo tem classificação 12 anos. A entrada é franca.

“A Vida é Sonho” – Cia. Arte & Cena
Quando: Sábado (19), às 20h30
Onde: Teatro Inatel - Av. João de Camargo, 510, Centro
Entrada franca – a organização pede ao público que chegue com meia hora de antecedência. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Informações: (35) 3471-9397.
Fonte: EPTV em 17/11/2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Hilda Hislt

Hoje tem 2 em 1. Para ler e ouvir Hilda Hislt.




Canção III

A minha Casa é guardiã do meu corpo
E protetora de todas minhas ardências.
E transmuta em palavra
Paixão e veemência

E minha boca se faz fonte de prata
Ainda que eu grite à Casa que só existo
Para sorver a água da tua boca.

A minha Casa, Dionísio, te lamenta
E manda que eu te pergunte assim de frente:
À uma mulher que canta ensolarada
E que é sonora, múltipla, argonauta

Por que recusas amor e permanência?
(Hilda Hilst)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

As várias Canções do Exílio - 10 - Cacaso

O poema Jogos Florais I e II de Antônio Carlos Ferreira de Brito (Cacaso) foi escrito nos anos 70, mas ficou conhecido em 1985. É mais uma paródia da Canção do Exílio, dessa vez usada ironicamente para criticar a ditadura militar que vigorava no Brasil. A época não possibilitava qualquer ufanismo e todos eram exilados em seu próprio país, já que não havia liberdade de expressão.
No verso inicial aparece a natureza da Canção do Exílio para imediatamente transformar o sabiá, em tico-tico, pássaro muito comum que representa o povo. É o sabiá, dono do poder, que explora o povo e come o seu fubá numa alusão ao choro Tico-tico no fubá de Zequinha de Abreu.
Na segunda estrofe, continua a criticar o governo brasileiro reprovando o “milagre econômico” utilizado como triunfo pelos militares. Para isso, parodia um texto bíblico, “a água já não vira vinho/ vira direto vinagre”. Se Jesus, que transformou água em vinho, veio para salvar os homens, os militares vieram para escravizá-los ao consumismo desenfreado que torna tudo azedo, ácido, avinagrado.
Assim como Oswald de Andrade, também substitui as palmeiras por Palmares. A referência ao Quilombo de Palmares funciona como uma forma de resistência ao regime vigente que imediatamente sofre censura: memória cala-te já. Era melhor calar, palavras e memória, e fazer de conta que não fez alusão ao movimento libertário.
Para mostrar a falta de liberdade de expressão, Cacaso procura atenuar sua ousadia apelando para uma simples rima: Belém capital Pará. A quem o poeta pede licença poética? A Drummond que no Poema de sete faces diz: “Mundo mundo vasto mundo,/ se eu me chamasse Raimundo/ seria uma rima, não seria uma solução". Para Cacaso além de rima é também a solução para suavizar uma “possível” subversão.
A culpa de todos esses arroubos é do álcool que liberta a palavra. Se a água não virou vinho, o vinho interfere na memória e torna a palavra mais ousada para denunciar o momento.
A ironia maior fica para o final, numa crítica aberta a Jarbas Passarinho, ex-ministro da educação. "(será mesmo com 2 esses/que se escreve paçarinho?)" é uma crítica ao ensino público e ao governo militar e seus membros.

Jogos Florais

I

Minha terra tem palmeiras
onde canta o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.

Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.

II

Minha terra tem Palmares
memória cala-te já.
Peço licença poética
Belém capital Pará.

Bem, meus prezados senhores
dado o avançado da hora
errata e efeitos do vinho
o poeta sai de fininho.

(será mesmo com 2 esses
que se escreve paçarinho?)
(Antônio Carlos Ferreira de Brito - Cacaso)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Persona - Almir Sater

Almir Eduardo Melke Sater (Campo Grande, 14 de Novembro de 1956)

sábado, 12 de novembro de 2011

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Adélia Prado

A pintora


Hoje de tarde
pus uma cadeira no sol pra chupar tangerinas
e comecei a chorar,
até me lembrar de que podia
falar sem mediação com o próprio Deus
daquela coisa vermelho-sangue, roxo-frio, cinza.
Me agarrei aos seus pés:
Vós sabeis, Vós sabeis,
só Vós sabeis, só Vós.
O bagaço da laranja, suas sementes
me olhavam da casca em concha
na mão seca.
Não queria palavras pra rezar,
bastava-me ser um quadro
bem na frente de Deus
pra Ele olhar.
(Adélia Prado)

Na vitrola aqui de casa - Timoneiro

Persona - Paulinho da Viola

Paulo César Batista de Faria (Paulinho da Viola), (Rio de Janeiro, 12 de Novembro de 1942)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Na vitrola aqui de casa - Quando você não está aqui

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Mário Quintana

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
(Mario Quintana)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pátria Minas - Mineirar

Zenzando na rede

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Modos e modas - Mais lenços

Muito legal. Tem até boleros feitos com lenços!

Persona - Cecília Meireles

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (Rio de Janeiro, 7 de Novembro de 1901 - Rio de Janeiro, 9 de Novembro de 1964)

domingo, 6 de novembro de 2011

Pátria Minas - Meu tamanho

Modos e modas - 3 novos jeitos de usar lenços

É em inglês, mas só pelo vídeo dá para aprender a fazer as amarrações.





sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Cecília Meireles

Canção


Não te fies do tempo nem da eternidade,
que as nuvens me puxam pelos vestidos
que os ventos me arrastam contra o meu desejo!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te vejo!
Não demores tão longe, em lugar tão secreto,
nácar de silêncio que o mar comprime, o lábio,
limite do instante absoluto!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã eu morro e não te escuto!
Aparece-me agora, que ainda reconheço
a anêmona aberta na tua face
e em redor dos muros o vento inimigo...
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã eu morro e não te digo...
(Cecília Meireles)

Minas são muitas - Santana do Paraíso

“Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais.” (Guimarães Rosa)

Santana do Paraíso

(Igreja Matriz de Nossa Senhora de Santana - Foto do Márcio)

Região: Vale do Rio Doce
Padroeira: Nossa Senhora de Santana
Festa da Padroeira: 25 de Julho

Localização


História

No reinado de Dom João VI, a atual Santana do Paraíso era uma região inóspita, que foi entregue às autoridades portuguesas no projeto de “civilização” dos nativos Nack-ne-nuck, índios bravios descendentes dos Aimorés, do grupo Tapuia e do tronco linguístico Macro-Jê. Em 1809, Dom João VI determinou a ocupação dessa região por tropas nacionais e, na divisão, as terras do município passou a pertencer à 1ª Divisão Militar do Rio Doce.
Essa Região Militar foi entregue a Antônio Rodrigues Taborda, que comandava ações de ocupação de terra e combatia a resistência dos índios, apelidados de botocudos devido aos ornamentos que utilizavam, principalmente nos lábios.
A administração das Regiões Militares, porém, revelou-se um grande fracasso. A maior dificuldade na época era encontrar homens para adentrar a densa mata, enfrentar os índios e a febre, o que fez com que o rei de Portugal reestruturasse as Divisões Militares, nomeando o francês Guido Marliére como administrador geral do Rio Doce, a partir de 1819.
Osvaldo Aredes sustenta que o processo de ocupação de Santana do Paraíso é mais antigo que os demais municípios do Vale do Aço. O território da margem esquerda do rio Doce (a oeste do rio) esteve ligado diretamente à fase áurea da mineração em Minas Gerais, e tinha no município de Ferros – ao qual o então distrito pertencia, entre 1892 e 1923 – uma referência para os moradores da região.
No final do século XIX, o local onde se construiu a cidade era um ponto de tropeiros que faziam a rota ligando a região do Calado, atual Coronel Fabriciano, ao município de Ferros. As tropas, vindas geralmente de Antônio Dias, passavam pelo Calado e por Barra Alegre (atual distrito de Ipatinga) e, para seguir até o Achado, tinham que passar pelo então povoado de Taquaraçu, subindo a Serra do Chico Lucas e seguindo viagem em direção a Ferros.
A Cachoeira do Engelho era a preferida pelos tropeiros para o seu descanso. Ao longo dos anos as tropas foram aumentando e a margem da cachoeira acabou se transformando num importante centro comercial.
No início do Século XX, com a chegada da Estrada de Ferro Vitória Minas, a região passou a experimentar um grande crescimento demográfico, com o aumento considerável de fazendeiros e produtores rurais que sonhavam escoar a produção agrícola pelo caminho de ferro em direção a Itabira e a Figueira do Rio Doce (atual Governador Valadares).
O local viveu uma fase de estagnação, até a chegada da siderurgia à região, primeiro com a construção da Acesita, em meados dos anos 40, e depois da Usiminas, no final dos anos 50.

Datas Históricas

1892 – Criado o Distrito com a denominação de Ipanema, subordinado ao município de Itabira.
1911 – O distrito de Ipanema tomou o nome de Santana do Paraíso e foi transferido do município de Itabira para o de Santana dos Ferros.
1923 - O distrito de Santana do Paraíso foi transferido do município de Ferros (ex-Santana dos Ferros) para o novo município de Mesquita.
1992 - Elevado à categoria de município com a denominação de Santana do Paraíso e desmembrado de Mesquita.

O município

Santana do Paraíso é um município do estado de Minas Gerais. Ocupa uma área de 276,06 km². Sua população, em 2010, era de 27 265 habitantes. Junto com Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo forma a Região Metropolitana do Vale do Aço.
A agricultura representa a menor parcela da economia de Santana do Paraíso.
O turismo em Santana do Paraíso se destaca especialmente pelo turismo natural, com cachoeiras e pequenos rios ideais para prática de esportes radicais. Oferece, como atrativos turísticos, a cachoeira do Paraíso com três lagos artificias de águas correntes, escorregador de pedra, duas cascatas e várias quedas menores, e a cachoeira Engenho Velho, também com dois lagos artificiais, no leito do ribeirão, ambos com área para camping, além da lagoa da Prata, onde são realizados passeios de barco.
Outro importante atrativo é a Festa de Santo Antônio, que ocorre anualmente no mês de julho. É bastante conhecida pela fogueira montada e que possuía cerca de 29 metros. Entretanto, devido a um acidente ocorrido no ano de 2004, na cidade vizinha de Mesquita, o tamanho foi reduzido para 14 metros, a pedido do corpo de bombeiros.
(Fontes: IBGE, http://www.santanadoparaiso.mg.gov.br)

Blog: Faltam 790 municípios.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...