quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Santa Rita é notícia - 50 coisas que você não pode deixar de fazer em Santa Rita do Sapucaí


50 coisas que você não pode deixar de fazer em Santa Rita do Sapucaí 

Esteja de passagem ou more nesta surpreendente cidade de 40 mil habitantes do Sul de Minas, seguem dicas preciosas para usufruir o melhor que Santa Rita do Sapucaí tem a oferecer.

Santa Rita é notícia - 23 indícios de que uma cidade no Sul de Minas Gerais pode se tornar a Austin brasileira

23 indícios de que uma cidade no Sul de Minas Gerais pode se tornar a Austin brasileira.


Santa Rita é notícia - Cidades do Sul de MG estão entre as 10 mais desenvolvidas de MG

Cidades do Sul de MG estão entre as 10 mais desenvolvidas de MG

Santa Rita do Sapucaí é a melhor colocada da região, diz índice do Firjan. 
Varginha, Pouso Alegre, Poços de Caldas e Itajubá completam a lista. 

Cinco cidades do Sul de Minas estão entre as 10 mais desenvolvidas de Minas Gerais, de acordo com o índice Firjan de desenvolvimento municipal, da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. Compõem a lista Santa Rita do Sapucaí (3º), Varginha (4º), Pouso Alegre (5º), Poços de Caldas (9º) e Itajubá (10º). 

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal é um estudo do Sistema FIRJAN que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de mais de 5 mil municípios brasileiros em áreas como emprego e renda, educação e saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. 

Além das cinco cidades da região, outros 22 municípios do Sul de Minas estão entre as 100 mais desenvolvidas do Estado. Clique aqui para conferir a lista completa. 

Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal

Fonte: G1 Sul de Minas em 05/11/2014 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Carpinejar

Pulo frutas
para roubar muros. 
Eu me seco
quando levo susto. 
Sempre nos momentos 
em que nada acontece, 
tudo é possível. 
(Carpinejar em “Como no céu”)

Santa Rita é notícia - Inspirado pelo pai, estudante cria cadeira especial no Sul de Minas

Inspirado pelo pai, estudante cria cadeira especial no Sul de Minas 

Invenção promete deixar corpo em pé e dar movimentos a paraplégicos. 
Aos 18 anos, jovem já conseguiu reconhecimento pelo projeto.
Cadeira permite que pessoas com deficiência física possam ficar de pé e se locomover (Foto: Daniela Ayres) 

Os olhos de Walef Ivo Carvalho, de 18 anos, brilham ao mostrar a evolução de seu famoso invento na garagem no Centro de Santa Rita do Sapucaí (MG), na casa onde mora pai, parte importante nesse trabalho. Walef mesmo testa o aparelho. Arruma os cintos em volta das pernas e do corpo, simulando estar preso a uma cadeira de rodas. Aos poucos, o projeto de nome complicado, “cadeira ortostática dinâmica”, o deixa em pé de novo. Com o toque em um botão, o aparelho vai para frente, para trás, para os lados. Promete o movimento que um acidente tirou da vida de muitos. “Você tem uma vida sem dificuldades e, de uma hora para outra, você se vê limitado”, comenta em um tom reflexivo. “A minha ideia é ver isso aqui em um supermercado, para que o cadeirante tenha liberdade de pegar um produto em uma prateleira mais alta se ele quiser. Um professor nessas condições poderia se levantar para escrever no quadro. Essas pequenas conquistas mudam a qualidade de vida, fazem diferença para a autoestima”, diz e abre um sorriso de canto a canto do rosto novamente. Walef sabe do que está falando. Há oito anos, o pai, Leandro Aparecido de Carvalho, chegou a perder todos os movimentos do corpo. Quem vê o serralheiro de 35 anos mal acredita que ele teve a tetraplegia como prognóstico.
Walef simula como cadeira seria usada por um deficiente físico (Foto: Daniela Ayres) 

“Era véspera do Natal de 2006”, recorda-se Leandro, hoje com 35 anos. “A gente tinha chegado da missa. Estava quente e eu fui dar um mergulho na piscina. Caí de cabeça e daí por diante não me lembro de mais nada.”
Pai de inventor de cadeira ortostática dinâmica chegou a perder todos os movimentos do corpo (Foto: Daniela Ayres) 

Segundo o pai de Walef, o acidente lhe deixou apenas os movimentos da cabeça. Os médicos pareciam pouco otimistas. Depois de uma semana internado, a possibilidade de uma cirurgia lhe trouxe a chance de, pelo menos, conseguir se sentar. “O médico disse que minhas chances eram de 3% a 10%. Eu decidi lutar para ficar muito além disso. Coloquei na cabeça que se quisesse voltar a andar, teria que ficar de pé”, conta. Na época, ajudado pelos três irmãos, também serralheiros, uma estrutura com roldanas foi improvisada para que Leandro conseguisse ficar alguns momentos fora da cadeira. Na sequência vieram as sessões de fisioterapia no Centro de Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia Assistiva (CDTTA), pertencente ao Inatel, em Santa Rita do Sapucaí (MG), e a recuperação gradativa dos movimentos que hoje lhe permitem circular pela cidade com a ajuda de um andador. Se um provável tetraplégico não acreditou em limites, por que Walef acreditaria? É esse sentimento que move as pesquisas do jovem. “Eu fui para a ETE (escola com ensino profissionalizante da cidade) mais para conhecer. Lá, a gente tem que desenvolver algum projeto na área tecnológica e foi nesse momento que pensei na primeira versão dessa cadeira”, conta o hoje estudante de Engenharia Biomédica.
Estudante pretende tornar cadeira independente de botões (Foto: Daniela Ayres) 

Projeto em evolução 

A cadeira ortostática, construída em 2012, lembra uma balança daquelas de inox usadas para pesar sacos de batata. A estrutura rústica, no entanto, se mostrou bastante eficiente para o propósito inicial do estudante: garantir uma postura ereta para o cadeirante. Mas, a exemplo do pai, Walef queria vencer novos limites. No projeto apresentado em uma feira da ETE, Walef trabalhou com uma equipe de colegas de sala. A proposta rendeu prêmios ao grupo durante todo o ano seguinte e preparou o terreno criativo para os avanços que chegariam em 2014. “No Inatel, eu tive acesso ao CDTTA e comecei a investir em melhorias na cadeira ortostática até chegar na cadeira ortostática dinâmica, que permite que o paraplégico se levante e se movimente”, explica. Essa segunda etapa do projeto foi desenvolvida a partir de junho deste ano e chegou a ser apresentada ao Congresso Brasileiro de Engenharia Biomédica. Com a inovação, Walef também obteve reconhecimento internacional e da Sociedade Brasileira com Deficiência. Mesmo sem a equipe que o auxiliou na primeira versão da cadeira, não foi uma conquista solitária. “Eu entendo muito pouco da parte mecânica. Quem me ajuda mesmo nessa parte é meu tio Luciano, é ele que encontra as soluções para as ideias que eu tenho e me ajuda a por em prática”, revela o estudante, que já se prepara para uma terceira evolução da cadeira. “Agora eu quero que ela acompanhe o movimento da cabeça, o que vai ajudar as pessoas tetraplégicas”, imagina o futuro engenheiro de biomedicina.
Walef, em primeiro plano, com o pai: troca de experiência para inovação na biomedicina (Foto: Daniela Ayres)

 Fonte: Daniela Ayres - G1 Sul de Minas em 02/11/2014

Santa Rita é notícia - Jovem cria produtos ortopédicos mais baratos e ecológicos em MG

Jovem cria produtos ortopédicos mais baratos e ecológicos em MG 

Projeto é uma alternativa para o tratamento de luxações e quebraduras.
Método se utiliza de tecnologia 3D para a produção de órteses.
Órteses de material biodegradável já podem ser feitas com impressora 3D (Foto: Daniela Ayres/ G1) 

O trabalho de pesquisa de um estudante de Santa Rita do Sapucaí (MG) pode trazer um grande avanço para o mercado de produtos ortopédicos. Aos 22 anos, Leonardo Amaral é o criador do bio-replicador, uma impressora 3D que fabrica órteses. Os primeiros testes, em um modelo de impressora construída por ele mesmo, mostram o quanto a proposta é promissora. De fácil manipulação, as peças têm baixo custo e são totalmente biodegradáveis.
Leonardo Amaral desenvolveu bio-replicador de órteses em Santa Rita do Sapucaí, MG (Foto: Daniela Ayres/ G1)

"O custo de produção fica, pelos menos, 100 vezes menor", calcula o estudante de Engenharia de Controle e Automação. "O material que eu uso já é aplicado em algumas áreas da medicina, mas não ainda nesse tipo de proposta. Como a minha impressora é pequena, eu comecei testando a ideia na fabricação de órtese para punho. Precisamos de novas pesquisas para padronizar o produto e ampliar as possibilidades dessa tecnologia", diz. Como uma caneta, a impressora traça linhas que se cruzam em várias direções. O processo é lento. Camada por camada, a peça, desenhada inicialmente em um programa de computador, vai ganhando a forma de uma tala. Para o G1, Leonardo reproduziu seu primeiro teste: a munhequeira. "Cada traço é gerado por um comando específico do computador. Para essa órtese de punho, foram necessários mais de 40 mil comandos", conta. Em média, uma órtese pequena - como a reproduzida, que serve para tratar tendinite - leva cerca de 2h para ficar pronta e, enquanto um peça tradicional sai por pelo menos R$ 30 para o paciente, a versão biodegradável de Leonardo tem custo inicial de R$ 5 a R$ 10. "Para o consumidor, custaria cerca de R$ 15", estima.
Órtese de punho tem custo de produção estimado entre R$ 5 e R$ 10 (Foto: Daniela Ayres/ G1)

Projeto 

A descoberta de Leonardo surgiu por caso. Ele conta que há dois anos se interessou pela fabricação de drones. A dificuldade em conseguir as peças para esses veículos aéreos não tripulados o levou a iniciar uma produção própria. O sucesso do empreendimento foi a base do bio-replicador. Curiosidade A matéria-prima das órteses do bio-replicador é o PLA, um plástico biodegradável à base de fontes renováveis, como milho, beterraba e cana-de-açúcar. As órteses fabricadas no Sul de Minas têm aparência sólida, mas amolecem ao serem mergulhadas em água a 60°C para que possam ser moldadas no formato do corpo. Quando mergulhadas novamente em água quente, retornam à forma original. "Eu tinha que importar peças e pagar um imposto muito alto para conseguir material para o drone. Aí comecei a ler sobre a impressora 3D, que já é usada há muito tempo para confeccionar materiais diversos e descobri que existiam projetos de código aberto, que permitiam às pessoas construírem suas próprias impressoras, e me interessei", conta. Para testar o equipamento, Leonardo fez de apito a suporte para celular. Vendia tudo a preço de custo. Em dois dias no novo empreendimento, ele ganhou R$ 550, mas o estudante queria mais. "Eu queria produzir algo que fosse diferente e tivesse a ver com a minha área de formação. Procurei um professor meu e ele me ajudou a chegar na proposta bio-replicador", diz. Leonardo é aluno do Inatel, em Santa Rita do Sapucaí, e foi quem desenvolveu todo o projeto da impressora 3D para fabricação de órteses. Seu orientador é o professor Francisco de Carvalho Costa, doutor em biotecnologia e que tem nos biomateriais uma de suas áreas de pesquisa. Futuro A parceria entre a engenhosidade do aluno e o estímulo do professor resultou em uma proposta que, para Leonardo, ainda está em fase embrionária. "Aperfeiçoando a tecnologia, podemos pensar na produção de próteses. Não é nada em grande escala, porque uma pessoa não vai quebrar um dedo e esperar uma impressão de três horas para obter uma tala. Mas o material pode tornar um tratamento mais rápido e acessível em situações emergenciais", avalia o estudante.
Da esq. para a dir.: Órtese em estado sólido é colocada em água quente para ser moldada ao punho (Foto: Daniela Ayres/ G1) 

Fonte: Daniela Ayres - G1 Sul de Minas em 01/11/2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Na vitrola aqui de casa - Will you still love me tomorrow

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Santa Rita é notícia - Cidades campeãs no índice de desenvolvimento priorizam educação

Cidades campeãs no índice de desenvolvimento priorizam educação

A aposta em educação foi decisiva para dez cidades mineiras alcançarem o topo no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) no Estado. Nesse quesito, Minas congrega, na região Sudeste, o maior número de municípios com alto grau de desenvolvimento: 255 (29,9% do total).
 Com base nos indicadores de educação, saúde, emprego e renda, o IFDM monitora o desenvolvimento socioeconômico nos 5.565 municípios do país a cada ano.
 Em relação a emprego e renda, no entanto, as cidades mineiras obtiveram desempenho inferior, com classificações intermediárias (regular e moderado). 
 O estudo, relativo a 2011 e divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), mostra também que Minas é o único Estado do Sudeste com cidades que apresentaram baixo IFDM Saúde: 34. Água Boa, de 15 mil habitantes, no Vale do Rio Doce, foi a única do Sudeste com baixo desenvolvimento (0,3957).
 Nova Lima liderou o IFDM em 2011, depois de ocupar a 4ª posição no ano anterior. Uberlândia (Triângulo), porém, trocou o topo do ranking pela 6ª colocação. 
 Segundo o economista Jonathas Goulart, um dos autores do estudo, Nova Lima elevou o número de consultas do pré-natal e registrou significativa melhora no percentual de docentes com diploma superior no ensino fundamental. 
 O prefeito Cássio Magnani diz que a cidade de 83 mil habitantes tem o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na Região Metropolitana de Belo Horizonte e que o Programa Saúde da Família conta com 16 equipes e abrange 85% da população. 
 Já Uberlândia, com 612 mil habitantes, apresentou recuo no índice de emprego e renda, apesar de ter avançado em educação e saúde. Foi a única cidade com queda no IFDM (-1,2%) no cômputo das dez melhores do ranking no Estado. “Mesmo assim, está em alto desenvolvimento”, acrescenta Goulart. 
 Para ele, a análise da evolução e do nível de desenvolvimento das regiões mineiras revela as particularidades da desigualdade. O Norte do Estado e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri concentram a maioria dos municípios com IFDM regular e baixo.

Economia dinâmica alavanca índices de saúde, emprego e renda

Presidente da Associação dos Municípios do Vale do Mucuri e prefeito de Nanuque, Ramon Miranda justifica a inclusão de quatro cidades da região na lista dos piores índices de desenvolvimento à total dependência do FPM e da ausência dos governos estadual e federal.
 Por outro lado, o crescimento puxado pelo dinamismo econômico se transfere às áreas de educação e saúde, como se nota em regiões de maior desenvolvimento, explica o economista da Firjan, Jonathas Goulart. 
 Um exemplo é Patos de Minas, no Alto Paranaíba, que saiu do 13º lugar para a vice-liderança no IFDM estadual. Além de manter o nível de atividade econômica, reduziu os percentuais de óbitos por causas não definidas e de internações sensíveis à atenção básica. A oferta de ensino infantil e a elevação da nota do Ideb também contribuíram.
Santa Rita do Sapucaí, no Sul do Estado, pulou do 15º para o 3º lugar. Ampliou o atendimento à educação infantil, o percentual de professores com diploma de ensino superior e a nota do Ideb. Na saúde, reduziu a taxa de óbitos de menores de 5 anos por causas evitáveis.
 Para o prefeito Jefferson Mendes, esse avanço se deve à cidade que valoriza o diálogo e interação das culturas para melhorar a vida das pessoas. Em especial, à inovação tecnológica e ao empreendedorismo nas áreas do IFDM. 
 Em 4º lugar no ranking (antes era o 33º), Varginha comprova “a estrutura de sustentabilidade, que passa por educação e saúde”, diz o prefeito Antônio Silva. São mais de 10 mil estudantes na rede pública municipal. 

(Fonte: Ricardo Rodrigues - Hoje em Dia em 01/06/2014)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft

Reverberação
O destino trama os dias
e desfaz o sonho: demarca
meus contornos, partes
disso que sou e serei.

Quem sabe desejei demais:
milagres não me bastaram,
mas quando eu quis ser rainha
fui simplesmente humana.

A voz da vida insiste,
chama para o que salva
ou desatina:
nem sempre a entendi.

Palavras buscam sentido
para o que fiz, falhei,
conquistei e perdi
- ou que me abandonou
nalguma esquina.

(Talvez eu precisasse é dos silêncios.)
(Lya Luft)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft

Quem sou
Do pai, a retidão e certa melancolia:
o olhar sobre o que vem atrás
do espelho. Da mãe,
a alegria. Da remota linhagem,
o novelo de fios que tramam
alma e imagem,
ninguém sabe quando e onde.

Mais os trabalhos e a dor, a fantasia,
a obstinada procura, alguma sorte,
muita esperança na bagagem.

(Dissabores fazem parte: maior
foi a celebração da vida.)

Entre o começo e a morte,
mar e miragem:
não há muito de mim
na personagem que contemplas.

(Há que buscar o que ela esconde.)
(Lya Luft)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Dica de diversão - Festa de Santa Rita

Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Comercial legal - Evian

sexta-feira, 28 de março de 2014

Comercial legal - Despedida da Kombi

Santa Rita é notícia - Evento desafia criação de empresa em 54 horas no Sul de Minas

Evento desafia criação de empresa em 54 horas no Sul de Minas

Inscrições para o encontro podem ser feitas pela internet até dia 4 de abril.

Profissionais como o criador do aplicativo 'Easy Taxi' estão confirmados. 


Entre os dias 11, 12 e 13 de abril, o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) realiza o Startup Weekend em Santa Rita do Sapucaí (MG) com objetivo de estimular os participantes a criarem uma empresa em apenas 54 horas. O projeto é incentivado pelo Google e promovido em outros locais com a intenção de que empreendedores, desenvolvedores, designers e entusiastas se juntem para criarem empresas de alto impacto - startups, em apenas um fim de semana. As inscrições para o evento estão abertas até o dia 4 de abril.

Evento acontece no Inatel em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Renan Barbosa)
De acordo com a organização, o encontro incentiva a criatividade e inovação dos participantes, para que desde o início do encontro, na noite de sexta-feira (11), sejam compartilhadas as ideias. O intuito é que equipes sejam formadas para trabalhar e criar uma startup.

Além da montagem das startups, haverá também uma competição entre as equipes. Os participantes devem ter plano de negócios, comprovação das demandas dos serviços e produtos oferecidos pelo empreendimento, entre outros procedimentos comuns durante a elaboração de uma empresa.
Para auxiliar os participantes haverá consultoria disponível com profissionais de grande experiência na criação de startups de sucesso. “Queremos formar um novo alicerce para o ambiente de empreendedorismo de alto impacto”, comentou o engenheiro Alex Lemos da Silva, um dos organizadores do evento.


Mentores


Alguns experientes mentores já estão confirmados para o Startup Weekend Inatel. Entre eles, Gustavo Brun Goldschmidt e Pedro Concli Loureiro, respectivamente, CEO e Líder de Design do Superplayer, e também Samir Iásbeck e Gian Menezes sócios da Startup Qranio.

A palestra de abertura do evento, será ministrada por Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi, startup que surgiu em uma Startup Weekend e atualmente tem o aplicativo de procura de taxis utilizado em diversos países do mundo.
Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi, fará palestra de
abertura (Foto: Leo Neves/ Agência O Globo)
Outros mentores com cases de sucesso em empreendedorismo de alto impacto também já confirmaram presença no evento, como o CEO do site WeDoLogos, Gustavo Mota, a consultora e fundadora do UpaLupa (Fábrica de Startups), Lígia Dutra Zeppelini, o publicitário Victor Lymberopoulos, fundador do Mídia Publicitária, considerado o melhor blog de comunicação do país, entre outros.
Serviço – As inscrições vão até o dia 4 de abril e podem ser realizadas pelo sitehttp://inatel.startupweekend.org

Fonte: http://g1.globo.com  em 27/03/2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Dica de diversão - Carnaval

Clique na imagem para vê-la em tamanho maior

Bão dimais - Souflé Lavoisier

Adorei essa receita que minha irmã Andréa me passou. É ótima para aproveitar sobras de legumes refogados, frango desfiado, espinafre, etc. 

"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." (Lavoisier)

Por isso resolvi batizá-lo de Souflé Lavoisier. Simples, fácil, barato e gostoso. Fiz com uma sobra de abobrinha refogada e ficou muito bom. 

Souflé Lavoisier

Ingredientes: 1 colher (sopa) de farinha de trigo * 1 colher (sopa) de margarina * 1 xícara (chá) de leite * 2 ovos * queijo parmesão ralado * cheiro verde * recheio desejado
Modo de fazer: Em uma panela, misturar a manteiga, a farinha e o leite. Levar ao fogo, mexendo sempre, até formar um creme. Depois de frio, Juntar o recheio (se tiver caldo, espremer para retirá-lo), o queijo e o cheiro verde a gosto, e as gemas. Misturar. Adicionar as claras em neve. Despejar em um refratário pequeno, untado e enfarinhado, e levar ao forno. Sirva quente.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Comercial Legal - Budweiser

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Miguel Torga

Ficha
Poeta, sim, poeta...
É o meu nome.
Um nome de batismo
Sem padrinhos...
O nome do meu próprio nascimento...
O nome que ouvi sempre nos caminhos
Por onde me levava o sofrimento...

Poeta, sem mais nada.
Sem nenhum apelido.
Um nome temerário,
Que enfrenta, solitário,
A solidão.
Uma estranha mistura
De praga e de gemido à mesma altura.
O eco de uma surda vibração.

Poeta, como santo, ou assassino, ou rei.
Condição,
Profissão,
Identidade,
Numa palavra só, velha e sagrada,
Pela mão do destino, sem piedade,
Na minha própria carne tatuada.
(Miguel Torga)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Miguel Torga

Inocência
Vou aqui como um anjo, e carregado
De crimes!
Com asas de poeta voa-se no céu...
De tudo me redimes,
Penitência
De ser artista!
Nada sei,
Nada valho,
Nada faço,
E abre-se em mim a força deste abraço
Que abarca o mundo!

Tudo amo, admiro e compreendo.
Sou como um sol fecundo
Que adoça e doira, tendo
Calor apenas.
Puro,
Divino.
E humano como os outros meus irmãos,
Caminho nesta ingénua confiança
De criança
Que faz milagres a bater as mãos.
(Miguel Torga)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dica de diversão - Sax in the beats


Imperdível!!!!

Data: 01/02/2014
Horário: 20:30
Local: Coreto da Praça Santa Rita

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Ôncofui - Campanha - MG

Campanha - MG

Gostei... - Ano Novo

Ano Novo

Começar o ano na quarta-feira deveria ser proibido. Infelizmente, na ausência de leis que proíbam o fluxo regular do calendário gregoriano, o primeiro dia do ano cai, de vez em quando, em intervalos regulares e previsíveis, em uma quarta-feira.
Primeiro dia do ano é tempo que deve ser utilizado para o descanso, ao perdão autoconcedido, e ao enfrentamento das consequências dos excessos, ações e acontecimentos do ultimo dia do ano passado. Olhando dessa perspectiva, começar ou não o ano na quarta-feira não faz realmente muita diferença.
A perda se dá realmente nos dias seguintes, quando a vida quotidiana parece acordar e, a todos, arrastar no turbilhão de agitações que engole as horas de todos os dias, a toda hora. Ano que começa em quarta-feira rouba tempo adicional para reflexão e contemplação.
Parece que começos de ano existem para reflexão, reavaliação de ações, revisão de objetivos e tomada de decisões. Nessa época, a gente tende a contemplar o futuro, o passado, os valores, e os significados. É renascer habitando o mesmo corpo.
O ser humano, apesar de se autoproclamar racional, parece jamais desistir de encontrar perguntas cuja existência de respostas seja talvez impossível ou improvável. É assim que se escrevem páginas sobre a existência ou inexistência de Deus, ou se derramam rios de tinta e muito esforço na busca de conexões humanas perfeitas.
Aos que abraçam a ciência com única explicação, e a tudo tentam abordar racionalmente, de fato, muita coisa parece sem sentido, vazia. A ciência explica como, mas ajuda muito pouco a entender por quê. A existência seria simplesmente um acaso pelo qual cada um de nós passa, sem nada de especial.
Talvez seja verdade. Talvez não exista mesmo sentido. Mas se toda esta racionalidade não estivesse eternamente grávida de dúvidas; ou se aqueles que se autoproclamam completamente racionais desfrutassem da completa pureza de suas convicções, cessariam também a sede por conhecer, por saber, por aspirar, por viver.
Nós, entretanto, continuamos. Investimos energia e tempo na busca de sentido e conexões humanas perfeitas. E somos permanentemente desafiados a perguntar se simplesmente falhamos em encontrar as respostas às questões que nos preocupam, ou se essas respostas simplesmente nunca existiram.
Começo de ano é época de desejar o impossível, ou, no mínimo o improvável. É período para renascimento de esperanças. Feito para abrigar os sonhos das conexões humanas perfeitas, e continuar a busca das respostas que tanto precisamos, mas que tardam em chegar.
Que este ano traga tudo isto.
Feliz ano novo!

(Elton Simões)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Ferreira Gullar

Ano Novo 
Meia-noite. Fim
de um ano, início
de outro. Olho o céu:
nenhum indício.

Olho o céu:
o abismo vence o
olhar. O mesmo
espantoso silêncio
da Via-Láctea feito
um ectoplasma
sobre a minha cabeça
nada ali indica
que um ano novo começa.

E não começa
nem no céu nem no chão
do planeta:
começa no coração.

Começa como a esperança
de vida melhor
que entre os astros
não se escuta
nem se vê
nem pode haver:
que isso é coisa de homem
esse bicho
estelar
que sonha
(e luta).
(Ferreira Gullar)

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Carlos Drummond de Andrade

Reinauguração
Entre o gasto dezembro e o florido janeiro,
entre a desmistificação e a expectativa,
tornamos a acreditar, a ser bons meninos,
e como bons meninos reclamamos
a graça dos presentes coloridos.

Nessa idade - velho ou moço - pouco importa.
Importa é nos sentirmos vivos
e alvoroçados mais uma vez, e revestidos de beleza,
a exata beleza que vem dos gestos espontâneos
e do profundo instinto de subsistir
enquanto as coisas em redor se derretem e somem
como nuvens errantes no universo estável.

Prosseguimos. Reinauguramos. Abrimos olhos gulosos
a um sol diferente que nos acorda para os descobrimentos.
Esta é a magia do tempo.
Esta é a colheita particular
que se exprime no cálido abraço e no beijo comungante,
no acreditar na vida e na doação de vivê-la
em perpétua procura e perpétua criação.
E já não somos apenas finitos e sós.

Somos uma fraternidade, um território, um país
que começa outra vez no canto do galo de 1º de janeiro
e desenvolve na luz o seu frágil projeto de felicidade.
(Carlos Drummond de Andrade)
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