quarta-feira, 31 de março de 2010

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Nidia Telles

Esse é meu. Com foto e tudo o que me é de direito.

Marcas

Cada vinco em minha face
Tem um porquê escondido.
Este fundo em minha testa
É a cicatriz que ainda resta
No corpo de minha filha.
Este que desce bem grande
Dividindo a face esquerda
É por onde passou a dor
De uma falta de certeza.
As várias, nos olhos, na boca
Embora pareçam poucas,
São as risadas que dei
Quando me fingi de forte
E desafiei de frente a vida.
(Nidia Telles)

Em poucas palavras - Aristóteles

"O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo." (Aristóteles)

terça-feira, 30 de março de 2010

Pátria Minas - Estratela


Lá em Três Pontas, cidade que fica no sul das Minas Gerais, uma médica, atendendo uma criança pelo SUS, leu o nome na ficha para chamá-la:
Nome: Estratela de Quica da Silva
A médica, um pouco encabulada, perguntou à mãe a origem do nome.
- Uai, dotora, o pai dela foi registrá lá em Santana da Vargi e o homi do cartório preguntô: como a minina se chama?
- Aí ele arrespondeu: U memo nome da avó, uai.
- E como se chama a vó dela:?
- Uai, eis trata ela de Quica …
- E o homi du cartório preguntô de novo: e quar o subrinome?
- Ele arrespondeu: uái, é da Sirva
Quando nóis viu o rigistro tava iscrito lá: Estratela de Quica da Silva, mas nóis queria mesmo é que ela tivesse o nome da avó: Francisca !

De onde vem? - Conto do vigário

Conto do vigário

No início do século 18, duas igrejas de Ouro Preto, em Minas, receberam a imagem de uma santa. Para ver qual ficaria com a oferenda, os vigários deixaram por conta da “mão divi¬na”. Um dos vigários sugeriu, ardilosamente, colocá-la no lombo de um burro e deixá-lo decidir. Ou melhor, no meio do caminho entre as duas igrejas puseram o burro. A paróquia felizarda seria aquela para a qual o animal se dirigisse. Deu paróquia de Nossa Senhora do Pilar porque, dizem, o burro era dali e conhecia o caminho. O vigário vencedor saiu satisfeito com a imagem. Conta-se que, mais tarde, os fiéis descobriram que o burro havia sido treinado. O vigário vencedor perdeu a credibilidade. A expressão “conto do vigário” ganhou a conotação de falcatrua, maracutaia. Desde então, cair no conto-do-vigário passou a significar acreditar em uma enganação ou mentira.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Modos e modas - Como dobrar lençol com elástico

Histórias de minha filha - Como fugir do Lobo Mau


Como fugir do Lobo Mau

Minha filha devia ter uns quatro anos, já conhecia as letras, mas ainda não sabia escrever. Na escolinha, suas idéias eram expressas sempre por meio de desenhos. Nas reuniões de pais, eu sempre soube reconhecer os feitos por ela. A marca registrada era sempre: uma menina com o vestido em forma de triângulo, uma árvore, uma flor e uma borboleta. Isso invariavelmente aparecia no desenho livre, na pintura e nas colagens.
Nessa época ela estava aprendendo a estrutura de uma história: começo, trama e final. Foi então que veio um Para Casa com quatro quadrados vazios para que ela desenhasse a história da Chapeuzinho Vermelho. Quando li o enunciado da tarefa, imediatamente, ela disse:
_ Eu não sei desenhar lobo.
_ Filha, faz do seu jeito. Vamos lá, o que acontece primeiro na história da Chapeuzinho?
_ Ela vai levar os doces para a vovozinha e encontra o Lobo Mau.
_ Então desenha uma menina com a cestinha de doces e um lobo.
Ela fez a menina com o famoso vestido de triângulo, uma árvore, uma flor e uma borboleta.
_ E onde está o lobo?
_ Ele ainda está escondido atrás da árvore.
_Está bem. E depois? O que acontece?
_Eu não gosto dessa hora. Ele vai para a casa da vovó, come a pobrezinha e fica deitado na cama dela.
E continuou:
_ Mamãe, eu já disse que não sei fazer lobo.
E fez uma cama, colocando o travesseiro e um grande cobertor que cobria quase tudo. Apareciam só as orelhas do lobo.
Achei a solução interessante e continuei:
_Agora a Chapeuzinho chega, encontra o Lobo Mau e pergunta: Por que essas orelhas tão grandes? Por que esses olhos tão grandes? Você vai ter que desenhar um lobo.
Então no terceiro quadrado ela fez uma porta e a menina saindo, com os olhos arregalados.
Ri da situação e ela me explicou:
_ Mamãe, quando ela viu as orelhas, já percebeu que era o lobo e saiu correndo, gritando.
_Que menina esperta, não?
E matutei comigo: Qual das duas era mais esperta?
_Agora o final, filha. O que acontece?
_O caçador chega, mata o lobo e tira a vovozinha de dentro da barriga dele.
_Agora você faz o caçador com o lobo morto, deitado no chão.
_Mamãe, se eu não sei fazer lobo vivo, vou saber fazer lobo morto?
_Filha, agora você tem que desenhar um lobo. Faz uma bola grande - porque a vovó esta dentro da barriga dele – coloca quatro patas, põe as orelhas e um rabo comprido.
Ela, com raiva, pegou o lápis e fez duas linhas sinuosas paralelas.
_Que rabisco é esse? Isso não é um lobo.
_Não é mesmo, mamãe. Isso é um rio. O caçador matou o lobo e jogou ele dentro do rio. Agora ele está lá no fundo e nem dá para a gente ver.
E com um suspiro de alívio disse:
_Acabei.
Finalmente ela tinha conseguido fugir do Lobo Mau.

Dica de leitura - Orgulho e preconceito


A obra literária de Jane Austen deu ao romance inglês o primeiro impulso para a modernidade, ao tratar do cotidiano de pessoas comuns. De aguda percepção psicológica, seu estilo destila sempre uma ironia sutil, dissimulada pela leveza da narrativa. Orgulho e Preconceito (1797) é a obra mais conhecida da autora. Jane Austen mostrou como o amor entre os protagonistas era capaz de superar barreiras de orgulho e preconceito, a diferença social entre eles e o escasso poder de decisão concedido à mulher na sociedade da época. A crítica veio a considerá-la a primeira romancista moderna da literatura inglesa.

Na vitrola aqui de casa - Catavento e girassol

De onde vem? - Feito nas coxas

Feito nas coxas

Na época da escravidão no Brasil, os escravos doentes ou impedidos de alguma forma de realizarem trabalhos pesados eram destinados a realizar uma tarefa teoricamente fácil.
Eram os responsáveis por moldar em suas coxas o barro quente que seria utilizado como telhas. O problema é que cada escravo tinha a coxa de tamanho e formato diferentes e, por isso, as telhas eram desiguais, o que dificultava os encaixes. Quando o telhado era montado, ficava torto e com a aparência de que tinha sido malfeito. Com o tempo, o povo passou a usar a expressão para classificar qualquer coisa mal feita.
Quando alguém faz algo sem muito zelo ou sem qualidade, costuma-se dizer logo que aquilo foi feito nas coxas.

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Cecília Meireles


Apresentação

Aqui está minha vida - esta areia tão clara
com desenhos de andar dedicados ao vento.
Aqui está minha voz - esta concha vazia,
sombra de som curtindo o seu próprio lamento.
Aqui está minha dor - este coral quebrado,
sobrevivendo ao seu patético momento.
Aqui está minha herança - este mar solitário,
que de um lado era amor e, do outro, esquecimento.
(Cecília Meireles)

Pátria Minas - Sabedoria mineira


Velhinha mineira de 'Posdecardas', a famosa Dona Mariazinha, está no hospital, nas últimas, com o pé na cova.
O padre está ao seu lado para dar-lhe a extrema-unção.
Ele lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o demônio.
Mas a velhinha fica quieta.
Ao que o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o demônio.
E a velhinha.... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que a senhora não quer renegar o demônio?
A velhinha responde:
- Inquanto ieu não subé proncovô, num quero ficar di mar cum ninguém!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Na vitrola aqui de casa - Não se esqueça de mim

A arte do Origami - Guardanapo Pirâmide


1. Dobrar um guardanapo ao meio na diagonal.

2. Dobras as extremidades, a fim de que se juntem na parte superior.

3. Virar o guardanapo e dobrá-lo ao meio.

4. Juntar as duas extremidades até encontrarem-se no centro, mantendo o triângulo em pé pela base.

Pátria Minas - Mineiridade


Mineiridade

Cercado de severa e majestosa paisagem, é de admirar a reduzida capacidade de exteriorização do mineiro em geral. Falta-lhe “o senso da vida exterior”. Reservado por temperamento, o mineiro prefere escutar. E escuta como ninguém, com vontade de comunicar-se e de falar também. Ante os exagerados, os que gesticulam muito e discutem alto — retrai-se timidamente, mas no íntimo os admira e aprecia como se desejasse também ser assim. Passados os primeiros momentos, mergulha no seu mutismo, achando graça de se ter deixado fascinar; a reflexão infiltra-se em seu entusiasmo. Voltando os mesmos estímulos, já o mineiro reage agora em tom menor, nunca esquecido da ingenuidade e boa-fé com que se conduzira a primeira vez. Alarga, assim, o intervalo entre a ação e a reação.
A vontade de confiar nos outros e a sua natural boa-fé poderão levá-lo a “comprar um bonde” ao menos uma vez; mas o que é de admirar é que mais tarde poderá ele, se quiser, impingir esse mesmo bonde ao mesmo vendedor como... locomotiva. (Aníbal Machado)

Em poucas palavras - John Burrough

"Ainda acho os dias muito curtos para todos os pensamentos que quero pensar, todos os passeios que quero fazer, todos os livros que quero ler e todos os amigos que quero ver." (John Burrough)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Santa Rita é notícia - Santa Rita do Sapucaí

Veja o que eu achei no youtube. Não gosto da trilha sonora, mas gostei do que li no texto.

Pátria Minas - Minas de A a Z

Na vitrola aqui de casa - Hier encore

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dica de leitura - Marnie


Marnie é uma mulher de 23 anos, bonita e inteligente, mas sofre de uma compulsão irreprimível: rouba, usando de todas as artimanhas que sua esperteza a faz criar. Vangloria-se de sua liberdade e inteligência, mas não é uma mulher feliz. Repudia os homens, porque tem horror a sexo. Com todos esses problemas, Marnie vai vivendo, nas páginas do livro, uma história de crescente suspense, que culmina num final surpreendente. "Marnie" é uma história empolgante e Winston Graham impõe-se outra vez como um dos mais talentosos novelistas ingleses da atualidade.

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Mário Quintana


Era um lugar

Era um lugar em que Deus ainda
Acreditava na gente…
verdade
Que se ia à missa quase só para namorar
Mais tão inocentemente
Que não passava de um jeito, um tanto
Diferente de rezar
Enquanto, do púlpito, o padre clamava
Possesso contra pecados enormes.
Meu Deus, até o Diabo envergonhava-se.
Afinal de contas, não se estava em nenhuma
Babilônia…
Era, tão só, uma cidade pequena,
Com seus pequenos vícios e suas pequenas virtudes:
Um verdadeiro descanso para a milícia dos anjos
Com suas espadas de fogo.
-Um amor!
Agora,
Aquela antiga cidadezinha está dormindo para sempre
Em sua redoma azul, em um dos museus do Céu.
(Mário Quintana)

Pátria Minas - Teste se você é mineiro.


Dizem que mineiro é desconfiado, religioso, conservador, simples, prudente... No entanto, a sublime e subestimada arte de ser mineiro sobrevive em todos nós, em maior grau em alguns, e mais à flor da pele em outros. Mas não tem como negar: mesmo sem ter nascido nesse cantinho de terra sem mar, mesmo sendo capixaba, paulista, baiano, etc., um pouco de mineiridade subsiste em todos, pois ser mineiro é mais do que um local de nascimento, é uma maneira de encarar a vida, é saber valorizar as tradições, os costumes, a família, é conseguir perceber a beleza nas coisas simples do dia a dia, é encontrar felicidade no singelo ato de admirar uma flor e um pôr do sol inesquecível...
Para saber qual o seu grau de mineirismo, siga fazendo o teste abaixo. Conte um ponto para cada resposta positiva, some tudo e veja o quão mineiro todos nós podemos ser.
Você...
1) ... se diverte a valer na praia, mas não troca um amanhecer com friozinho de montanha por nada?
Os mineiros não perdem uma oportunidade de ir à praia e ficar torrando no sol para perder aquela cor branquela que virou motivo de chacota nos outros Estados agraciados com um pedacinho de areia fofa e um mar azul. No entanto, mineiros não trocam por nada um pôr do sol na montanha, com o ventinho suave do entardecer e uma noite fria – que pede um cobertor e uma lareira acesa – pois valorizam as belas paisagens e têm orgulho do cantinho de terra onde vivem!
2) ... não dispensa um pão de queijo com queijo?
Dentre todos os quitutes possíveis e imagináveis, o mineiro simplesmente reverencia o pão de queijo. Mas não vale aquele pão de queijo congelado, comprado nas prateleiras do supermercado, mas sim aquele pão de queijo caseiro, escaldado e sovado à mão. Se vier acompanhado de um queijo frescal novinho e um cafezinho, não há mineiro que resista! (Será que mineiro é também guloso?)
3) ... não sai de casa sem agasalho, remédio para dor de barriga, camisinha, pente, dinheiro líquido, cartão telefônico e guarda-chuva?
O que os mineiros odeiam mesmo são os imprevistos... Além de ser desconfiado de que algo pode dar muito errado, o mineiro é, acima de tudo, prevenido. Por isso, os mineiros não saem de casa sem os apetrechos capazes de salvá-los tanto de uma tempestade quanto do fim da bateria do celular, pois o pior é não ter como se virar quando o imprevisto acontece...
4) ... faz da cozinha o lugar mais aconchegante da sua casa?
A cozinha do mineiro é aconchegante, tem aroma de café, pão de queijo, e bolo de fubá, e, sobretudo, tem calor humano! É o lugar escolhido pela família para se reunir, para contar “causos” e novidades. É certo que as cozinhas de hoje estão cada vez menores, mas o mineiro precisa de pouco espaço para expressar a sua mineiridade!
5) ... toma banho de mangueira no quintal ou toma sol na laje ou na varanda quando faz calor?
Na falta de praia ou piscina, a laje ou a varanda são muito bem vindas para pegar aquela corzinha ou dar uma refrescada. O que o mineiro não admite é passar vontade, e, para não dizer que temos inveja dos quilômetros e quilômetros de praia do nosso extenso Brasil, nos contentamos com a laje e com a mangueira mesmo...
6) ... conhece e cita ditados populares (provérbios)?
Minha avó já dizia que só quem conhece ditados populares pode ser boa pessoa. E como água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, conseguiu me convencer disso. Mineiro que é mineiro não é santo de pau oco, além de conhecer usa e abusa dos ditados, se diverte com eles! Pois então, vamos colocar em prática a sabedoria mineira e começar a aprender logo, antes tarde do que nunca, pois a ignorância é o pior dos males!
7) ... adora contar e ouvir “causos”?
Veja bem, “causos” não são piadas. Causos são eventos curiosos ou engraçados ocorridos com o namorado do amigo da sua vizinha, com a tia da avó da sua mãe, ou com o cachorro da prima da sogra da professora do jardim da infância. Sempre fica uma dúvida se os casos são invenções ou produto de uma mente fértil, mas não tem como não se divertir com eles! Não há mineiro que resista a contar causos ou a “rachar os bicos” quando se depara com um. De fato, quando dois mineiro se encontram, não vai faltar uma sessão de causos!
8) ... faz junção ou abreviação de palavras? Usa expressões como “uai”, “trem”, “sô” , “bom demais da conta” ou tem uma expressão própria que todos seus amigos reconhecem? E ainda, inventa palavras? (Nesse último caso, acrescente mais um ponto).
Seja para economizar tempo ou saliva, todo mineiro adora abreviar palavras e até mesmo juntá-las. Desta mania saem pérolas do tipo: “pó pô pó?”, “peraí”, “tó”, “cê” e muitas outras versões impublicáveis.Agora, mineiro gosta mesmo é de inventar palavras, porque mineiro de verdade gosta de ter marca registrada! Basta lembrar do inventor de palavras Guimarães Rosa e até da nossa Lú (“sonhação”, lembram do texto IdiossincrasiasI???).
9) ... sabe bordar e fazer biquinhos de crochê em panos de prato e toalhinhas? Se você for do sexo masculino, troque por “...você usa lenço de tecido”?
Mineiro tem carinho pelas tradições, e tem um capricho especial na hora de cuidar do seu interior. Por isso, as mulheres mineiras adoram dar aquele ar aconchegante à cozinha e aos banheiros decorando-os com toalhinhas e panos de prato bordados e enfeitados com biquinhos de crochê. Quanto aos homens, não dispensam seus lencinhos de tecido com monograma personalizado bordado, feito por suas mulheres, é claro, com muito carinho e dedicação.
10) ... faz “pratinho” no fim da festa?
Mineiro não compactua com o desperdício, e também não recusa um docinho! Então, se no final da festa você não resiste a montar um pratinho com seus quitutes preferidos para saborear no dia seguinte, você é um legítimo mineiro, não tem como esconder!

Eu sou mineira, mas quem não é? Some os pontos e confira o seu resultado:
De 0 a 3 pontos - Paulista, baiano, capixaba, fluminense, etc...Você, decididamente, não é mineiro! Tá fraco nessa mineiridade! Vale lembrar que é bom conhecer melhor o jeito de ser do pessoal de Minas, como já descrito lá em cima. Além de se surpreender com as belas coisas que você pode descobrir, pode acabar descobrindo mais mineiridade em você do que imaginava!
De 4 a 6 - Mineirinho. Você sabe que é o bom nessa vida, mas, como todo bom mineiro, ainda está desconfiado demais para colocar em prática a sua sabedoria! Está certo que mineiro só arrisca quando tem certeza, mas nesse assunto, pode ficar tranqüilo e liberar o seu mineirismo à vontade, que você só tem a ganhar com isso.
De 7 a 9 - Você é mineiríssimo! Quase um mestre no assunto, quando se trata de mineiridade! Ser mineiro é com você mesmo
10 ou mais - Parabéns, você é mineiro da gema! Sabe curtir os pequenos prazeres da vida, pois acredita que neles se encontra a verdadeira felicidade!

Em poucas palavras - Avicena

"O tempo faz esquecer as dores, acalma as vinganças, abranda a cólera e sufoca o ódio; na verdade, é como se o passado jamais tivesse existido. " (Avicena- filósofo persa)

terça-feira, 23 de março de 2010

A arte do Origami - Guardanapo Diamante


1 - Dobre o guardanapo ao meio, no sentido horizontal, deixando as pontas direcionadas para você.

2 - Dobre novamente ao meio, colocando a parte à direita sobre a esquerda. O guardanapo ficará dobrado em 4 partes.

3 - Posicione o guardanapo com as pontas para cima como na figura abaixo.

4 - Traga a primeira ponta superior até quase a ponta inferior e pressione bem.

5 - Repita o passo anterior com a próxima ponta, dobrando um pouco menor.

6 - Repita novamente o passo 4.

7 - Vire o guardanapo.

8 - Dobre as laterais, uma sobre a outra, mantendo o espaçamento de 1/3 do guardanapo. Pressione bem.


9 - Vire e coloque os talheres dentro do bolso que foi formado pelas dobras.

Na vitrola aqui de casa - Meu bem querer

Histórias de minha filha - Paraty


Na minha casa havia um livro, do médico e dramaturgo Pedro Bloch, chamado “Criança diz cada uma...”. Eu li e reli esse livro, inúmeras vezes, e sempre me deliciava com as deduções infantis nele descritas. Prometia a mim mesma registrar as que porventura meu filho(a) viesse a dizer. É o que tento fazer quando escrevo as “Histórias de Minha Filha”.
Minha filha sempre gostou muito de cantar e tem predileção por antigas marchinhas de carnaval e pelas músicas que são cantadas nas missas. Desde bem pequena, sabe cantar várias delas.
Nas férias de 2006, a fim de descansar um pouco, fomos passar alguns dias em Ubatuba. Aproveitamos e a levamos para conhecer Paraty, cidade histórica do Rio de Janeiro, mas localizada bem perto de onde estávamos.
Algum tempo depois de nossa volta, estávamos na cozinha em um ritual que se repete sempre e que ela adora. Ela fica sentada na bancada da cozinha enquanto cantamos as suas músicas preferidas. Assim consigo fazer duas tarefas ao mesmo tempo: preparar o jantar e mantê-la sob controle. Depois de “Mamãe eu quero”, “A cabeleira do Zezé” e outras marchinhas, se deu o seguinte diálogo:
_ Mamãe, vamos cantar aquela que fala de Paraty?
Mesmo não me lembrando de tê-la ensinado, ataquei logo aquela do Assis Valente:
_ “Vestiu uma camisa listrada e saiu por aí. Em vez de tomar chá com torrada, ele bebeu Paraty”.
_ Não mamãe. Essa eu não sei. É outra música. Aquela outra que fala de Paraty.
-Que outra, filha?
_ Aquela que fala assim:
“Meu coração é para ti, Senhor.
Meu coração é para ti, Senhor.
Meu coração é para ti, Senhor.
Meu coração é para ti.

Porque Tu me deste a vida
Porque Tu me deste o existir
Porque Tu me deste o carinho
Me deste o amor.”

Achei graça, ri muito e expliquei que a música não falava da cidade de Paraty. Não sei se ela entendeu bem... Hoje, quando ela quer cantar essa música, sempre pede:
_Mamãe, vamos cantar o “Porquetu”?

segunda-feira, 22 de março de 2010

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Cecília Meireles


É Preciso Não Esquecer Nada

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos severos conosco,
pois o resto não nos pertence.
(Cecília Meireles)

A arte do Origami - Guardanapo Envelope


Dica de economia - Dicas de como economizar água (consumo consciente de água)


Economia da água: bom para o bolso e meio ambiente

Dicas de como economizar água (consumo consciente de água)

- Ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada;
- Fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres;
- Usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima;
- Na hora do banho, procurar se ensaboar com o chuveiro desligado e procurar tomar banho rápido;
- Não jogar óleo de fritura pelo ralo da pia. Além de correr o risco de entupir o encanamento da residência, esta prática polui os rios e dificulta o tratamento da água;
- Não deixar que ocorram vazamentos em encanamentos dentro da residência;
- Entrar em contato com a companhia de água ao verificar vazamentos de água na rede externa;
- Usar a descarga no vaso sanitário apenas o necessário. Manter a válvula sempre regulada;
- Reutilizar a água sempre que possível;
- Utilizar regador no lugar de mangueira para regar as plantas;
- Usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira;
- Lavar o carro com balde ao invés de mangueira;
- Captar a água da chuva com baldes. Esta água pode ser usada para lavar carros, quintais e regar plantas;
- Tratar a água de piscinas para não precisar trocar com freqüência. Outra dica é cobrir a piscina com lona, enquanto não ocorre o uso, para evitar a evaporação;
- Colocar sistemas de controle de fluxo de água (aeradores) no bico das torneira.

Serviço - Dia Mundial da Água

Serviço - Chega de abuso! – Junte-se a essa onda e mostre na cara que Ser Diferente é Normal


Panfleto de divulgação da campanha: Por quê Ser Diferente é Normal? Porque cada um é único. Junte-se ao Manifesto pela Inclusão, www.serdiferenteenormal.org.br. Ser Diferente é Normal e os Direitos são Iguais. logotipo do Instituto MetaSocial e foto de rapaz com síndrome de Down.

No dia internacional da síndrome de Down, 21/3, campanha contra o preconceito dá resposta a ataques a pessoas com sindrome de Down na internet.
Nos últimos tempos, as pessoas com síndrome de Down têm recebido ataques na internet vindos daqueles que não respeitam a diversidade e os direitos humanos.
Nesse 21 de março, em que se celebra o Dia Internacional da Síndrome de Down, o Brasil dá uma resposta engajada e bem-humorada a esses poucos intolerantes que vêm usando redes de relacionamento como Facebook, Orkut e YouTube para destilar sua ira.
Acessando o site www.serdiferenteenormal.org.br, o internauta é convidado a tirar uma foto arquivos) que, através de uma ferramenta digital, transforma sua imagem para parecer com quem tem síndrome de Down.
Dessa forma a pessoa assume que “Ser Diferente é Normal” e mostra sua solidariedade contra qualquer tipo de discriminação e pode divulgar a campanha nas redes de relacionamento.
O Manifesto já recebeu milhares de fotos, entre elas de personalidades como Cauã Reymond, Ana Maria Braga, Malu Mader, Guilherme Berengher, Marcos Pasquim, e tantos outros já emprestaram seu rosto a essa causa. Criada pela Giovanni + DraftFCB e lançada em 2009, a campanha ganhou dois prêmios de publicidade nacional e um internacional.
O Instituto MetaSocial, promotor da campanha, afirma que a melhor defesa e o ataque. “Muitos estão tirando as fotos de pessoas com síndrome de Down da internet com medo de abuso.
Nós acreditamos justamente no contrário – vamos mostrar a nossa cara, fazendo a sociedade ver que todos têm direitos iguais. Aqueles que praticam essas ações doentias são uma minoria, mas não podem ficar impunes”, diz Helena Werneck, Coordenadora-Geral do MetaSocial.
Violências como estas ocorrem todos os dias em qualquer parte do mundo, com qualquer pessoa que é considerada “diferente”.
Só nas últimas semanas dois casos que aconteceram na Itália tiveram repercussão internacional. Três executivos do Google foram condenados por um video mostrando um jovem com síndrome de Down sendo humilhado no YouTube, e um site no Facebook que propunha que crianças com síndrome de Down fossem usadas como alvos de tiros.
“Com a condenação dos executives do Google, certamente passará a haver maior controle sobre abusos como estes. Mas é preciso que não nos calemos diante destas violências. Denuncie qualquer tipo de abuso na internet ou presencial. A lei está ao nosso lado”, completa a coordenadora da ONG.

Para denúncias na internet:

Para denúncias de discriminação:

Procure a Delegacia Policial do seu estado ou dirija-se ao Ministério Público.

Mude a face do preconceito e Diga NÃO ao abuso
Mostre na cara que Ser Diferente é Normal



Fonte: Agência Inclusive

Serviço - Dia Internacional da Síndrome de Down

Ontem foi o Dia Internacional da Síndrome de Down. Copiei alguns mensagens de um blog que eu sigo chamado Deficiente Alerta (http://www.deficientealerta.blogspot.com) e que é muito interessante. Segundo definição do próprio blog : “DEFICIENTE ALERTA foi criado para orientar,educar,protestar e ajudar todos com deficiência.”

Comemorado desde 2006, 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi instituída pela Down Syndrome International (DSI), entidade que congrega associações de síndrome de Down de todo o mundo em alusão aos 3 cromossomos número 21 que cada pessoa com síndrome de Down carrega (21/3). No Brasil, é a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) quem articula e organiza eventos em todo o país. Com o tema “Inclusão social: vamos fazer acontecer”, a FBASD e as associações filiadas estão, pelo segundo ano consecutivo, reunindo a maior programação por país, segundo a DSI, para comemorar a data.
De acordo com Claudia Grabois, presidente da FBASD, o tema escolhido para 2010 é uma evolução natural do tema de 2009, “Inclusão para a autonomia”, e representa um momento especial para a sociedade brasileira que passa cada vez mais a perceber a inclusão social das pessoas com síndrome de Down como um movimento sem volta em direção à construção de espaços sociais mais solidários e construtivos, seja na escola ou no trabalho, mas sempre em direção a uma sociedade mais aberta à participação de todos.
Tanto em eventos científicos internacionais como o que acontecerá no Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo, onde se discutirão os avanços da pesquisa científica e farmacológica com e presença de cientistas como o Dr. Alberto Costa e o Dr. Stevens Rehen, dos EUA, como nas manifestações familiares e associativas, a idéia central das comemorações em torno da data é oportunizar à sociedade a visão de que a síndrome de Down tem cada vez menos um caráter distintivo e cada vez mais constitutivo, fato que se deve a maior presença das pessoas nos espaços sociais, pela persistência das famílias em garantir e buscar seus direitos e pelo amparo que o movimento associativo e as autoridades legais têm passado a lhe promover, tendo em vista os direitos consagrados na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que o Brasil incorporou com efeito constitucional em seu ordenamento jurídico ainda em 2008.

As atividades programadas para todo o Brasil podem ser encontradas desde já no blog da FBASD, que fica emhttp://www.fbasd.blogspot.com ou no site preparado para a data pela DSI:
http://www.worlddownsyndromeday.org. Além dos eventos, uma campanha contra o preconceito e de valorização da diversidade está sendo usada para contra-atacar os abusos que vêm acontecendo contra pessoas com síndrome de Down e outras minorias na internet. É o Manifesto virtual do Instituto MetaSocial, em que o internauta empresta sua imagem à causa, declara dessa forma que acredita que ser diferente é normal.

Fonte: Agência Inclusive

Em poucas palavras - João Guimarães Rosa

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim, esquenta e esfria, aperta e depois afrouxa, aquieta e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre e amar, no meio da alegria. E ainda mais no meio da tristeza. Todo o caminho da gente é resvaloso, mas cair não prejudica demais, a gente levanta, a gente sobe, a gente volta”. (João Guimarães Rosa em “Grande Sertão: Veredas”)

domingo, 21 de março de 2010

Na vitrola aqui de casa - O que será

A arte do Origami - Guardanapo Coroa


1. Dobrar o guardanapo ao meio em diagonal.

2. Dobras as extremidades, a fim de se encontrem na parte superior.

3. Dobrar a extremidade inferior até 2/3 do tamanho original, dobrando a nova ponta formada abaixo.

4. Virar o guardanapo, encaixando uma extremidade dentro da outra.

5. Puxe para fora as duas pontas superiores, formando uma coroa. Alargar a base e mantê-lo em pé.

sábado, 20 de março de 2010

Pátria Minas - Por que o mineiro trabalha em silêncio?


POR QUE O MINEIRO TRABALHA EM SILÊNCIO?

É sempre interessante descobrir na história a origem de certas expressões de linguagem que usamos até hoje. Veja como se formou a fama dos mineiros.

Em 1714, as Minas Gerais faziam parte da Capitania de São Paulo e, após a descoberta de ouro, a região foi dividida em três comarcas. Dentre os marcos divisórios instalados, havia um cruzeiro - cruz de ferro - no alto do Monte Caxambu, na estância hidromineral de mesmo nome. Ele indicava a divisa entre as comarcas do Rio das Mortes, em São João Del Rei, e da Vila de Santo Antonio de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba.
Em decorrência da Guerra dos Emboabas, em 1720, criou-se a capitania independente das Minas Gerais, que tinha como referência aquele cruzeiro colocado no Monte Caxambu. Para o Norte seria Minas, para o Sul seria São Paulo. O problema para os mineiros era que isso proporcionaria aos paulistas a posse de uma grande extensão de terra nas montanhas e as bacias dos rios Grande, Verde e Sapucay - território e mananciais do interesse de Minas.
O que fizeram os mineiros para reverter esta situação? Pegaram em armas para defender com sangue as terras disputadas? Conclamaram o povo para se insurgir contra o governo? Não, nada disso. Pacíficos e matreiros como são os mineiros, os membros da Câmara de São João Del Rei furtivamente mudaram a posição do marco, levando-o para o alto da Serra da Mantiqueira, cerca de 80 quilômetros adiante, já no lado do Vale do Paraíba, o que deu origem, mais tarde, à cidade paulista de Cruzeiro. Com esse artifício, Minas ganhou toda a região conhecida hoje como "Terras Altas da Mantiqueira".
E daí vem a expressão "mineiro trabalha em silêncio", significando que aquele povo usa a esperteza e não o confronto para resolver os seus problemas.
(Celso Siqueira - http://www.serqueira.com.br)

Pastel de couve

Fiz o Pastel de Couve, é realmente uma delícia. Receita aprovada. Faça também e se delicie com algo diferente.

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Cecília Meireles


Desejo de Regresso

Deixai-me nascer de novo,
nunca mais em terra estranha,
mas no meio do meu povo,
com meu céu, minha montanha,
meu mar e minha família.

E que na minha memória
fique esta vida bem viva,
para contar minha história
de mendiga e de cativa
e meus suspiros de exílio.

Porque há doçura e beleza
na amargura atravessada,
e eu quero memória acesa
depois da angústia apagada.
Com que afeição me remiro!

Marinheiro de regresso
com seu barco posto a fundo,
às vezes quase me esqueço
que foi verdade este mundo.
(Ou talvez fosse mentira…)
(Cecília Meireles)

sexta-feira, 19 de março de 2010

A arte do Origami - Guardanapo Coroa de Bispo

Dica para dobrar guardanapo de tecido ou de papel.

1. Dobrar um guardanapo ao meio, juntando as extremidades para baixo.

2. Dobrar as extremidades em diagonal, unindo-os na linha central

3 – Virar e posicionar como na figura abaixo.

4. Dobrar ao meio levando a parte inferior até ao topo. Puxar para baixo a ponta superior à esquerda. Erguer o trabalho e desdobrar a ponta superior à direita. A dobradura deverá ficar como na figura abaixo.

5. Virar a extremidade esquerda para o lado direito imbutindo sob o triângulo à direita como na figura seguinte.

6. Virar o guardanapo e repetir o passo anterior.

7 - Alargar a base e mantê-lo em pé.

Truques e quebra-galhos - Guardanapo de pano

Para deixar os guardanapos de pano mais encorpados e fixar melhor os vincos, antes de passá-los com o ferro quente borrife-os com uma mistura de água e álcool, em partes iguais.

Aviso aos navegantes - Secretaria lança o "Dengue Ville" no Orkut para combater a doença em Minas


Na esteira do sucesso Farm Ville, jogo do Facebook com cerca de 70 milhões de fazendeiros virtuais, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) lançou, esta semana, o Dengue Ville no intuito de mobilizar a população, sobretudo o público jovem, para diminuir o índice de infestação do Aedes aegipty. Em Minas, já são 49 mil casos suspeitos de dengue, quase o dobro do número histórico de 2002.
O uso das mídias sociais é mais uma ferramenta de comunicação da SES no combate à doença. No caso do Dengue Ville, que está disponível no Orkut, o usuário recebe missões como esvaziar garrafas e pneus, colocar areia nos pratos das plantas, cobrir caixas d’água, mobilizar os vizinhos, distribuir soro caseiro para as vítimas da doença em um posto de saúde, entre outras.
Segundo o coordenador de Publicidade da secretaria, Thiago Peixoto, a escolha da internet como uma nova aliada deve-se ao fato de que, hoje, o Brasil é o país que mais usa sites relacionados a comunidades, seja em horas gastas, em número de acessos e na frequência de atividades diárias. "Nas redes sociais, os assuntos têm potencial para se disseminar rapidamente, pois os usuários atingidos tornam-se propagadores da informação para a sua rede de contatos, e assim sucessivamente", explicou.
O jogo está no Orkut desde o dia 16, em caráter experimental. Nas duas primeiras horas de instalação do social game, o aplicativo recebeu quase 600 acessos. Outra rede social que também está sendo usada para a divulgação de dados sobre a dengue é o Twitter. A SES criou duas contas no microblog - @denguemosquito e @matadordadengue - na tentativa de reunir seguidores que se tornem propagadores de informações.
(Portal Uai – Elaine Resende em 18/03/2010)
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