quinta-feira, 8 de março de 2012

Você sabia? - Holi ou Festival das Cores

Holi ou Festival das Cores

Holi ou Festival das Cores é um festival da religião Hindu realizado na Índia, todos os anos entre fevereiro e março, que comemora a chegada da Primavera no Hemisfério Norte. Também é comemorado em outros países como Sri Lanka, Nepal, Suriname, Malásia, Bangladesh e países com influência indiana. É comemorado no dia de lua cheia do mês de Phalugna ou Falguna (Phalgun Purnima), que geralmente cai na parte posterior de fevereiro ou março.
São muitas as lendas que explicam o aparecimento do Holi, em geral remetendo ao temível Rei Hiranyakashyap. Muito vaidoso, ele queria que todos no seu reino o venerassem, mas foi justamente o seu filho Prahlad quem resolveu adorar uma entidade diferente, chamada Lord Naarayana. Hiranyakashyap combinou com a sua terrível irmã Holika, que tinha o poder de não se queimar, que ela entraria numa fogueira com Prahlad em seus braços para matá-lo. Mas Holika deu-se mal porque ela não sabia que o seu poder de enfrentar o fogo seria anulado quando ela entrasse na fogueira acompanhada de outra pessoa. Lord Naarayana reconheceu a bondade e devoção de Prahlad e salvou-o.
Todo o ritual simboliza a vitória do bem contra o mal, o triunfo da devoção, e assim como a Primavera é a estação das cores, o Holi é festejado com muito colorido. Neste dia, as pessoas atiram tintas das mais diversas cores umas às outras, com muita bebida, comida e música. Essa brincadeira começa quando crianças atiram as tintas aos pais e irmãos sendo que, no final, todos estão completamente pintados. Todos os dias desse festival, as pessoas se cumprimentam dizendo “Holi Hai”.
O povo canta e dança pelas ruas e nuvens de pó de todas as cores pintam o que quer que toquem, trazendo uma nova vida aos mercados, pessoas e calçadas. Por todo um dia, a regra é brincar, atirar pós e tintas coloridos e esquecer a hierarquia de castas.
(Fonte: Textos da Internet)
Vale a pena conferir algumas fotos aqui.

Na vitrola aqui de casa - Super-homem

Nada como uma mulher cantando esta homenagem masculina às mulheres.

Dica de diversão - Jantar dançante

Zenzando na rede

Feliz Dia Internacional da Mulher para todas as que aparecem por aqui.

terça-feira, 6 de março de 2012

Você sabia? - Keep calm and carry on

KEEP CALM AND CARRY ON

Você já deve ter visto na Internet um pôster vermelho com a frase “KEEP CALM AND CARRY ON” (“Mantenha a calma e siga em frente”), mas você sabe como ele surgiu?
A mensagem de cinco palavras simples fazia parte de uma campanha motivacional do governo inglês durante a II Grande Guerra. Em 1939, com a guerra contra a Alemanha se aproximando e o Governo desenhou três cartazes para manter o moral da população. Estes contou com a coroa do Rei George VI contra um fundo vermelho negrito, e três slogans distintos:
"Freedom is in Peril" (“A liberdade está em perigo”), "Your Courage, Your Cheerfulness, Your Resolution Will Bring Us Victory" ("Sua coragem, sua alegria, sua resolução nos levará a vitória") e "Keep Calm and Carry On”.
Os primeiros dois cartazes foram imediatamente distribuídos e podiam ser vistos em vários locais, mas o terceiro ficou guardado de reserva, com intenção de ser usado apenas em momentos de extrema crise.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, acredita-se que a maioria dos cartazes foram descartados, sem nunca ter visto a luz do dia. Apenas dois exemplares originais são conhecidos por terem sobrevivido.
A mensagem foi totalmente esquecida até 2000, quando uma cópia foi descoberta em uma caixa de livros comprados em leilão pelo livreiro Stuart Manley. Ele e sua esposa Mary gostaram tanto do cartaz que decidiram emoldurá-lo para pendurar na loja, o que chamou muito a atenção dos clientes. Vendo que sua popularidade estava mais que provada, o casal decidiu imprimir e vender cópias de seu cartaz que rapidamente virou um sucesso.
A figura abaixo mostra Stuart Manley, dono da Barter Books, segurando seu cartaz original, que até hoje pode ser visto pendurado na famosa loja em Alnwick, na Inglaterra.
A criação agora está em domínio público, e pode ser vista em quadrinhos, camisetas, canecas, chaveiros, tapetes, etc.
Se você quer ter um pôster deste para decorar sua casa, pode fazer o download aqui.

Não demorou muito para surgirem variações do pôster com algumas mensagens engraçadas.
Mantenha a calma e continue "blogando"
Mantenha a calma Harry ainda está solteiro.

Mantenha a calma e chame o Batman

Você também pode ver este vídeo com a história do pôster.

Na vitrola aqui de casa - Love is everything

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Lya Luft

Canção da mirada secreta


Foram-se os amores que tive

ou me tiveram. Partiram
num cortejo iluminado.
A solidão me ensina
a não acreditar demais na morte,
nem demais na vida: cultivo
o jardim dos dias felizes
onde estamos eu, os sonhos idos,
os velhos amores e os seus recados,
e os olhos deles que ainda brilham
como pedrinhas de cor
entre as raízes.
(Lya Luft)

Fragmentos - “Secreta mirada e outros poemas”

“O amado é um estranho reino onde entro como invasora, e alguma vez, errando o passo, sem querer provoco um tumulto, desarrumo tudo, deixo sinais de tempestade, e inquietação. “ (Lya Luft em “Secreta mirada e outros poemas”)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Zenzando na rede

Todos os caminhos levam a Roma?

Santa Rita é notícia - Jeitinho feminino

Jeitinho feminino
Mário Castello

A quantidade de mulheres que trabalham na Qualitronix, fábrica de sensores de presença, reatores, relés e dimmers - aquelas coisinhas que fazem a luz do prédio acender sem a gente tocar um botão sequer e que a gente acha que nasce de geração espontânea -, instalada em Santa Rita do Sapucaí, é de chamar a atenção.
Anicheler Santos, gerente comercial da empresa, explica que a falta de mão-de-obra na cidade fez os empresários perceberem que o sexo feminino tem mais jeitinho para trabalhar com a montagem de placas e componentes eletrônicos. Ela explica:
- São equipamentos pequenos e delicados, que precisam de habilidade para serem feitos.
Homem lá, só trabalha com serviço pesado, viu, gente?

(Fonte: http://www.dzai.com.br/riquezasdeminas/blog/diariodebordo em 20/10/2011)

Ninguém vive sem um pouco de poesia... - Adélia Prado

Meditação à beira de um poema


Podei a roseira no momento certo

e viajei muitos dias,
aprendendo de vez
que se deve esperar biblicamente
pela hora das coisas.
Quando abri a janela, vi-a,
como nunca a vira,
constelada,
os botões,
alguns já com rosa-pálido
espiando entre as pétalas,
joias vivas em pencas.
Minha dor nas costas,
meu desapontamento com os limites do tempo,
o grande esforço para que me entendam
pulverizaram-se
diante do recorrente milagre.
Maravilhosas faziam-se
as cíclicas, perecíveis rosas.
Ninguém me demoverá
do que de repente soube
à margem dos edifícios da razão:
a misericórdia está intacta,
vagalhões de cobiça,
punhos fechados,
altissonantes iras,
nada impede ouro de corolas
e acreditai: perfumes.
Só porque é setembro.
(Adélia Prado)

Em poucas palavras - Goethe

“Os autores mais originais dos últimos tempos são originais, não por produzirem algo novo, mas apenas porque são capazes de dizer as coisas que dizem como se elas nunca antes houvessem sido ditas.” (Goethe)

sábado, 3 de março de 2012

De onde vem? - Os sobrenomes

Os sobrenomes
Essa é uma pergunta que muitas vezes fazemos a respeito do nosso sobrenome. Você sabia que o sobrenome da família pode dizer muito sobre seus antepassados? O significado pode, por exemplo, dizer o que um antepassado seu fazia da vida ou onde morava.
Hoje obrigatório, o sobrenome era um privilégio até o fim da Idade Média no Ocidente. Apenas nobres tinham um complemento oficial ao nome próprio, geralmente ligado à região em que eram soberanos. Eles se tornaram hereditários à medida que a posse das terras passou a ser transmitida de geração em geração. Por isso mesmo, nobreza e clero foram os primeiros segmentos da sociedade a ter sobrenome, enquanto as classes baixas eram chamadas apenas pelo primeiro nome. O último nome, identificando a família, era inclusive usado como "documento" na hora da compra e venda da terra, um luxo reservado apenas aos mais favorecidos.
Mas, conforme a população começou a aumentar e circular, um nome só, mesmo composto, não era mais suficiente para distinguir os plebeus, e o povo passou a ser identificado por meio de sobrenomes. Aos poucos o hábito se disseminou e foi sendo passado para as novas gerações. Em 1370, já se encontra a palavra “sobrenome” em documentos oficiais de diversos países.
O registro sistemático dos nomes de família começou no século 16, por decreto da Igreja Católica, no Concílio de Trento em 1563, que tornava imutável, obrigatório e transmissível o sobrenome. Isso aconteceu para facilitar a cobrança de impostos, mas principalmente para evitar casamentos e uniões entre consanguíneos. Durante o Concílio de Trento determinou-se que os registros de batismo deveriam conter o prenome e o sobrenome; o primeiro deveria ser inspirado em algum personagem bíblico ou na biografia de algum santo. Uma vez que as pessoas não tinham registro antes dessa determinação e apenas a sua origem geográfica ou ofício as diferenciava, esses foram o parâmetro utilizado para registrar os filhos.
De acordo com estudiosos do assunto, os nomes de família chegaram até nós de diferentes maneiras. A grande maioria dos sobrenomes evoluiu de quatro fontes principais:
1 - Por ocupação
Durante a Idade Média, a Europa era composta de vilarejos que pertenciam aos senhores. Estas vilas precisavam dos serviços de pessoas para arar a terra, cuidar dos animais, carpinteiros para construir casas e outros. Quando o escrivão registrava a pessoa em um arquivo era normal identificá-lo por meio de sua ocupação/trabalho.
John, sendo carpinteiro - John Carpenter, cozinheiro - John Cook , alfaiate - John Taylor e assim de acordo com a profissão exercida.
Toda vila tinha os seus Smiths (ferreiros), Millers (moleiros), Taylors (alfaiates) e Carpenters (carpinteiros), Gardners (jardineiros), Fisherman (pescadores), Hunters (caçadores), sendo que os Millers de uma vila não tinham necessariamente qualquer relação com os Millers de outra vila.

2 - Por localidade
Derivam do nome do lugar de procedência de seu portador inicial ou de características topográficas do lugar de residência de seu primeiro portador.
O “João da Rocha” teve o seu nome criado pelo fato de morar em uma região cheia de pedregulhos ou morar próximo de um grande rochedo. Na medida em que o sujeito era chamado pelos outros dessa forma, o sobrenome acabava servindo para que seus herdeiros fossem distinguidos por meio dessa situação, naturalmente construída.
A maior parte dos sobrenomes que circulam no Brasil é de origem portuguesa e tem origem geográfica. Desta forma, Guilherme, nascido ou vindo da cidade portuguesa de Coimbra, passou a ser, como seus parentes, Guilherme Coimbra. Assim, também Varela, Aragão, Cardoso, Araújo, Abreu, Guimarães, Braga, Valadares, Barbosa e Lamas eram nomes de cidades ou regiões que identificavam os que lá nasceram, passando a funcionar, com o tempo, como sobrenomes.
Alguns desses sobrenomes, aliás, não se referem a localidades, mas a simples propriedades rurais onde um determinado tipo de plantação era privilegiado. Por exemplo, os moradores de numa quinta em que se cultivavam oliveiras passaram a ser conhecidos como Oliveira, o mesmo acontecendo com Pereira, Macieira e tantos outros.

3 - Patronímico ou Matronímico
Os patronímicos derivam do nome próprio do pai e os matronímicos, do nome próprio da mãe.
Na maioria dos países era comum o sobrenome derivar do nome próprio do pai. O sufixo inglês “son” agregado a um nome denota “filho de”.
Apesar do nome patronímico ter sido usado por um longo tempo, eles sempre mudavam de geração para geração. Como exemplo, John, filho (son) do William, poderia ser conhecido como “John Williamson”, mas o filho dele teria como sobrenome “Johnson”, por ser filho (son) do John.
Em Portugal, muitos sobrenomes também indicavam o nome do pai ou da mãe; por exemplo, “Esteves” significa “filho de Estêvão”. Alguns dos patronímicos e matronímicos acabaram sendo reescritos e, por exemplo, Joana de Fernando passou a ser Joana Fernandes.
Exemplos: Simões (filho de Simão); Guimarães (filho de Guímaro); Fernandes (filho de Fernando); Henriques (filho de Henrique); Nunes (filho de Nuno); Martins (filho de Martim).

4 - Por características
Outra origem de sobrenomes foram as alcunhas ou apelidos, atribuídos a uma pessoa para identificá-la e que depois se incorporava a seu nome como se dele fizesse parte. É o caso de Louro, Calvo e Severo, por exemplo. Muitos nomes de família se originaram também de nomes de animais, fosse por traços de semelhança física ou de características de temperamento: Lobo, Carneiro, Aranha, Leão e Canário são alguns deles.

Curiosidades

- Na Hungria, Vietnam, China, Japão e Coreia o sobrenome precede o prenome na ordem do nome completo.
- Na Espanha e na América hispânica a ordem é: nome, sobrenome do pai e, por último o sobrenome materno.
- Em Portugal o número máximo de sobrenomes permitidos é quatro, o que permite o uso de sobrenome duplo quer materno, quer paterno, enquanto que em Espanha é de dois, mas esses dois podem ser duplos, unidos por hífen, resultando na realidade em quatro (Espanhóis espertos!!!).
-Em Países como a França, a Alemanha e nos países anglo-saxônicos é normal a mulher “abdicar” do seu sobrenome de solteira e ficar apenas com o sobrenome do seu cônjuge. Nos últimos anos, porém, tem-se tornado algo frequente as mulheres estadunidenses apenas “acrescentarem” o apelido do marido ao seu nome de solteira ou hifenizarem ambos os sobrenome.
- Em países como o Japão, ao casar-se, um casal é obrigado a assumir um sobrenome em comum, e apesar de na maioria das vezes ser o do homem, o contrário também é socialmente aceito.
- O sobrenome Silva, além de ser muito usado em Portugal, também foi dado a milhares de escravos trazidos para o Brasil durante o período colonial. Essa é a explicação mais provável, segundo o genealogista Carlos Eduardo Barata, autor do Dicionário das Famílias Brasileiras. Além disso, muitos portugueses que vinham para o Brasil em busca de vida nova adotavam este sobrenome para se beneficiar do anonimato que o sobrenome comum oferecia. A origem é controversa, mas tudo indica que o sobrenome surgiu no Império Romano para denominar os habitantes de regiões de matas ou florestas - silva, em latim, é "selva". Muitos desses habitantes se refugiaram do império justamente na península Ibérica (hoje Portugal e Espanha). Hoje, é impossível saber quantos "Silvas" existem no Brasil, porém, tudo leva a crer que Silva é, sim, o sobrenome mais comum.
- Todos os nomes que tem algum tipo de arvore como tema, são nomes que vem de países do oriente médio, que eram usados para disfarçar a verdadeira identidade durante a segunda guerra mundial, e são atribuídos aos judeus.
- De origem Espanhola, Souza é um nome dado pelos espanhóis aos desbravadores do mar, Souzoes que depois se tornaram Souza.
- Negros africanos, que vieram para o Brasil como escravos, e dos quais tantos de nós descendemos, foram obrigados a deixar para trás seu passado, seu nome e a identificação de sua origem tribal. Aqui foram batizados com um nome cristão e os sobrenomes que recebiam muitas vezes eram os mesmos de seus senhores. Quando isso não ocorria, os senhores lhes davam sobrenomes de origem religiosa, como Batista, de Jesus, do Espírito Santo.
(Fontes: http://mundoestranho.abril.com.br/, http://www.jornaldamulher.org, http://www.iremar.com.br, http://www.meusparentes.com.br, http://pt.shvoong.com, http://www.conversadeportugues.com.br)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Comercial legal - Leroy Merlin

Dica de Leitura: CEM ANOS DE SOLIDÃO

Apaixonei-me por Gabriel García Márquez na primeira vez que li CEM ANOS DE SOLIDÃO,em 1974. Depois disso, já reli o livro mais de 5 vezes, descobrindo sempre novas nuances nesse romance classificado como realismo fantástico, ou realismo mágico, que lançou o autor para a fama. É a história da família Buendia, moradora da misteriosa Macondo, que tem como matriarca a velha Úrsula, personagem intrigante e maravilhosa. É meu livro favorito desde sempre; não me canso de lê-lo e de me maravilhar com as histórias de Pilar Ternera, Rebeca, Remédios e tantas outras... Vale a pena!
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